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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Multiculturalismo, bilhete só de ida

por josé simões, em 30.10.12

 

 

 

Um, digamos assim, ocidental num país árabe, e num pais árabe com o Islão como religião oficial, come e bebe do que há, submete-se, a bem da sua saúde, aos usos e costumes, que é como quem diz, à ditadura da religião. Que o digam sobretudo as mulheres, em viagem de turismo ou negócios. Um muçulmano no ocidente, no ocidente laico e com separação entre Estado e religião, submete os ocidentais aos seus usos e costumes, que é como quem diz, à ditadura da sua religião.

 

«Os técnicos do hospital receberam formação da Universidade do Minho para elaborarem ementas […] e ficarem a par dos usos e costumes árabes. Nos quartos há exemplares do Corão, tapetes para orar e fotos dos familiares.»

 

"Em Roma sê romano". Alínea a) excepto os muçulmanos que são muçulmanos em Roma, em Riade e em Guimarães.

 

Há aqui qualquer coisa que me escapa…

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| One way ticket

por josé simões, em 30.12.11

 

 

 

Ou quando os idiotas úteis deixam de ser úteis e passam só a idiotas.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Política de alianças [cada coisa a seu tempo]

por josé simões, em 25.07.11

 

 

 

Tempo houve em que a extrema-direita, no tempo em que respondia por nazismo e fascismo e usava camisas cor de morte, tinha no muçulmano um dos seus aliados dilectos. E esse tempo durou até depois, muito tempo depois, de terminada a II Guerra Mundial. Era necessário salvar muita gente e a Síria, o Líbano e o Egipto, entre outros, foram portos seguros. Eram os tempos do “judaísmo internacional” e também do nacionalismo árabe e da autonomia da Palestina e por isso muita Esquerda europeia assobiou para o lado e fingiu que não viu. Não tinha Molotov assinado um pacto com Ribbentrop? Os tempos agora são do “multiculturalismo” e da “colonização silenciosa da Europa”. E o “judaísmo internacional” já tem Estado. E está ali, cravado no meio. Para a Esquerda e para a Direita. Nada de novo, portanto.

 

[E a Esquerda sempre, mais rápida que a própria sombra, na procura da justificação e da causa das coisas, agora, que os criminosos sérvios estão todos sentados em Haia, nunca lhe passou pela cabeça vir aqui. Adiante…]

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| Minaretes na Suiça

por josé simões, em 13.07.11

 

 

 

'It was just awful. I felt humiliated, intimidated and guilty through the whole thing.

'We all live in Oldham and we all use this building, and I was doing what was one of the most natural things a mum can do.

 

'If someone from another culture started praying in the waiting room, I wouldn't say, "Excuse me, you're offending me" I would respect it because it's their culture.

 

'So I shouldn't be made to feel what I wanted to do was wrong just because it's not in their culture.

 

 

 

 

 

|| Mazgani canta Cohen, unplugged @ Antena 3

por josé simões, em 01.06.11

 

 

Multiculturalismo é isto. E é isto que faz Leonard Cohen grande: um persa português canta um judeu.

 

«Leonard Cohen vence Prémio Príncipe das Astúrias das Letras»

 

 

 

 

 

 

|| Multiculturalismo é one way ticket

por josé simões, em 02.03.11

 

 

 

 

 

|| “Falhou redondamente”

por josé simões, em 18.10.10

 

 

 

Na Alemanha. Na Holanda. Na Suíça. Em Inglaterra. Com uma nuance: não foi o multicultura não-sei-quantos que falhou, o que falhou foi a integração dos povos que professam o Islão. O que confirma a Europa como um clube cristão e remete a discussão para o início: a Turquia na União Europeia.

 

(Imagem de Roland Magunia para a AFP via Getty Images)

 

 

 

 

 

|| Depois não digam que não foram avisados

por josé simões, em 17.10.10

 

 

 

 

 

«Une étude publiée cette semaine montre même que plus de 50% d'entre eux tolèrent mal les musulmans. Plus de 35% estiment que l'Allemagne est "submergée" par les étrangers et 10% que l'Allemagne devrait être dirigée "d'une main ferme" par un "Führer".»

 

 

 

 

 

 

 

|| Multiculturalismo e idiotas úteis

por josé simões, em 07.10.09

 

 

 

Uma Ocidental ser obrigada a usar hijab em terras do Islão é cultura, tradição e religião. A proibição da burka no Ocidente é intolerância, racismo e xenofobia.

 

(Imagem de Ahmad Masood via Reuters)

 

 

 

|| Coisas do Multiculturalismo, e tal

por josé simões, em 02.07.09

 

 

 

Como se não bastasse as mulheres ocidentais terem obrigatoriamente de usar o hijab quando visitam terras do Islão, um dentista do NHS britânico (Serviço Nacional de Saúde) em Bury, Lancashire, obrigava as mulheres a cobrir a cabeça antes de começar os tratamentos (chegando a ter no consultório uma caixa cheia de hijabs para esse fim) e os homens a despojar-se de todo o ouro e jóias.

Só não usavam a burqa porque impedia a passagem dos alicates e da broca; digo eu...

 

Coisas do Multiculturalismo.

 

(Imagem fanada no Le Fígaro)

 

 

 

Coisas do multiculturalismo

por josé simões, em 20.08.08

 

Que não senhor, que não há um choque de civilizações; nem tão pouco uma guerra de religiões; a culpa é toda nossa e mais a nossa islamofobia e a nossa tacanhez; e que não sabemos respeitar as diferenças; e islamofóbicos para aqui e islamofobia para ali; e Europa e clube dos cristãos para acolá e eurocentrismo para acoli.

 

“El Sindicato de Médicos de Egipto, dominado casi en su totalidad por el grupo islamista de los Hermanos Musulmanes, ha decidido prohibir a sus afiliados que practiquen trasplantes de órganos entre cristianos y musulmanes. Cualquier médico que viole la medida y permita ese tipo de operaciones será interrogado y castigado por el Sindicato.”

(Ler mais aqui).

 

Esta, de certeza vai passar ao lado, nos sítios do costume. Ou vai na volta, a culpa é de Israel...

 

(Foto fanada no Chicago Tribune)

 

 

 

Da inteligência

por josé simões, em 27.05.08

 

Quando aqui há uns meses atrás, um energúmeno, que por acaso até ganhou um Nobel da Medicina, veio dizer que os negros eram menos inteligentes que os brancos, caiu o Carmo e a Trindade. Foi um vendaval e tanto!

 

Agora vem um tal de Bruce Charlton afirmar que os ricos são mais inteligentes que os pobres e ninguém ouviu nada…

 

Caro Alkantara, sou levado a concluir que, das duas três: ou somos todos pretos na acepção Watsoniana; ou somos todos ricos na acepção Charltoniana; ou só já nos indignamos porque multiculturalismo oblige, e convém ser politicamente correcto e ficar bem na fotografia, nesta coisa do interracial (termo descaradamente roubado à indústria porno).

 

Resta saber se o grupo dos inteligentes abarca aqueles portugueses, ex-pobres e agora mui nobres e considerados nos bastidores político-partidários, que escrevem empresário antes do nome, cujos nomes me vou abster de referir; que enriqueceram a enganar o próximo, e, cujo pecado menor ainda assim, foi “” terem fugido ao fisco.

 

(Foto de Nicole Chapman)

 

 

 

Coisas do multiculturalismo

por josé simões, em 21.05.08

 

Estava para ali a fazer um zapping, passo pela RTP 1, e vou dar com Catarina Furtado na Cova da Moura, num programa da televisão do Estado em conjunto com a associação lá do sítio, o Moinho da Juventude, cujo objectivo, pelo que me foi dado a perceber, é mostrar através de documentários realizados pelos jovens “da Cova”, que o bairro não é bem aquela imagem que todos temos, e que nos é transmitida todos os dias pelas televisões e pelos jornais – um sítio abaixo de cão.

 

Pergunta Catarina, das razões pelas quais o(s) documentário(s) realizado(s) pelos jovens do bairro, ter(em) tido mais participação de rapazes do que de raparigas. Porque as raparigas estavam todas a trabalhar; foi a resposta.

 

Sem comentários…

 

(Foto de Joseph Magliaro)

 

 

 

Religião de Paz

por josé simões, em 14.04.08

 

O que diria certa esquerda colorida (leia-se multiculturalista) se houvesse uma exposição de armas de guerra numa igreja católica?
Qual seria a reacção dessa esquerda multiculturalista, se houvesse uma explosão numa igreja católica motiva por explosivos que tivessem ficado “esquecidos” depois de acabada a exposição, e provocado a morte a uma dúzia de fiéis e mais duas centenas de feridos, como aconteceu na mesquita de Shiraz no Irão?
 
Pois. O Islão é uma religião de paz, e não a podemos confundir meia-dúzia de radicais, e tal e tal. E todos os dias 24 de Dezembro esperamos ansiosamente pela hora em que um homenzinho barbudo e vestido de vermelho desce pela chaminé para nos trazer os presentes…
 
(Foto via Le Soir)
 
 

O Uniculturalismo e o monólogo intercultural

por josé simões, em 28.02.08

 

«O diálogo intercultural e a valorização da tolerância no país são "fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e coesa", afirmou ontem o ministro da Presidência na cerimónia de lançamento, em Portugal, do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural. "Este desafio é central porque nunca a paz no mundo esteve tão ligada ao desafio do diálogo intercultural", disse Pedro Silva Pereira. Para combater eficazmente a discriminação, o racismo e a xenofobia na sociedade portuguesa, sublinhou, "é preciso vigilância e uma intervenção constante".»
 
Lê-se hoje na página 12 do Público. No mesmo jornal, onde na página 47, Ester Mucznik assina um excelente artigo intitulado “O tão apregoado multiculturalismo não é, demasiadas vezes, mais do que indiferença e condescendência paternalista. O que correu mal?”, que bem podia ser a resposta a Pedro Silva Pereira.
«No mundo democrático ocidental qualquer cidadão pode praticar a sua própria religião, desde que não violente a lei e a liberdade alheia», é a cacha para o artigo de Ester Mucznik. Um princípio simples e que dispensa a “conversa enrolada” do ministro da Presidência, e de outros que nos tentam impingir o embrulho multicultural.
 
O cerne da questão é que, o “diálogo intercultural”, é afinal um monólogo; o “tão apregoado multiculturalismo” só funciona para um dos lados; é de sentido único. Nós por cá, vamos caminhando alegremente de cedência em cedência até à capitulação final; o inevitável regresso à Idade Média.
 
Veja-se, por exemplo, esta notícia:
 
“Argelia expulsa al ex presidente de la Iglesia protestante
El pastor Hugh Johnes vive desde hace 45 años en el país”
 
A razão, segundo o pastor, uma reacção às conversões ao cristianismo:
 
«Johnes sospecha que la decisión "es una reacción a las conversiones de argelinos al cristianismo, sobre todo en Cabilia". "Es un fenómeno llamativo, pero marginal, que no quebranta al islam, religión de Estado".» (Link)
 
Diálogo quê?! Multi quantos?!