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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"o absurdo de uma interpretação literal da lei”

por josé simões, em 31.07.19

 

 

 

Pelo poder legislativo, eleito em listas de partidos políticos em eleições livres e democráticas, "o absurdo de uma interpretação literal da lei”, elaborada para dar alguma transparência e pôr um travão ao absurdo dos negócios, e do fartar vilanagem nas negociatas, dos actores e protagonistas políticos a expensas dos contribuintes e eleitores. Os portugueses gostam de ser gozados?

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 05.04.18

 

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A inversão do ónus da prova em todo o seu esplendor. "Se a Rússia provar que não tem nenhuma responsabilidade seria óptimo". A gente vai fazer de conta que isto não foi dito.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Em pequenino não conta

por josé simões, em 04.08.16

 

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[...] o Governo aprovará antes do fim de Setembro um Código de Conduta para governantes e altos responsáveis da administração pública que terá uma norma "taxativa" sobre a aceitação de ofertas.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Pilatos depois da Páscoa

por josé simões, em 30.03.16

 

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"Confiamos que à luz da legislação aplicável, que é a legislação angolana, o processo seja agora tramitado de forma a que os direitos humanos sejam respeitados, e entendemos que um dos direitos humanos é o direito da oposição por meios pacíficos às autoridades constituídas em qualquer momento"

 

 

 

 

||| Indemnização de guerra

por josé simões, em 20.02.15

 

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Falou sem o papelinho à frente?


«O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, referiu esta sexta-feira que a troika poderá dever "reparações" a Portugal caso se confirme que as medidas do programa de resgate prejudicaram o país.»


[Rui Machete e Federica Mogherini na imagem]

 

 

 

 

||| Confusão de conceitos

por josé simões, em 02.03.14

 

 

 

Certamente por ainda ser do tempo em que bastava a palavra dada para selar um acordo, Rui Machete confunde o conceito "palavra" com o conceito "dinheiro". «"Não temos razões para duvidar" da palavra da Guiné Equatorial». Até as putas de beira de estrada são mais criteriosas na escolha dos clientes.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

||| O Tonto [Capítulo II]

por josé simões, em 11.11.13

 

 

 

Depois de "o olho do cu e a Feira de Castro", o irrevogável patriota, decerto deslumbrado com a sua capacidade para dizer nada e nada dizer, com profundidade filosófica que impressiona tudo o que é estagiário do microfone esticado à sua volta, regressa com uma comparação ainda mais estapafúrdia, agora em modo “a obra prima e a prima do mestre de obras”:

 

«Portugal vai conseguir, assim como a Colômbia conseguiu ultrapassar a ameaça do terror e do narcotráfico»

 

Mas como, originalmente, o Tonto foi criado para que o Lone Ranger tivesse alguém com quem falar, o irrevogável patriota parecendo que fala não fala, parecendo que responde não responde, salvaguarda-se, resguarda-se [e isso também não é notícia nem sequer novidade], uma vez que o Tonto disse, usando pronomes definidos e indefinidos, regresso aos mercados só com taxas de juro abaixo dos 4,5%, e o Lone Ranger falou na data e no tempo que falta para o fim do programa de assistência financeira, perante o deslumbre embasbacado dos estagiários do microfone esticado à sua volta.

 

 

 

 

 

 

|| PGR abre combate à violação do segredo de justiça

por josé simões, em 30.10.13

 

 

 

«Processo que envolvia PGR angolano foi arquivado dois meses antes das desculpas de Machete»

 

O título do post é de seis meses antes do arquivamento do processo que envolvia o procurador-geral da República angolano, João Maria de Sousa, e de 8 meses antes das declarações do ministro Rui Machete à Rádio Nacional de Angola.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

|| O molusco

por josé simões, em 08.10.13

 

 

 

O ministro Rui Machete, não contente por ter tentado comer os angolanos por parvos com uma curvatura de 180º na espinha dorsal, volta à carga e tenta comer os portugueses pela mesma medida, já com a espinha dorsal erecta entre as talas presidencial e primo-ministerial, demonstrando não entender nada de nada do cargo que ocupa, da alarvidade em que se/ nos meteu, e não percebendo quem é que faz figura de parvo nesta embrulhada. Só há lugar a assassinato político quando há um político envolvido.

 

[Pelo meio falou qualquer coisa sobre fuga ao segredo de justiça, ele que até se ter transferido para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, com a pele de escritório de advogados vestida, foi avençado de um escritório de advogados com acesso privilegiado a informação]

 

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Adenda: E se Rui Machete tivesse caído de pára-quedas no Palácio das Necessidades com paga pelos bons serviços prestados "à Pátria" enquanto presidente da Mesa do Congresso do PSD?

 

 

 

 

 

 

|| Alimentar ma[n]chetes

por josé simões, em 06.10.13

 

 

 

«Machete mais não fez do que "pedir diplomaticamente desculpa (e não desculpas diplomáticas) pelas patifarias cometidas pelo Ministério Público e órgãos de comunicação social contra o vice-presidente angolano, Manuel Vicente, e o procurador-geral da República, João Maria de Sousa"

 

"Ao alimentar manchetes e notícias falsas que têm no centro figuras públicas angolanas, o Ministério Público e a procuradora-geral da República, Joana Vidal, puseram-se fora da lei."»

 

O que custa nisto tudo é que o dinheiro dos nossos impostos sirva para alimentar ma[n]chetes, numa primeira fase por via dos negócios milionários para com os escritórios de advogados e, numa segunda fase, num nível mais elevado [e é preciso ter “estudos” para isso], com a transferência do escritório de advogados para dentro do Palácio das Necessidades, enquanto se corta a eito nas pensões de sobrevivência. A Pátria do[s] ma[n]chete[s] nem sequer é a língua portuguesa, é a cor do dinheiro.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Ma[n]chete, o Apaziguador

por josé simões, em 06.10.13

 

 

 

Passos, segurado por Cavaco, segura Machete, que se segura a Passos que se segura a Cavaco. Uma pescadinha de rabo-na-boca. Ou um cante alentejano, o grupo de cantares de de São Caetano à Lapa. Ombros com ombros, todos muito juntinhos, num balancear lento e compassado, monótono mesmo. O ponto dá a deixa, cede lugar ao alto, entrando logo de seguida o coro em que participam também o ponto e o alto. Terminada a estrofe o ponto dá novamente a deixa e o ciclo repete-se as vezes que os intervenientes o desejarem. Todos muito afinadinhos. Todo, bem… excepto Portas, o falsete, um corpo estranho que não cabe na estrutura, com timbre diferente e ressonância conforme o instrumento que lhe calha em sorte.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| "Não há nada de substancialmente digno"

por josé simões, em 04.10.13

 

 

Pedimos desculpa por sermos um Estado de Direito com separação de poderes entre o poder político e o poder judicial. "Não há nada substancialmente digno", nem ninguém com problemas ao nível da espinha dorsal. no Governo da Nação, resume-se tudo a "uma certa podridão de hábitos políticos".

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O Omnipotente, omnipresente, e omnisciente

por josé simões, em 26.09.13

 

 

|| Ou é assunto para os PALOP ou a capital já é Luanda

por josé simões, em 02.09.13

 

 

 

Ver o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal a falar de "soberania nacional" com a bandeira da República de Angola como pano de fundo.

 

 

 

 

 

 

|| A linhagem

por josé simões, em 29.08.13

 

 

 

Aqui há uns meses, não muitos, por altura da greve dos estivadores e da reforma laboral-estrutural de "uma economia de mercado por mil anos", do ministro que era Álvaro, só, sem doutor antes nem apelido depois, andou a Direita, na blogocoisa e no tuita e no Feice coiso e mais os paineleiros-comentadeiros avençados nas televisões e nos jornais, toda em polvorosa porque o cargo de estivador era hereditário, e que não podia ser, e onde é que já se viu, numa democracia moderna e ocidental e com uma economia aberta e liberal, haver um trabalho braçal pago a mais de mil euros por mês que não fosse ocupado pelo mérito e pela competência?

 

[Na imagem "Armorial Lusitano", Edições Zairol Ld.ª, Lisboa 1961]