H. G. Wells
Há muito muito trabalho que se faz em contexto de invisibilidade
Maria Lúcia Amaral, alegada ministra da Administração Interna aos 30 dias do mês de Dezembro, Anno Domini 2026
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Há muito muito trabalho que se faz em contexto de invisibilidade
Maria Lúcia Amaral, alegada ministra da Administração Interna aos 30 dias do mês de Dezembro, Anno Domini 2026
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A zona centro do país revirada do avesso: casas, infra-estruturas, serviços públicos; sem água, luz, comunicações, internet. Ministério da Administração Interna não existe. Ou então existe e está a dedicar 70% do seu tempo a resolver os problemas, como a sua colega da Saúde. Ou seja, anda à nora feita barata tonta. O primeiro-ministro visita Leiria e gagueja enquanto inventa em directo para as câmaras de televisão e "o Governo vai avaliar", a fazer um esforço tremendo para conter aquele permanente sorriso de gozo na cara. Santana Lopes, na Figueira da Foz, lamenta não ter sido contactado por ninguém, nem do Governo nem da Presidência, só por António José Seguro, candidato presidencial, que visitou Leiria sem dar badalo a ninguém, um dia antes do primeiro-ministro, e do outro candidato, o taberneiro, que mobilizou tudo o que era televisão para o circo. Para grande surpresa nossa não foi visto a amanhar um telhado ou a endireitar um poste de alta tenção. Ainda no registo presidencial, tempo ouve em que Marcelo, durante as catástrofes, estava em todo o lado ao mesmo tempo, acampado nas televisões, a pressionar ministros. Agora está de abalada, com a sua mission accomplished de deixar o país entregue aos seus. Imaginemos estes incompetentes à frente do país durante a Covid, imaginemos. Porque pode ser pior, um terramoto como o de 1755, uma guerra. Imaginemos.
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Cocó, Ranheta e Facada, os três da vida airada, cobardemente escondidos atrás de um secretário de Estado.
[O facada todos sabemos quem é]
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Carlos Moedas não pediu uma reunião com carácter de urgência ao ministro das Infraestruturas e Habitação devido à explosão de bairros de barracas na Grande Lisboa, um problema real e urgente a que o poder político tarda em dar resposta. Não. Carlos Moedas pediu uma reunião com carácter de urgência à nova ministra da Administração Interna devido à situação de insegurança e violência vividas na cidade, um problema que não existe, constantemente desmentido pelos relatórios e pela chefias das várias polícias. O título do post é roubado ao livro do outro porque a direita sempre foi excelente em manipular percepções para esconder a realidade fruto da sua incompetência.
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Em resposta ao PS dizer que lhe fazia confusão alguém sair da Provedoria de Justiça directamente para ministra da Administração Interna, Hugo Soares respondeu que nunca fez confusão ao PS tirar ministros do Governo para irem para entidades reguladoras ou para o Banco de Portugal. Hugo Soares é de uma riqueza argumentativa de fazer chorar as pedras. Nós fizemos mas eles antes de nós também já fizeram e fizeram ainda pior, segundo o seu alegado raciocínio. Hugo Soares faz lembrar os trauliteiros anónimos do pontapé-na-bola de plantão às redes, por cada entrada de pé em riste às canelas, por cada golpe de kung fu, por cada bola que passa mas fica o homem, por cada pisão na cabeça dado por um jogador do Sporting há uma situação exactamente igual anteriormente por um jogador do Benfica que a justifica. Viva o Matheus Reis! Se calhar é a vocação certa para para o líder parlamentar laranja, hooligan chefe de claque, não requer grande inteligência, basta ter alguma memória e muito whataboutism. O Hugão, temos homem.
[Imagem de autor desconhecido]
Ia uma fulana, alegremente ao volante do seu carro, a ouvir música do rádio em altos berros quando, subitamente, vê a transmissão interrompida pela informação de trânsito "Senhores automobilistas interrompemos a emissão para informar de que neste momento circula um veículo em contramão na A1" e pensou para com os seus botões "Vai um em contramão?! Vão todos!!!".
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