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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Os camaradas do Partido Popular Europeu

por josé simões, em 24.08.18

 

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Semanas depois do cónego Melo de Nuno Melo do CDS ter reescrito no Jornal de Notícias a enésima crónica onde fala do comunismo e dos direitos humanos e da Venezuela e de Cuba e do Vietname e dos direitos humanos e da União Soviética e do estalinismo e do trotsquismo e dos direitos humanos e do PCP e do Bloco de Esquerda e da ala do Bloco de Esquerda no PS e dos direitos humanos, o partido comandado por Viktor Orbán, amigo de Duarte Marques do PSD, à frente dos destinos da Hungria e camaradas de bancada de Paulo Rangel do PSD e  do cónego Melo de Nuno Melo do CDS no Parlamentar Europeu, o Partido Popular Europeu:

 

Hungria nega comida a requerentes de asilo com pedidos rejeitado

 

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Verão na praia, 2018

por josé simões, em 28.07.18

 

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Desembarco de una patera en la playa del Cañuelo de Tarifa

 

 

 

 

Descubra as diferenças

por josé simões, em 18.07.18

 

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Uma metáfora de Verão no Mediterrâneo

por josé simões, em 09.07.18

 

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[Pom Pom Floats]

 

 

 

 

Um dia depois do "novo acordo europeu sobre a migração"

por josé simões, em 30.06.18

 

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Podemos ficar descansados que situações destas já não se voltam a repetir, agora passam a morrer lá na outra margem do Mediterrâneo, já não dão à costa, já não os vemos.

 

 

 

 

Chama-se a isto levar por tabela

por josé simões, em 18.06.18

 

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Donald Trump, para exemplificar o que não quer nos Estados Unidos - milhares de imigrantes a assolarem as fronteiras do país todos os dias, invocou a crise migratória que assola a Alemanha [e a Europa], convertida em crise política alemã e, mais cedo que tarde, crise política europeia, a Alemanha e a Europa vítimas directas, por seguidismo político acéfalo e/ ou abstenção e fechar de olhos, dos milhares de refugiados provocados pelas políticas bélicas do amigo 'amaricano', do espalhar a democracia e a economia de mercado pela rosa dos ventos, assentes na mudança de aliados conforme as circunstâncias e os interesses. Chama-se a isto levar por tabela.

 

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Um dia na praia

por josé simões, em 17.06.18

 

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Esta foto na primeira página do espanhol ABC de sábado passado, não fora a imagem de uma tragédia diária, era para rir até às lágrimas num qualquer sketch de uma sitcom britânica. Assim é só o desespero, que leva 6 adultos a fazerem-se ao Mediterrâneo dentro de um barco de borracha, daqueles que compramos no hiper no início do Verão para os nossos filhos brincarem na praia, com instruções gravadas a tinta preta a toda a volta: "usar sob supervisão parental, numero máximo de ocupantes: 2". 

 

 

 

 

A next big thing, a salvação da Europa

por josé simões, em 11.06.18

 

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De certeza há uma, ou duas, ou três, ou várias, boas explicações e/ ou justificações para que um barco com 600 migrantes a bordo venha de Itália para Espanha e faça toda a costa sul de França sem aportar e com a next big thing europeia, e da esquerda do "sentido de Estado", a salvação e o futuro da Europa, Emmanuel Macron, de boca caladinha e sem sequer respirar.

Da França e das merdas que andou a fazer do lado de lá do Mediterrâneo, de braço dado com os bifes e com os 'amaricanos', contra o fundamentalismo e o terrorismo e as armas de destruição massiva e pelo efeito dominó de espalhar a democracia ao redor e os milhares de refugiados na costa sul da Europa e os mortos no Mediterrâneo, de mar nosso a mar deles .

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O resultado de andarmos a "espalhar a democracia" a toque de bomba pelo norte de África

por josé simões, em 15.11.17

 

 

 

"What am I bid?" Undercover footage of a slave auction in Libya, where smugglers sold migrants for as little as $400.

 

People for sale

Where lives are auctioned for $400

 

[Via]

 

 

 

 

Europa, século XXI

por josé simões, em 05.06.17

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Ainda alguém se lembra?

por josé simões, em 02.09.16

 

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Foi no dia 2 de Setembro de 2015, faz hoje precisamente um ano e até tem página na Wikipidéia num porradão de línguas e tudo. Ainda alguém se lembra? Ainda alguém se lembra de Omran e ainda nem 15 dias são passados? E qual é a indignação do dia no intervalo do protesto contra as touradas, o mercado de transferências do pontapé-na-bola caseiro, e a salvação do pitbull que matou um desgraçado que teve o azar de passar ao portão, nessa súcia de acéfalos que dá pelo nome de “redes sociais” e que é o Facebook de todos amplificado pelo Facebook de alguns que andaram numa universidade para ter um canudo de jornalista? "Um dia todos terão direito a 15 minutos de fama" e a uma indignação por minuto.

 

 

 

 

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Tudo como dantes

por josé simões, em 30.08.16

 

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||| Não há limites para a estupidez humana

por josé simões, em 07.03.16

 

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"Estão ali os ciganos à beira do rio em acampamentos de luxo e os portugueses a passarem mal". Telefonema para o programa Opinião Pública na SIC Notícias a propósito da quota de refugiados que Portugal se propôs receber. Os ciganos não são portugueses.


"Vai mas é prá tua terra!". "Prá tua terra vai tu que és alentejano que eu cá nasci em Lisboa". Discussão entre um velho branco e um puto preto a que uma vez assisti no 45 da Carris em Lisboa, ainda nem sequer Durão Barroso tinha servido de mordomo à Cimeira das Lajes.


Não há limites para a estupidez humana.

 

 

 

 

||| Europa, século XXI

por josé simões, em 02.03.16

 

A colossal wall of razor wire and thick fencing now stretches along the Greek-Macedonian border near Idomeni, Greece.jpg

 

A family of refugees wait in the no-man's-land area at the border which is guarded by barbed wire fences. Macedonia has closed its border with Greece, causing a bottleneck among those travelling the Balkan route.jpg

 

 

"A colossal wall of razor wire and thick fencing now stretches along the Greek-Macedonian border near Idomeni, Greece."

 

 

 

 

 

||| Podia ser

por josé simões, em 03.02.16

 

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Podia ser sobre o filho, o neto, o irmão de alguém, podia ser sobre alguém que nunca vai brincar com legos nem sequer chegar à Dinamarca. Podia.