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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

The Crow

por josé simões, em 16.05.22

 

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A bird sits on a cross amid newly-made graves at a cemetery in the settlement of Staryi Krym outside Mariupol, Ukraine. Reuters/ Alexander Ermochenko

 

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War, What Is It Good for? Absolutely Nothing. Capítulo 43

por josé simões, em 12.05.22

 

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Inferno

por josé simões, em 10.05.22

 

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Elderly woman Dina, from Mariupol, reacts after arriving in a car at the evacuation point in Zaporizhzhia, Ukraine, 02 May 2022

 

 

 

 

Querido diário

por josé simões, em 07.05.22

 

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Desde dia 24 de Fevereiro, os meus dois cães morreram :( e a minha avó Galya :( e a minha cidade favorita Mariupol

 

Diário de uma criança de 8 anos de Mariupol, Ucrânia.

 

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The Song Remains The Same

por josé simões, em 21.04.22

 

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A record player is seen inside an apartment building destroyed in the southern port city of Mariupol, Ukraine, April 19. Reuters /Alexander Ermochenko

 

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Crianças

por josé simões, em 17.03.22

 

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"Crianças" escrito em cirílico à frente e atrás do Teatro de Mariupol de modo a ser visto do ar pelos aviões. Não impediu a sua destruição quando albergava, suponha-se, entre 1 000 a 1 200 mulheres e crianças no seu interior, 500 segundo a Human Rights Watch, 1 000 confirmados, segundo o El Mundo que cita a Interfax-Ukraine.

 

È il testo di due messaggi, scritti a caratteri cubitali in cirillico sul terreno accanto al teatro di Mariupol, catturati dalle immagini satellitari prima che la struttura, diventata rifugio per gli sfollati, fosse bombardata. Secondo le autorità locali, all'interno c'erano centinaia di persone. C'è chi indica un numero terrificante: 1.200. Sono pezzi di informazione difficili da verificare. Secondo Belkis Wille, referente di Human Rights Watch, al momento dell'attacco il teatro ospitava almeno 500 civili.

 

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"base de extremistas ucranianos"

por josé simões, em 10.03.22

 

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A Rússia, ao bombardear indiscriminadamente tudo o que respira à face da terra, desde áreas residenciais a infantários, passando por escolas e hospitais, mostra que o objectivo primeiro e único desta invasão é a destruição de todas as infra-estruturas da Ucrânia, escondida atrás da treta da "desnazificação" e do "grupo Azov", abundantemente papagueada na União Europeia pelos idiotas úteis de serviço.

 

Lavrov diz que hospital bombardeado em Mariupol era base de extremistas ucranianos

 

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