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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Sair melhor que a encomenda

por josé simões, em 12.06.19

 

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Marcelo queria dizer coisas [é mais forte que ele] mas como não podia dizer as coisas que queria dizer industriou o Tavares para dizer o que ele, o Marcelo, não podia. Só que o Tavares padece do mesmo problema do Marcelo, tem de dizer coisas, em vox pop "tem gosto o burro em ouvir o seu zurro", também é mais forte do que ele e além disso é pago para dizer e se não disser é esquecido e deixa de poder dizer, ou passa a dizer anonimamente, o que vai dar no mesmo, e deixa de receber, a tal da meritocracia. E, neste circulo vicioso do Tavares dizer coisas que o Marcelo diz mas que não pode dizer, alguma vez o circuito havia de ser desmontado pela encomendado que saiu melhor. Apanha-se mais depressa um Marcelo, ou um Tavares, para o caso tanto faz, que um coxo.

 

João Miguel Tavares: “Se eu fui o Éder deste 10 de Junho, o Presidente Marcelo foi o meu Fernando Santos”

 

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Marcelo legislador

por josé simões, em 13.04.19

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 31.03.19

 

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A Ordem do Infante "visa distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal, no país ou no estrangeiro, ou serviços na expansão da cultura portuguesa, da sua História e dos seus valores". É a cara do Zeca Mendonça.

 

Presidente condecora ex-assessor com Ordem do Infante

 

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O Presidente vai nu!

por josé simões, em 23.03.19

 

Alvy Singer (Woody Allen) in the psychiatrist's chair, in the film Annie Hall.png

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, frantic [em inglês soa melhor] numa das suas omnipresenças, à saída do edifício da Reitoria da Universidade do Porto para os jornalistas, que lhe apetece partir já para Moçambique mas que não o pode fazer sem ser convidado pelo homólogo moçambicano. O Presidente está doente e ninguém tem coragem de lhe dizer.

 

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Terça-feira gorda

por josé simões, em 05.03.19

 

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[Caretos de Podence no Facebook]

 

 

 

 

"Senhor Presidente, condena a violência no bairro Jamaica?"

por josé simões, em 05.02.19

 

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"Senhor Presidente, condena a violência no bairro Jamaica?", pergunta a líder do CDS, Procissão Cristas, depois de ter publicamente declarado o apoio à recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa.

 

[Imagens]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 30.01.19

 

Bing Crosby as a clown for the St. John's Hospital benefit.jpg

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República em 2019, está decidido a vetar uma Lei de Bases da Saúde aprovada à esquerda, só com os votos do PS, do PCP e do BE, a mesma esquerda que sozinha no Parlamento aprovou a criação do Serviço Nacional de Saúde, com os votos contra da direita - PPD e CDS e de Marcelo Rebelo de Sousa deputado em 1979.

 

[Imagem "Bing Crosby as a clown for the St. John's Hospital benefit", autor desconhecido]

 

 

 

 

Primeiro como tragédia, depois como farsa

por josé simões, em 28.01.19

 

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Marcelo não só tem uma visão de Portugal e da História de Portugal, e da qual não se consegue libertar, construída a partir do Livro de Leitura da 3.ª Classe, a expansão, a cruz e a evangelização, a bondade do Império na miscigenação que civilizava e instruía o bom selvagem, qual saco cheio de ar à espera do conhecimento, a língua do Minho a Timor, Portugal não é um país pequeno, não administrativamente mas cultural e civilizacional, como acredita piamente na investidura do poder político pelo poder temporal e, no Estado laico e republicano, contorna a "legalidade democrática", adquirida pelo voto, com uma primeira visita institucional, depois de empossado como Presidente da República, ao Estado do Vaticano, e a eventual, mas mais que decidida recandidatura, depois da bênção papal, tal e qual os reis amados pelo povo nos primórdios da nacionalidade, como vem no Livro de leitura da 3.ª Classe e nas efabulações de António Ferro e Alexandre Herculano.

 

Como definiu Karl Marx em "O Dezoito de Brumário",  "primeiro como tragédia, depois como farsa", Marcelo depois de Cavaco.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.01.19

 

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"Presidente da República designa João Miguel Tavares Presidente da comissão das comemorações do 10 de Junho"

 

O Presidente da República designou hoje o Dr. João Miguel Tavares para presidir à comissão das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que este ano decorrerão em Portalegre e em Cabo Verde.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O dinheiro do contribuinte é um poço sem fundo

por josé simões, em 07.01.19

 

 

 

Qualquer cidadão com filhos paga propinas desde os primeiros dias de infantário até ao último dia de mestrado, sendo que as da faculdade são as mais baratas de todas. E se fossem gozar com quem vos talhou as orelhas?!

 

Marcelo concorda com fim das propinas no ensino superior

 

[Imagem]

 

 

 

 

A mesma luta

por josé simões, em 26.12.18

 

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Enquanto esperamos todos o Presidente, comentador e explicador, explicar e comentar por que cargas de água é que os portugueses, todos, que desde os idos de Sócras até ao fim dos anos da troika e do Governo da direita radical viram as carreiras congeladas e que depois disso não progridem só porque sim, que conheceram o desemprego e a emigração, que tiveram salários em atraso, apoios sociais cortados e sobretaxas em cima do pouco que recebiam, enquanto aguentavam os filhos na escola e na universidade e pagavam por fora explicações, sem recibo para o IRS, aos professores, tadinhos, que trabalham 25 horas por dia que ser professor não é ir só uma mão de horas à escola nem estar ao dia útil e em horário de trabalho na praia a postar fotos no Facebook do quão bom está o mar, vão ter eles de pagar os 9A 4M e 2D na badge ao peito do comissário Nogueira enquanto a vida deles retoma agora como se nada se tivesse passado, como se o hiato não tivesse existido, Rui Rio e Mário Nogueira, a mesma luta, vão explicar como é que a solução boa é a das ilhas, uma vez o dinheiro vai daqui, de "Cuba", para as ilhas, com os resultados que se conhecem que não é por Alberto soba Jardim se ter ido embora que a coisa mudou de figura, de onde é que vem o dinheiro para aqui para aguentar a solução ilhéu.

 

 

 

 

Um eléctrico chamado...

por josé simões, em 15.12.18

 

EscolaGerais.26. september 2010.Foto.Ole E. Malmstrom,.jpg

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, em directo para as televisões a comentar o descarrilamento de um eléctrico da Carris depois de ter chegado primeiro que os bombeiros à queda de um avião em Tires, não tem a noção do ridículo ou é só o resultado da educação na elite do regime onde o Presidente do Conselho tinha de saber os pormenores da vida de cada português?

 

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Cá calharás*

por josé simões, em 28.11.18

 

Escritos murais pós 25 de Abril, na parede da oficina de um velho fazedor de carroças. Parchal, 1978 (1).png

 

 

"É preciso aliviar o peso do Estado na economia".

Alínea a) excepto quando é preciso recorrer a fundos públicos para recuperar empresas falidas.

Alínea b) Para sobrecarregar a Segurança Social com centenas de desempregados da excelência da gestão privada..

 

"É preciso aliviar o peso do Estado no sector financeiro".

Alínea a) excepto quando é preciso injectar milhões do contribuinte no sector bancário.

 

"É preciso aliviar o peso do Estado na educação".

Alínea a) excepto no financiamento com dinheiros públicos aos colégios privados.

 

"É preciso aliviar o peso do Estado na saúde".

Alínea a) excepto quando a saúde é um negócio financiado pelo dinheiro do contribuinte em PPP's

Alínea b) excepto quando a maleita é de tal forma grave e à qual só o Serviço Nacional de Saúde consegue responder.

 

"É preciso aliviar o peso do Estado na comunicação social". Adenda: só uma comunicação social livre das amarras do poder político é verdadeiramente independente.

 

Alínea a) excepto quando está em risco a qualidade da democracia, pela emergência dos populismos e pela crescente debilidade dos órgãos de comunicação social - jornais, rádios, televisões, propriedade de grandes grupos privados, os tais da gestão de excelência,, com agendas definidas, feitos por estagiários mal pagos e com vínculo laboral precário. Aí "o Estado não tem a obrigação de intervir nos media?"

 

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* Provérbio

 

 

 

 

Next level

por josé simões, em 05.11.18

 

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Antes eram perfis falsos com contas criadas para o efeito numa rede qualquer, agora são fake news com a chancela da carteira de jornalista em televisões ditas de referência.

Muito bem a televisão do militante n.º 1 com a sua conta no Twitter a fabricar fake news [em print screen para memória futura] num título que nada tem nada a ver, antes pelo contrário, com o que o primeiro-ministro diz. CLAP! CLAP! CLAP!

 

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Sai mais uma selfie

por josé simões, em 10.09.18

 

 

 

Marcelo está muito preocupado com quem dorme na rua. Marcelo não só está muito preocupado com quem dorme na rua como também quer ver o problema dos sem-abrigo resolvido até 2023. Marcelo para mostrar que está muito preocupado com quem dorme na rua e quer ver o problema resolvido até 2023 faz-se filmar, pelas televisões todas, à noite nas ruas de Lisboa em acção de voluntariado a atender os desvalidos desta vida.

 

Marcelo está muito preocupado com quem ficou sem tudo e, principalmente, com quem ficou sem casa no incêndio de Pedrógão. Marcelo não só está muito preocupado com quem ficou sem tudo e, principalmente, ficou sem casa no incêndio de Pedrógão, como também está muito preocupado com quem teve a mesma sorte nos incêndios de Outubro de 2017 em Leiria e Oliveira do Hospital. Marcelo, além de estar muito preocupado com quem ficou sem tudo e, principalmente, sem a casa nos incêndios de Pedrógão, Leiria e Oliveira do Hospital, também quer ver rapidamente esclarecidos os zunzuns e as denúncias feitas  sobre a má utilização do dinheiro dos donativos do bom coração dos portugueses, usado para segundas habitações e casas há muito abandonadas, com suspeita de compadrio com o poder autárquico eleito.

 

Marcelo, assessorado por sócio de firma que presta serviço a fundos imobiliários, vetou o diploma que dava direito de preferência aos arrendatários. "A seguradora Fidelidade já está a vender imóveis em bloco por 425 milhões. Entre os inquilinos, já há quem dê a casa por perdida depois do veto de Marcelo que travou o diploma que assegura o direito de preferência."

 

Voltemos ao princípio, Marcelo está muito preocupado com quem ficou sem casa nos incêndios e com quem vive na rua, que é outra maneira de ficar sem casa por causa de "incêndios" diversos. E Marcelo não só está muito preocupado com quem ficou sem casa nos incêndios e com quem vive na rua como até convoca as televisões e os jornais para se mostrar a distribuir beijinhos, abraços e selfies com os desvalidos desta vida.

 

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