Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Sexta-feira 13

por josé simões, em 13.11.20

 

horror-friday-the-13th-movie-poster-1980.jpg

 

 

"Oficialmente, a direção nacional do PSD não teve nada a ver com o acordo alcançado com o Chega nos Açores. Oficialmente, o entendimento cingiu-se ao plano regional. Oficialmente, Rui Rio e André Ventura não se articularam acerca das negociações.

PSD e Chega acertaram entendimento político ao mais alto nível, em Lisboa. Comunicado em que Ventura anunciou o entendimento final foi limado pelos sociais-democratas."

 

Direção de Rio negociou acordo dos Açores com Ventura

 

 

"O único problema passou a chamar-se Chega e não foi valorizado nem por Pedro Catarino nem por Marcelo Rebelo de Sousa ao ponto de entenderem que a solução de Governo apresentada pela coligação PSD/CDS/PPM (e que conta com o apoio do partido de André Ventura e do IL) devia ser rejeitada."

 

Marcelo concordou com solução para os Açores

 

[Imagem]

 

 

 

 

Erro no decreto presidencial

por josé simões, em 05.11.20

 

decreto presidencial.png

 

(imagem do decreto presidencial)

 

 

"Senhor presidente da República, eminente jurista da Faculdade de Direito de Lisboa,

 

O conceito "colaborador" não existe em Direito Laboral em Portugal. "Colaborador" é um conceito que não consta do Código do Trabalho nem da jurisprudência judicial relativa aos contratos de trabalho por conta de outrem. Pior: encaixa na tentativa ilegal e fraudulenta de "transformar" trabalhadores em falsos prestadores de serviços.

 

Legalmente, não há, pois, "colaboradores": há trabalhadores, assalariados, funcionários (se o forem), operários (se o forem), ou outra expressão. Não há contratos de "colaboração": há contratos de trabalho. Trabalhador não é um conceito marxista: é uma realidade, prevista na lei.

 

E que, por isso, senhor presidente da República, agradece-se que corrija esse erro no borrão de decreto presidencial, sob pena dessa disposição não se aplicar a ninguém, senão aos "bujos", "sabujos", "colaboracionistas" e outras pessoas menos rectas, que não os trabalhadores.

 

Como vê, ele há erros que vêm por bem e há quem escreva direito por linhas tortas e nem é Deus."

 

João Ramos de Almeida no Ladrões de Bicicletas

 

 

 

 

Marcelo In The Sky With Diamonds

por josé simões, em 03.11.20

 

Slinkachu.jpg

 

 

Marcelo entrevista António José Teixeira. Depois do Monólogo do Vaqueiro por Gil Vicente o Monólogo do Marcelo por Marcelo. Conversas em Família. Marcelo finge não ouvir as perguntas para não perder o fio ao monólogo. O gajo que foi eleito depois de anos a dizer coisas aos portugueses diz que  os portugueses não perceberam o que ele quis dizer quando falou em país "milagre" da Covid. Marcelo diz treuze. "Mesmo o Churchill que ganhou a guerra foi corrido a seguir". Marcelo In The Sky With Diamonds. Marcelo em modo conferências de imprensa do Pal Bent quando era seleccionador nacional, ninguém se lembra como começou nem do que foi dito enquanto durou. Para a próxima entra Vasco Parvalhim do Joker para conduzir a entrevista, é como o Tiririca, pior não fica.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Errol Flynn contra os malfeitores

por josé simões, em 20.09.20

 

captain-blood-1935-001-errol-flynn.jpg

 

 

Diz Marcelo Rebelo de Sousa que que está «"feliz" por assistir, durante o seu mandato, "a passos da justiça portuguesa em inúmeros casos relevantes", nomeando a Operação Marquês, o Caso BES, Tancos e agora Operação Lex». "Durante o seu mandato". Como se tivesse alguma coisa a ver com isso, como se fosse a seu mando que a justiça passou a andar a toque de caixa, schnell! schnell! Como se o Presidente da República fosse tido e achado no desenrolar dos acontecimentos no Estado de direito democrático da separação de poderes.

 

Diz que fake news é com o Trump e que populismo é com o Ventas do Chaga.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Acabou a Festa do Avante!

por josé simões, em 07.09.20

 

marcelo.jpg

 

 

Acabou a Festa do Avante! e com ela os riscos para a saúde pública por via da propagação do vírus no desrespeito pelas [boas] regras do distanciamento social.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 05.09.20

 

circo mundial.jpg

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, a picareta falante especialista em tudo o que respira à face da terra, e debaixo de água também, depois de semanas a criar percepções nas pessoas sobre os muitos milhares que devem marcar presença na Feira do Livro, de outros tantos milhares que devem rumar ao Algarve para a Formula 1, e dos milhares que se devem manter o mais longe possível da Quinta da Atalaia, aparece a dizer que não é especialista em regras sanitárias e que a percepção que tem é que as pessoas têm uma percepção negativa sobre a Festa do Avante! . E isto é a política politiqueira elevada a um nível acima do nível da política politiqueira inventada e cultivada pelo especialista Marcelo.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Ainda sou do tempo de Marcelo ir à Festa do Avante!

por josé simões, em 30.08.20

 

Miss Bugs - Do no harm ice lolly (Yellow Blades).j

 

 

Marcelo, o "supremo magistrado da Nação", fez figura de __________ na inauguração da feira do livro no Porto, interpelado por uma cidadã a filmar-se para ser filmada - no futuro todos vão querer os seus 15 minutos de anonimato, enquanto gastava os seus 15 minutos de fama num ror de lamurias, com mentiras à la Chega à mistura - o não aumento do salário mínimo nacional que foi aumentado pela primeira vez em muitos anos durante os anos da 'geringonça'.

 

Marcelo, o "supremo magistrado da Nação", fez figura de __________ na inauguração da feira do livro no Porto; Marcelo, o "supremo magistrado da Nação", foi apanhado desprevenido, ou Marcelo, o "supremo magistrado da Nação", que inventa menus de degustação com sopas de nome franciu, fez figura de ___________ consciente da figura de ___________ que estava a fazer?

 

Marcelo, o "supremo magistrado da Nação", e a vida negra que António Costa vai ter no segundo mandato de Marcelo, como "supremo magistrado da Nação", e os sapos que vai ter engolir todos os dias com o apelo ao voto que fez.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 07.07.20

 

1927-felix-adler-clown.jpg

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente de todos os portugueses, apelou a que os indígenas passem férias no sul do país, que as outras regiões não estão necessitadas nem com a restauração e a hotelaria com a corda no pescoço e com o desemprego e a miséria a espreitar. No Algarve dos preços baratos, não fosse em Espanha serem ainda mais baratos, mesmo incluindo a gasolina para a deslocação e as portagens que não se pagam. No Algarve das ementas escritas em inglês, beef, french fries, bull fight, sports giant screen full HD, ex-rooms - chambres - zimmers. Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente de todos os algarvios

 

¿Por qué no te callas?

 

[Imagem]

 

 

 

 

¿Por qué no te callas?

por josé simões, em 04.07.20

 

Icy & Sot.jpg

 

 

"[...] Quando se está em baixo precisa-se dos outros. Quando se está no alto - ou quando se pensa que se está no alto - às vezes esquecem-se os outros"

 

Marcelo diz que Portugal já apoiou Reino Unido no passado

 

[Imagem]

 

 

 

 

Portugal dos pequenitos

por josé simões, em 18.06.20

 

samar baiomy.jpg

 

 

O nacional-parolismo de um Presidente da República que convoca um Conselho de Ministros extraordinário para o palácio presidencial, com a presença dos representantes do pontapé-na-bola nacional, para celebrar a conquista de uma final da Champions na capital, e com a exaltação de um dos instrumentos da meritocracia nacional de uso corrente - a cunha, o presidente da Federação é vice na UEFA e o organizador da prova um tuga de gema, Marcelo dixit, o edil Medina aplaude, a companhia aérea de bandeira já está a bombar às portas de Portugal enquanto sobrevoa a paisagem.

O nacional-parolismo do primeiro-ministro que a dedica aos profissionais de saúde, "um prémio merecido" por se terem sacrificado, a vida, a família, as férias, as folgas e os tempos livres, na luta contra a pandemia em defesa da saúde pública, amanhã as pitonisas do Costa explicam a relação entre uma coisa e outra, entre o dever do distanciamento social e manadas de hooligans a consumir álcool e a cuspirem-se uns aos outros;

A nacional-irresponsabilidade da Direcção-Geral de Saúde, convertida em Direcção-Geral do Poder Político, "quantos mais visitantes, melhor será para o país", que venham muitos, os civilizados da bola, que já fechámos os bares do Jamaica e andamos em cima de festas privadas e ajuntamentos nas ruas com pessoas que não sejam da mesma família.

 

Do que é que nos queixamos concretamente?

 

[Imagem]

 

 

 

 

Beijinhos e abraços

por josé simões, em 29.05.20

 

marcelo bairro jamaica.jpg

 

 

Foi há tanto tempo que parece que foi ontem, Marcelo no Jamaica, "um bairro tão português" como os outros, porque quando contacta portugueses não pede "cadastro criminal, nem o cadastro fiscal, nem o cadastro moral", pede o "cadastro higiénico", por causa do canastro, porque tornar a meter lá os chispes metam os jornalistas que são malucos e pagos para isso, que ele é mais verificar condições de higiene em hotéis, muito estritas", com "desinfeção permanente", cama lavada e rabinho com água das malvas, aquela planta que nos bairros pobres de Marrocos apanham para fazer uma sopinha e que em Jamaica, Seixal, com despedimentos, confinamentos e outros entos desta vida, para lá caminha, não a do hotel, a outra.

 

Aaaah, e comprem livros, muitos, não numa qualquer livraria "independente", "exemplo de resistência", porque ler faz bem à saúde e com esse acto investem em conhecimento, que não ocupa espaço, ao mesmo tempo que dão emprego a um ror de gente e contribuem para o PIB, mas nesta, na Barata, façam execursões, dentro das regras do distanciamento social nos autocarros e comboios, que o senhor Barata agradece. Percebem porque é que Marcelo nunca veio, por exemplo, a uma livraria de Setúbal, daquelas que fecharam ainda antes da pandemia e porque é que o circo é sempre no Natal?

 

 

 

 

Da democracia interna no PS

por josé simões, em 19.05.20

 

Ryan Travis Christian.jpg

 

 

A direcção do PS considera inaceitáveis as críticas de Ana Gomes sobre a democracia interna no partido. Registe-se: a direcção do PS não acha inaceitável o secretário-geral do partido na pele de primeiro-ministro lançar, unilateralmente, a recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa numa fábrica alemã. Não. Inaceitáveis são as críticas de Ana Gomes. E fez questão de sair a terreiro para confirmar essas mesmas críticas.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O circo nunca acaba

por josé simões, em 04.05.20

 

1 (52).jpg

 

 

Marcelo, 71 anos de idade, ignorando o dever cívico do confinamento, depois de avisar as televisões desce alegremente o Chiado para ir às compras e para perorar sobre o distanciamento social na manif do 1.º de Maio.

 

[Imagem]

 

 

 

 

A quarentena fica-te tão bem...

por josé simões, em 26.03.20

 

covid-19-doormats.jpg

 

 

Ver Marcelo, com ar de sonso e olhar vazio, a falar com três meses de antecedência das comemorações do dia de Portugal, este ano em modo Cavaco Silva no 5 de Outubro, à porta fechada, e ainda a perorar sobre o 10 de Junho de 2021, em como vai falar com o seu sucessor, caso não seja candidato, ou com ele próprio, caso seja reeleito, sem ninguém lhe ter perguntado nada e sem que alguém esteja a ponta de um chavelho minimamente preocupado com isso. Foram quatorze dias de sossego em que quase se ouvia cantar os passarinhos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

E quando precisávamos de um Presidente sai-nos uma rifa

por josé simões, em 18.03.20

 

please-dont-kiss-me.jpg

 

 

Regressado da clandestinidade em Cascais para onde tinha fugido com medo dos próprios medos, depois de duas semanas a ver pela televisão a vida continuar, dentro das condicionantes, na maior das normalidades, regida pela auto-disciplina a que os portugueses se propuseram e com uma única voz de comando, discreto, na hierarquia do Estado, a do primeiro-ministro, Marcelo, de quem ninguém sentiu a falta, [re]aparece apostado em retomar o seu desporto favorito desde que foi eleito: condicionar a acção governativa, ao mesmo tempo que ensaia uma justificação para a sua fuga, lavar a cara aos olhos dos portugueses com um "estado de emergência" que nada, mas nada, o justificava nesta altura dos acontecimentos. E quando precisávamos de um Presidente sai-nos uma rifa.

 

[Imagem]