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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

As ratazanas de esgoto

por josé simões, em 27.04.19

 

 

 

Um ex juiz, activista político, sem respeito pelo Estado de direito e pela presunção da inocência até à condenação em tribunal e trânsito em julgado, vem ao país dos bardamerdas, como ministro da Justiça de um país estrangeiro, fazer comentários e tecer considerações sobre o sistema judicial e de justiça de um país soberano sem que as ratazanas de esgoto, que são, mostrem grandes sintomas de urticária. Já o bloco do Bloco de Esquerda na manif do 25 de Abril a cantar que o lugar de Bolsonaro é ao lado de Salazar, o que, em abono da verdade, até o próprio não deve desdenhar, isso é que não pode ser, isso é que é sintoma grave de anti-democracia e desrespeito por um país soberano.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O meu biombo é mais bonito que o teu

por josé simões, em 11.02.19

 

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A verdade é que se Carlos Costa não tem sido o biombo da direita radical PSD/ CDS na resolução bancária ao BES já os ditos aqui andavam, nas "redes" e nas avenças semanais nos jornais e televisões, há muito a invocar a sua nomeação pelo Sócras para Governador do Banco de Portugal e que era tudo farinha do mesmo saco, à imagem do que aconteceu com Vítor Constâncio.

 

Bloco pressiona Costa para demitir governador de Banco de Portugal

 

 

 

 

Em 5 minutos

por josé simões, em 12.11.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

O imposto Pedro Mortágua

por josé simões, em 20.09.16

 

 

 

[Aqui]

 

 

 

 

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Estamos todos bem

por josé simões, em 19.09.16

 

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Quarta semana do mês de Setembro do ano de 2016 e andamos todos a debater o que é ser rico em Portugal.


Estamos todos bem, pobres e remediados incluídos.
Parabéns à direita radical que consegue sempre definir a direcção do carreiro.


[Imagem]

 

 

 

 

Assim soou a Venezuela, Nicolás Maduro e miséria

por josé simões, em 19.09.16

 

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Podia Mariana Mortágua ter dito "há que ir buscar o dinheiro do contribuinte, que não há para pagar a saúde, a educação, as reformas e pensões e a sustentabilidade da Segurança Social, mas que foi usado para resgatar bancos e manter o statos quo de gerações de uma elite que, não só acumula riqueza, como vampiriza riqueza", que tinha soado muito melhor e toda a gente percebia. Assim soou a Venezuela, Nicolás Maduro e miséria e a direita radical aproveita.


[Imagem]

 

 

 

 

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||| E como é que a gente explica isto?

por josé simões, em 28.04.15

 

O Rapaz dos Passarinhos Américo Ribeiro.jpg

 

 

Que alguns dos principais beneficiários da democratização das creches e infantários e do pré-escolar, da escola pública até ao 9º e depois até ao 11.º e depois até ao 12.º e do ensino superior para todos, independentemente das origens e da classe social de cada um, filhos do fim do marcelismo ou filhos do início da revolução, antes com o destino traçado à nascença, pé-descalço e ranho pelo nariz, bê-à-bá e um mais um igual a dois até à terceira classe, à pá sóce vai mazé trrrabalharr malandrrre qué pá apreenderres a serrr um home, sejam agora dos mais ideologicamente empenhados na destruição do Estado social e do ensino público que lhes proporcionou as ferramentas e o conhecimento para viverem agora no bairro onde está o clube de ténis que já não é elitista, também ele democratizado. Continua a ser um à pá sóce vai mazé trrrabalharr malandrrre qué pá apreenderres a serrr um home  mas um à pá sóce vai mazé trrrabalharr malandrrre qué pá apreenderres a serrr um home, com estudes, muites estudes du canude e muta ignorrrancia da bagage.


Pode até ser que sim, mas não é só isso: "O que nós precisamos é de creches".


[Na imagem "O Rapaz dos Passarinhos que apregoava "Quem meeeeeeerca os pássaros?"" do insigne fotógrafo setubalense Américo Ribeiro]

 

 

 

 

||| A star is born

por josé simões, em 27.03.15

 

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«The 28-year-old member of the Left Bloc, Portugal’s equivalent to Greece’s anti-austerity Syriza party, has been catapulted into the limelight with her single-minded pursuit of those responsible for the country’s biggest corporate collapse in a generation. Her pithy and direct questioning in a parliamentary inquiry into the failure of Banco Espirito Santo SA and a group of associated family-controlled businesses has made her something of a local hero.


“I used to stay awake until 3 a.m. or 4 a.m. trying to put all the pieces together,” said Mortagua, who is often seen walking around Portugal’s Parliament building in a dark outfit and Converse All-Star sneakers.


Her homework has paid off. The average daily viewership of Portugal’s Parliament Channel, which broadcasts the hearings, rose 45 percent in the first two months of this year compared to the same period in 2014, according to market research company Mediamonitor and GFK. A YouTube video featuring Mortagua during the inquiry received more than 200,000 hits. Her Facebook page won’t allow any new friend requests after reaching the 5,000 limit.»

 

 

 

 

||| Ele a fazer-se de desentendido

por josé simões, em 09.09.14

 

 

 

A questão colocada pela deputada Mariana Mortágua ao vice-primeiro-ministro Paulo Portas, "Como é que a troika não deu pelo BES?", e  que o vice-pantomineiro Paulo Portas logo tratou de devolver à deputada Mariana Mortágua, "Como é que a troika não deu pelo BES?", falha na forma como foi elaborada e colocada e que devia ter sido: "Como é que a troika, vinda do "nada" e poucos dias após ter caído de para-quedas na Portela, já tinha um "caderno de encargos" elaborado, minucioso e detalhado ao ponto de ir desde os administradores das malfadadas fundações até aos pacemaker usados nos hospitais passando pelos rolos de papel higiénico da casa de banho de uma qualquer subsecretaria de Estado do ministério da ida ao pote, e o BES lhe passou ao lado? Se calhar por ter havido um "lapso involuntário" da parte dos homenzinhos do "sentido de Estado" a caminho do ministério das Finanças, naquele frenético leva e trás de segredinhos aos ouvidos do "senhor olhos azuis", imbuídos da responsabilidade de "haver dinheiro para pagar salários e pensões" mas  não querendo fazer muitas ondas esquecidos sobre o pagamento do salário e da pensão do líder e mais contribuições avulsas com nomes de trocadilhos de anedotas brejeiras.

 

 

 

 

 

 

||| O défice como mecanismo de controlo social

por josé simões, em 05.09.14

 

 

 

[Ler mais]

 

 

 

 

 

|| O Sistema

por josé simões, em 06.03.12

 

 

 

Incapaz de subverter "O Sistema", ou de sequer pensar em subverter [educação católica, família "da situação" / educação "na situação", família católica], limita-se a jogar o jogo consoante as regras que lhe são ditadas, sem nunca questionar os regulamentos nem quem faz os regulamentos.

Sempre assim foi, não é defeito é feitio, é a natureza das coisas, e é também por isso que, com mais ou menos "primaveras marcelistas" de aberturas à Esquerda, o professor nunca receberá o meu voto.

 

«"em muitos aspectos o sistema é o que é", mas considerou que "no quadro desse sistema" é preciso "não ir para posições que seriam questionáveis"»

 

[Imagem de Alex Beker]

 

 

 

 

 

 

|| Alexander Sack [*] revisited

por josé simões, em 03.03.12