"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Ró náldo, como dizem na televisão, que tem uma mulher para cuidar família, da casa, "o que implica muito trabalho”, porque ele não consegue, "os homens não são capazes, honestamente", manifestou interesse em conhecer o agent orange, que também tem mulheres para cuidar de tudo, a troco de dinheiro, e com problemas com o sexo oposto, mal-resolvidos, também a troco de dinheiro, porque tem algo que gostaria de dizer pessoalmente a Trump, algo que ambos partilham. Podemos imaginar, de quem pagou para um filho de mãe incógnita. Dito e feito. Ró náldo, como dizem na televisão, goes to Washington, pela mão do herdeiro da coroa do verdadeiro estado islâmico, aquele onde as mulheres coise, you know what i mean, e Ró náldo, como dizem na televisão, e Trump também sabem. E vai à sombra do passaporte diplomático de Mohammed bin Salman ainda assim não vá a sombra de alguma Kathryn Mayorga lhe cair em cima, mesmo com dinheiro.
Ao contrário da mentira plantada pela alegada ministra do trabalho a pedido dos patrões esta verdade não merece semanas de parlapié e conversa manhosa nas televisões. É só deixar o Luís continuar a trabalhar.
Num painel de 24 - vinte e quatro - 24 oradores conseguiram encontrar espaço para quatro mulheres e um homem de saias. Estão todos de parabéns neste "O Porto da Liberdade".
Neste responso eternamente cantado no Dia Nacional da Igualdade Salarial, este ano que os homens chegam a ganhar mais 18% que as mulheres e que daqui até à passagem de ano as mulheres vão trabalhar de borla, nunca é referido o factor "Contrato Colectivo de Trabalho", para trabalho igual salário igual, posição igual salário igual, categoria profissional igual salário igual, ainda assim as pessoas não desatem a sindicalizar-se em massa, ainda assim as pessoas não desatem a reivindicar o cumprimento do que está escrito no papel.
Lucília Maria das Neves Franco Morgadinho Gago, Procuradora-Geral da República, aos 11 dias do mês de Setembro do Ano da Graça de 2024 em audição perante os deputados na Assembleia da República.
O pormenor está nos corpos das crianças israelitas nunca aparecerem expostos como os das crianças palestinas, como nesta foto de Hatem Ali para a AFP Photo, numa despedida com familiares e amigos só do sexo masculino. Noutras fotos, e imagens nas televisões, as mulheres aparecem na frente, em acções de protesto ou em manifestações de sofrimento, onde até parece que têm vontade própria e são seres humanos, não fora o serem só elas, como nas escolas nos idos do fascismo em Portugal, homens de um lado, fêmeas do outro.
[Na imagem "Relatives pray by the body of Amir Ganan, who was killed in an Israeli airstrike, during his funeral in Khan Younis, Gaza Strip, Tuesday, Oct. 10, 2023". AP Photo/ Hatem Ali]