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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Descubra as diferenças

por josé simões, em 27.04.14

 

 

|| Rewind / Fast Forward buttons

por josé simões, em 12.04.12

 

 

 

Ou como canta James Murphy:  "There's a constant repeat, on repeat, Of your paranoid, heartbreaking beats, On repeat, On repeat, On repeat". O país continua...

 

[Imagem via]

 

 

 

 

 

 

Dos tempos em que Freitas do Amaral era fascista

por josé simões, em 16.10.08

 

 

Uma amiga, portuguesa do Barreiro, descendência daqueles que há 100 anos comeram o pão que o diabo amassou debaixo das ordens de um capataz de apelido Estaline, para construir um império chamado CUF, foi-se para a Alemanha ainda nos tempos em que Feitas & Sá Carneiro eram o Governo AD. Por lá ficou, por lá casou com um boche, e por lá teve filhos do dito boche, que até nem é mau tipo se descontarmos o facto de gostar de Rammstein. Coisa rara nos imigrantes portugueses, desligou completamente e ficou alemã, se descontarmos o facto de ainda gostar de bacalhau.

 

Quis o destino que o regresso para férias fosse por alturas em que Freitas era ministro de Sócrates. E diz-me ela assim ao jantar enquanto colocavamos a escrita em dia: “No vosso país (N. da R. – a subtileza de “vosso”) as coisas mudam rápido. Quando saí o Freitas do Amaral era o Seitas do Mal no jornal O Diário; regresso e já é quase comunista na boca do Portas”.

 

"O Diogo era devoto de Salazar, amigo do presidente Tomás, de quem um tio era ajudante, ao ponto de ir preparar os seus exames para o Palácio de Belém! A revolução dos cravos foi sobretudo a derrocada do carácter dos portugueses. Que homem!"

 

Pois é Fraulein X (chamemos-lhe assim), como as coisas mudam rápido no meu país!

 

(Imagem de João Bafo-de-Onça roubada aqui)

 

 

 

A propósito do 1º de Maio (IV)

por josé simões, em 01.05.07

«Porque é que está aqui?» pergunta a repórter. «... Eu sou porteira, e, foi graças a um grande homem - Marcello Caetano, que passámos a ter um salário e regalias sociais!»

 

Entrevista na Cidade Universitária a uma manifestante da CGTP / Intersindical, no telejornal da SIC Notícias das 14 horas.

 

(Sem comentários).