"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Desde que a banda ciber-punk [o que quer isso signifique] equacionou um dia vender as espiras de silêncio que separam as faixas nos discos de vinyl à Coca-Cola para ser preenchida com jingles de publicidade, já nada me surpreende. Os Mothers of Invention já tinham avisado nos idos de 60 que We're Only in It for the Money. É a POPização da vida pública e dos espaços públicos, ou se preferirem, o poder das marcas.
Desde que não me pintem o Estádio da Luz de verde para ganhar uns cobres com as cores de algum banco manhoso…
[Imagem vinyl single Sigue Sigue Sputnik - Love-Missile-F1-11)
É um comercial da treta, grande como uma telenovela TVI, e com uma música de fazer perder a paciência a um santo. Agora como golpe publicitário é excelente: colocar a partir de agora um país inteirinho a falar na cadeia de supermercados e a olhar voluntariamente para a televisão à procura do “tal anúncio” é obra. É sim senhor.
«Les logos sont autant de reflets des grandes et petites sagas des entreprises que celui de la formalisation de l’évolution des styles graphiques. La nouvelle version du logo de Xerox (en volume comme il se doit maintenant) (...) donne l’occasion de revisiter l’histoire des logos. (...)Alex à retracé dans un post complet l’évolution des grandes entreprises comme Adobe, Apple, Canon, Microsoft, etc… »