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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Chama-se a isto levar por tabela

por josé simões, em 18.06.18

 

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Donald Trump, para exemplificar o que não quer nos Estados Unidos - milhares de imigrantes a assolarem as fronteiras do país todos os dias, invocou a crise migratória que assola a Alemanha [e a Europa], convertida em crise política alemã e, mais cedo que tarde, crise política europeia, a Alemanha e a Europa vítimas directas, por seguidismo político acéfalo e/ ou abstenção e fechar de olhos, dos milhares de refugiados provocados pelas políticas bélicas do amigo 'amaricano', do espalhar a democracia e a economia de mercado pela rosa dos ventos, assentes na mudança de aliados conforme as circunstâncias e os interesses. Chama-se a isto levar por tabela.

 

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Um dia na praia

por josé simões, em 17.06.18

 

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Esta foto na primeira página do espanhol ABC de sábado passado, não fora a imagem de uma tragédia diária, era para rir até às lágrimas num qualquer sketch de uma sitcom britânica. Assim é só o desespero, que leva 6 adultos a fazerem-se ao Mediterrâneo dentro de um barco de borracha, daqueles que compramos no hiper no início do Verão para os nossos filhos brincarem na praia, com instruções gravadas a tinta preta a toda a volta: "usar sob supervisão parental, numero máximo de ocupantes: 2". 

 

 

 

 

A next big thing, a salvação da Europa

por josé simões, em 11.06.18

 

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De certeza há uma, ou duas, ou três, ou várias, boas explicações e/ ou justificações para que um barco com 600 migrantes a bordo venha de Itália para Espanha e faça toda a costa sul de França sem aportar e com a next big thing europeia, e da esquerda do "sentido de Estado", a salvação e o futuro da Europa, Emmanuel Macron, de boca caladinha e sem sequer respirar.

Da França e das merdas que andou a fazer do lado de lá do Mediterrâneo, de braço dado com os bifes e com os 'amaricanos', contra o fundamentalismo e o terrorismo e as armas de destruição massiva e pelo efeito dominó de espalhar a democracia ao redor e os milhares de refugiados na costa sul da Europa e os mortos no Mediterrâneo, de mar nosso a mar deles .

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O resultado de andarmos a "espalhar a democracia" a toque de bomba pelo norte de África

por josé simões, em 15.11.17

 

 

 

"What am I bid?" Undercover footage of a slave auction in Libya, where smugglers sold migrants for as little as $400.

 

People for sale

Where lives are auctioned for $400

 

[Via]

 

 

 

 

Europa, século XXI

por josé simões, em 05.06.17

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Ainda alguém se lembra?

por josé simões, em 02.09.16

 

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Foi no dia 2 de Setembro de 2015, faz hoje precisamente um ano e até tem página na Wikipidéia num porradão de línguas e tudo. Ainda alguém se lembra? Ainda alguém se lembra de Omran e ainda nem 15 dias são passados? E qual é a indignação do dia no intervalo do protesto contra as touradas, o mercado de transferências do pontapé-na-bola caseiro, e a salvação do pitbull que matou um desgraçado que teve o azar de passar ao portão, nessa súcia de acéfalos que dá pelo nome de “redes sociais” e que é o Facebook de todos amplificado pelo Facebook de alguns que andaram numa universidade para ter um canudo de jornalista? "Um dia todos terão direito a 15 minutos de fama" e a uma indignação por minuto.

 

 

 

 

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Tudo como dantes

por josé simões, em 30.08.16

 

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||| Não há limites para a estupidez humana

por josé simões, em 07.03.16

 

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"Estão ali os ciganos à beira do rio em acampamentos de luxo e os portugueses a passarem mal". Telefonema para o programa Opinião Pública na SIC Notícias a propósito da quota de refugiados que Portugal se propôs receber. Os ciganos não são portugueses.


"Vai mas é prá tua terra!". "Prá tua terra vai tu que és alentejano que eu cá nasci em Lisboa". Discussão entre um velho branco e um puto preto a que uma vez assisti no 45 da Carris em Lisboa, ainda nem sequer Durão Barroso tinha servido de mordomo à Cimeira das Lajes.


Não há limites para a estupidez humana.

 

 

 

 

||| Europa, século XXI

por josé simões, em 02.03.16

 

A colossal wall of razor wire and thick fencing now stretches along the Greek-Macedonian border near Idomeni, Greece.jpg

 

A family of refugees wait in the no-man's-land area at the border which is guarded by barbed wire fences. Macedonia has closed its border with Greece, causing a bottleneck among those travelling the Balkan route.jpg

 

 

"A colossal wall of razor wire and thick fencing now stretches along the Greek-Macedonian border near Idomeni, Greece."

 

 

 

 

 

||| Podia ser

por josé simões, em 03.02.16

 

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Podia ser sobre o filho, o neto, o irmão de alguém, podia ser sobre alguém que nunca vai brincar com legos nem sequer chegar à Dinamarca. Podia.

 

 

 

 

||| O erro

por josé simões, em 01.02.16

 

Nova foto de uma criança síria morta na costa da

 

 

O erro, grosseiro, da imprensa ocidental que induz em erro os leitores e telespectadores é considerar que há uma "nova foto de uma criança síria morta na costa da Turquia". Não. É sempre a mesma foto, com a mesma criança, com roupas diferentes e de cor diferente em diferentes praias, é o filho de alguém ou, como dizia um destes dias um telefonema para o Opinião Pública na televisão do militante n.º 1, "se começassem a pôr bombas no meu bairrro e na minha cidade também pegava na minha família e fugia para outro lado".

 

 

 

 

||| Cosette

por josé simões, em 24.01.16

 

Banksy Cosette Miseráveis embaixada França UK.jp

 

 

[French embassy, London]

 

 

 

 

||| Tudo numa imagem

por josé simões, em 21.12.15

 

Guardian photographer of the year 2015 Yannis Behr

 

 

Guardian photographer of the year 2015: Yannis Behrakis

 

 

 

 

||| Entretanto em Calais...

por josé simões, em 11.12.15

 

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«À Calais, Banksy rappelle que Steve Jobs est le fils d'un migrant syrien»


[Via]

 

 

 

 

 

 

||| Da tradição

por josé simões, em 13.11.15

 

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Encher os bolsos de ditadores corruptos com dinheiro dos contribuintes europeus.


«Fundo de 1,8 mil milhões tem como objectivo criar condições nos países africanos para que menos pessoas queiram partir para a Europa»


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