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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

The promised land

por josé simões, em 02.08.21

 

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Homem da Boca Fechada *

por josé simões, em 02.07.21

 

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Undocumented migrants on hunger strike for status in Belgium

 

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* Título do post roubado

 

 

 

 

Brand New Reality

por josé simões, em 01.07.21

 

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The pervasive effect of brands in the European migrant crisis.

 

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Football Moves People

por josé simões, em 26.06.21

 

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Propriedade privada e dinheiros, perdão, direitos humanos

por josé simões, em 01.06.21

 

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Os dir€itos humanos dos proprietários das tábuas que fizeram o bastonário da Ordem dos Advogados saltar da cadeira em Lisboa, meter cunha a Marcelo para furar o bloqueio, e ir a assapar até Odemira fazer peito às balas contra a venezuelização do país, estão definitivamente salvaguardados, com o Estado, o dinheiro dos contribuintes, administrado pelo Partido Socialista, a pagar por 100€ o que no Trivago vale 81€.

 

Uma vitória nossa e do Governo. Conseguimos encontrar um encontro que satisfaz todas as partes.

 

[Trivago via] 

 

 

 

 

Portugal, séc.XXI

por josé simões, em 28.05.21

 

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As pessoas não são contra as estufas, as pessoas são contra o trabalho escravo e não percebem por que razão/ razões os encargos são reflectidos nos custos do trabalho e não na margem de lucro de "empresários" e accionistas.

 

Portugal, séc. XXI, e o sindicatos dos agricultores tem como chefe um proprietário de uma roça de cacau no séc. XIX.

 

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The Promised Land

por josé simões, em 27.05.21

 

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An asylum-seeking migrant man from Venezuela carries an elderly woman as he walks in the water to cross the Rio Grande river into the United States from Mexico in Del Rio, Texas.

 

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E no meio o que é que fica?

por josé simões, em 19.05.21

 

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O islamofascismo do Hamas precisa de Netanyahu assim como o fascista Netanyahu precisa do Hamas.

 

Maomé VI, Marrocos, precisa de Espanha, da União Europeia, assim como Pedro Sánchez, a Espanha, a União Europeia precisam de Marrocos.

 

E no meio, o que é que fica?

 

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The Promised Land

por josé simões, em 19.05.21

 

Un agente de la Guardia Civil rescata a un bebé e

 

 

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Waiting for the sun *

por josé simões, em 18.05.21

 

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Só quem já fez a travessia de barco Ceuta - Algeciras a circular livremente na fila de embarque reservada a cidadãos da União Europeia enquanto vai observando na fila ao lado os marroquinos que são tratados abaixo de cão pela Guardia Civil, encostados à parede, cassetete no pescoço, papéis observados à lupa, inquéritos minuciosos, implicações aleatórias só porque não se gosta da cara, é que percebe.

 

Só quem já fez de carro Perpignan - Málaga no primeiro dia de Agosto a ultrapassar uma caravana ininterrupta de milhares de carros comprados em 4.ª ou 5.ª mão aos franceses pelos marroquinos em migração de férias, com as viaturas apinhadas de família, mais os móveis e electrodomésticos que se levam para a terra em todo o espaço livre e numa construção em altura a desafiar a lei da gravidade, encimada pelo pneu sobresselente porque até esse espaço é necessário para armazenar os brindes do sucesso do seu trabalho em França que se levam aos parentes, é que percebe.

 

Só quem já viu as dezenas, arrisco centenas, da migração no primeiro dia de férias dos 40 e poucos graus de Agosto, parados na beira duma estrada espanhola porque o motor dos carros comprados no limite do abate deu o berro, à espera da assistência em viagem que nunca vai chegar porque é um marroquino ou porque o seguro não cobre e mesmo que cubra nunca vai aparecer porque é um marroquino, é que percebe.

 

Só quem já esteve numa área de serviço da Sierra Nevada numa fila com mais de 50 marroquinos à frente para pagar combustível e, sem dizer nada nem reclamar, vê o espanhol abrir uma caixa registadora, fazer sinal, passar à frente de toda a gente, pagar e a caixa fechar logo de seguida porque é uma caixa especial para europeus, inventou ele naquele momento condoído pela minha espera, é que percebe.

 

É a diferença entre ser português do sul e marroquino, na hierarquia de entre ser europeu do sul e europeu do norte da Europa, e por muita piada que tenham as piadas do regionalismo-futeboleiro.

 

Nem é preciso ir a Marrocos para perceber,

 

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* Título do post

 

 

 

 

Diz que é um partido socialista

por josé simões, em 12.05.21

 

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"O primeiro-ministro explicou, no Parlamento, que o Executivo está a trabalhar em “respostas diferenciadas” para residentes e para trabalhadores sazonais e assegurou que irá garantir “soluções de habitação” para todos os trabalhadores."

 

Estado vai financiar a 100% habitação para famílias residentes em Odemira, diz António Costa

 

Dito de outra forma, o Governo do Partido Socialista vai meter o dinheiro dos contribuintes a financiar a precariedade, os baixos salários e o trabalho semi-escravo. Diz que é um partido socialista.

 

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A questão que se coloca

por josé simões, em 12.05.21

 

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Os migrantes asiáticos vêm para a república do plástico em Odemira fazer o trabalho que os portugueses não querem fazer ou a alternativa considerada era reflectir os custos do trabalho no produto ao consumidor ao invés de reduzir a mais-valia de empresários e accionistas?

 

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Do garrafão de vinho tinto ao bag in box

por josé simões, em 10.05.21

 

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"A agricultura paga bem. Quando tu trabalhas ganhas bónus. Por exemplo, num restaurante pagam 600/ 700 euros por mês, não há bónus não há nada, aqui na agricultura eles podem ganhar bónus e o ordenado chegar a 1000/ 1200 euros, depende do que uma pessoa quer trabalhar" diz no telejornal da televisão do militante n.º 1 um migrante búlgaro trabalhador nos campos de Odemira, todo cheio de si, de certezas e do mirabolante ordenado que são 1200€/ mês a trabalhar 12 horas por dia.

 

No Alentejo, no tempo da 'aceifa', nos idos do fascismo de Salazar e Caetano, o 'manageiro' chegava, metia um garrafão de vinho tinto à frente dos homens, no final da fiada antes de acabar a safra, e dizia "é para o primeiro que chegar aqui", e eles, na sua santa ignorância e no espírito competitivo de ser melhor que o camarada do lado, continuavam desalmadamente a dar à foice até ao pôr-do-sol.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

A "venezuelização" do país

por josé simões, em 07.05.21

 

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Não deixa de ser curioso ver aqueles que mais rejubilam com o julgamento e prisão de José Sócrates serem aqueles que se agarram com unhas e dentes a uma trafulhice de José Sócrates em Reserva Ecológica Nacional e Reserva Agrícola Nacional, ao inventar um PIN para um parque de campismo com capacidade até 1572 campistas e com o reforço da vegetação autóctone e resistente ao fogo, para acabar na chico-espertice das barracas de madeira, em terreno não passível de fraccionamento ou loteamento para construção, cuja licença terminou em 2019 e com a sociedade que explora o lugar a ser declarada insolvente em 2020. Ilegalidades atrás de ilegalidades. Portanto, partindo do princípio de que o Estado somos todos, tenho eu, o outro qualquer cidadão, tanto direito àquela "propriedade privada" como os alegados proprietários que mais não são que os donos das ripas de madeira que pagaram ao chico-esperto que lhes geria o condomínio.

 

Entretanto um mascarado, porta-voz dos barricados na porta do empreendimento à espera da invasão dos tanques do Pacto de Varsóvia [link na imagem], diz na televisão do militante n.º 1 que já falou com alguns dos migrantes, que "estão assustadíssimos e que alguns até já perderam o emprego". Alto e pára o baile. É aqui que todos deviam perceber a importância do contrato de trabalho, da contratação colectiva, dos direitos e garantias. Alguém se imagina na situação de ser despedido por falta ao trabalho numa situação de emergência sanitária e de saúde pública? Sim, nos States. Ou nos programas do Ilusão Liberal e do Chaga.

 

 

 

 

Para bom entendedor

por josé simões, em 06.05.21

 

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Não é apenas explorar a mão de obra imigrante, é tratá-la em termos humanos, tratá-la com a dignidade que vem na Constituição. É muito bonito dizer-se que "não, imigrantes não!" e depois descobrir-se que "imigrantes sim!" quando dão jeito para trabalhar a fazer aquilo que os portugueses não fazem, mas já não dão jeito para terem os direitos que lhes deviam corresponder.

 

Para bom entendedor, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, aos cinco dias do mês de Maio do Ano da Graça de 2021.

 

[Imagem de autor desconhecido]