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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O ministro cagarolas

por josé simões, em 02.01.20

 

 

 

"O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Lisboa, Albert Jaeger, foi a Madrid explicar por que razão é tão difícil a reabilitação económica de Portugal, mesmo depois da aplicação de um programa de ajustamento que durou três anos."

 

Missão do FMI em Lisboa diz que portugueses são fracos a gerir

 

 

"Investigadores temem que esta seja uma das razões para as empresas portuguesas darem pouca importância à formação dos trabalhadores."

 

Trabalhadores portugueses têm mais qualificações que os patrões

 

 

"Portugal é o país da União Europeia onde há mais empregadores e trabalhadores por conta de outrem sem formação secundária e superior. Média da UE é de 17%."

 

Empregadores portugueses são os menos escolarizados da UE

 

 

"O economista do MIT, em Massachusetts, estudou a relação entre a gestão de milhares de empresas de 35 países, incluindo Portugal, com o crescimento económico. A concorrência é fundamental, "mas leva muito tempo até funcionar", diz."

 

Má gestão explica metade da baixa produtividade

 

 

"O ministro dos Negócios Estrangeiros viu-se envolvido numa polémica com a Confederação Empresarial de Portugal, tendo afirmado que um dos principais problemas das empresas portuguesas é a fraquíssima qualidade da sua gestão. "Não quis ofender, se o efeito foi esse só tenho que me penitenciar", referiu em declarações à rádio "TSF"."

 

Augusto Santos Silva pede desculpa e assume que “não queria ofender os empresários portugueses”

 

 

 

 

Dito de outra forma

por josé simões, em 29.12.19

 

Immigrés portugais, Bidonville, 1965 - Gerald Bloncourt.jpg

 

 

É por isto que os trabalhadores portugueses são os melhores do mundo na emigração e que o Saraiva da CIP e o Ferraz da Costa se andam sempre a queixar da baixa produtividade.

 

Um dos problemas das empresas nacionais é "a fraquíssima qualidade da gestão"

 

[Imagem "Immigrés portugais, Bidonville, 1965", Gerald Bloncourt]

 

 

 

 

"o absurdo de uma interpretação literal da lei”

por josé simões, em 31.07.19

 

 

 

Pelo poder legislativo, eleito em listas de partidos políticos em eleições livres e democráticas, "o absurdo de uma interpretação literal da lei”, elaborada para dar alguma transparência e pôr um travão ao absurdo dos negócios, e do fartar vilanagem nas negociatas, dos actores e protagonistas políticos a expensas dos contribuintes e eleitores. Os portugueses gostam de ser gozados?

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 05.04.18

 

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A inversão do ónus da prova em todo o seu esplendor. "Se a Rússia provar que não tem nenhuma responsabilidade seria óptimo". A gente vai fazer de conta que isto não foi dito.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Em pequenino não conta

por josé simões, em 04.08.16

 

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[...] o Governo aprovará antes do fim de Setembro um Código de Conduta para governantes e altos responsáveis da administração pública que terá uma norma "taxativa" sobre a aceitação de ofertas.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Pilatos depois da Páscoa

por josé simões, em 30.03.16

 

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"Confiamos que à luz da legislação aplicável, que é a legislação angolana, o processo seja agora tramitado de forma a que os direitos humanos sejam respeitados, e entendemos que um dos direitos humanos é o direito da oposição por meios pacíficos às autoridades constituídas em qualquer momento"

 

 

 

 

||| Indemnização de guerra

por josé simões, em 20.02.15

 

Rui Machete Federica Mogherini.jpg

 

 

Falou sem o papelinho à frente?


«O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, referiu esta sexta-feira que a troika poderá dever "reparações" a Portugal caso se confirme que as medidas do programa de resgate prejudicaram o país.»


[Rui Machete e Federica Mogherini na imagem]

 

 

 

 

||| Confusão de conceitos

por josé simões, em 02.03.14

 

 

 

Certamente por ainda ser do tempo em que bastava a palavra dada para selar um acordo, Rui Machete confunde o conceito "palavra" com o conceito "dinheiro". «"Não temos razões para duvidar" da palavra da Guiné Equatorial». Até as putas de beira de estrada são mais criteriosas na escolha dos clientes.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

||| O Tonto [Capítulo II]

por josé simões, em 11.11.13

 

 

 

Depois de "o olho do cu e a Feira de Castro", o irrevogável patriota, decerto deslumbrado com a sua capacidade para dizer nada e nada dizer, com profundidade filosófica que impressiona tudo o que é estagiário do microfone esticado à sua volta, regressa com uma comparação ainda mais estapafúrdia, agora em modo “a obra prima e a prima do mestre de obras”:

 

«Portugal vai conseguir, assim como a Colômbia conseguiu ultrapassar a ameaça do terror e do narcotráfico»

 

Mas como, originalmente, o Tonto foi criado para que o Lone Ranger tivesse alguém com quem falar, o irrevogável patriota parecendo que fala não fala, parecendo que responde não responde, salvaguarda-se, resguarda-se [e isso também não é notícia nem sequer novidade], uma vez que o Tonto disse, usando pronomes definidos e indefinidos, regresso aos mercados só com taxas de juro abaixo dos 4,5%, e o Lone Ranger falou na data e no tempo que falta para o fim do programa de assistência financeira, perante o deslumbre embasbacado dos estagiários do microfone esticado à sua volta.

 

 

 

 

 

 

|| PGR abre combate à violação do segredo de justiça

por josé simões, em 30.10.13

 

 

 

«Processo que envolvia PGR angolano foi arquivado dois meses antes das desculpas de Machete»

 

O título do post é de seis meses antes do arquivamento do processo que envolvia o procurador-geral da República angolano, João Maria de Sousa, e de 8 meses antes das declarações do ministro Rui Machete à Rádio Nacional de Angola.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

|| O molusco

por josé simões, em 08.10.13

 

 

 

O ministro Rui Machete, não contente por ter tentado comer os angolanos por parvos com uma curvatura de 180º na espinha dorsal, volta à carga e tenta comer os portugueses pela mesma medida, já com a espinha dorsal erecta entre as talas presidencial e primo-ministerial, demonstrando não entender nada de nada do cargo que ocupa, da alarvidade em que se/ nos meteu, e não percebendo quem é que faz figura de parvo nesta embrulhada. Só há lugar a assassinato político quando há um político envolvido.

 

[Pelo meio falou qualquer coisa sobre fuga ao segredo de justiça, ele que até se ter transferido para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, com a pele de escritório de advogados vestida, foi avençado de um escritório de advogados com acesso privilegiado a informação]

 

[Imagem]

 

Adenda: E se Rui Machete tivesse caído de pára-quedas no Palácio das Necessidades com paga pelos bons serviços prestados "à Pátria" enquanto presidente da Mesa do Congresso do PSD?

 

 

 

 

 

 

|| Alimentar ma[n]chetes

por josé simões, em 06.10.13

 

 

 

«Machete mais não fez do que "pedir diplomaticamente desculpa (e não desculpas diplomáticas) pelas patifarias cometidas pelo Ministério Público e órgãos de comunicação social contra o vice-presidente angolano, Manuel Vicente, e o procurador-geral da República, João Maria de Sousa"

 

"Ao alimentar manchetes e notícias falsas que têm no centro figuras públicas angolanas, o Ministério Público e a procuradora-geral da República, Joana Vidal, puseram-se fora da lei."»

 

O que custa nisto tudo é que o dinheiro dos nossos impostos sirva para alimentar ma[n]chetes, numa primeira fase por via dos negócios milionários para com os escritórios de advogados e, numa segunda fase, num nível mais elevado [e é preciso ter “estudos” para isso], com a transferência do escritório de advogados para dentro do Palácio das Necessidades, enquanto se corta a eito nas pensões de sobrevivência. A Pátria do[s] ma[n]chete[s] nem sequer é a língua portuguesa, é a cor do dinheiro.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Ma[n]chete, o Apaziguador

por josé simões, em 06.10.13

 

 

 

Passos, segurado por Cavaco, segura Machete, que se segura a Passos que se segura a Cavaco. Uma pescadinha de rabo-na-boca. Ou um cante alentejano, o grupo de cantares de de São Caetano à Lapa. Ombros com ombros, todos muito juntinhos, num balancear lento e compassado, monótono mesmo. O ponto dá a deixa, cede lugar ao alto, entrando logo de seguida o coro em que participam também o ponto e o alto. Terminada a estrofe o ponto dá novamente a deixa e o ciclo repete-se as vezes que os intervenientes o desejarem. Todos muito afinadinhos. Todo, bem… excepto Portas, o falsete, um corpo estranho que não cabe na estrutura, com timbre diferente e ressonância conforme o instrumento que lhe calha em sorte.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| "Não há nada de substancialmente digno"

por josé simões, em 04.10.13

 

 

Pedimos desculpa por sermos um Estado de Direito com separação de poderes entre o poder político e o poder judicial. "Não há nada substancialmente digno", nem ninguém com problemas ao nível da espinha dorsal. no Governo da Nação, resume-se tudo a "uma certa podridão de hábitos políticos".

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O Omnipotente, omnipresente, e omnisciente

por josé simões, em 26.09.13