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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

The Funniest Protest Signs From Trump’s Visit To The UK

por josé simões, em 05.06.19

 

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[Daqui]

 

 

 

 

As ratazanas de esgoto

por josé simões, em 27.04.19

 

 

 

Um ex juiz, activista político, sem respeito pelo Estado de direito e pela presunção da inocência até à condenação em tribunal e trânsito em julgado, vem ao país dos bardamerdas, como ministro da Justiça de um país estrangeiro, fazer comentários e tecer considerações sobre o sistema judicial e de justiça de um país soberano sem que as ratazanas de esgoto, que são, mostrem grandes sintomas de urticária. Já o bloco do Bloco de Esquerda na manif do 25 de Abril a cantar que o lugar de Bolsonaro é ao lado de Salazar, o que, em abono da verdade, até o próprio não deve desdenhar, isso é que não pode ser, isso é que é sintoma grave de anti-democracia e desrespeito por um país soberano.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Libertem o tunning!

por josé simões, em 21.12.18

 

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Uma manif de palermas inventada pelas televisões, com directos intermináveis, dois jornalistas por manifestante, drones com câmaras de filmar, cavalgada pela direita populista do CDS antes que os fascistas do PNR, ou outros dissidentes do sentido de Estado PSD/ CDS, que perderam definitivamente a vergonha, se cheguem à frente e ocupem o lugar, é "o povo na rua farto do socialismo", segundo a direita radical de plantão nas redes.

Uma avenida cheia de gente, desde o Marquês ao Rossio, enquadrados pela CGTP, com um caderno reivindicativo definido e propostas concretas, merece meio minuto no telejornal a seguir ao intervalo e é só funcionários públicos, manhosos, sem nada que fazer, dispensados pelas câmaras municipais e juntas de freguesia, que não perdem o dia de trabalho e só atrapalham a vida aqueles que querem fazer o país andar para a frente.

 

A comunicação social anda a brincar com coisas sérias, um dia mais tarde também vai levar por tabela.

 

[Imagem encontrada no Twitter]

 

 

 

 

Gillettes amarelas*

por josé simões, em 20.12.18

 

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A verdade é que se as televisões não tivessem passado as duas últimas semanas, a todas as horas certas em todos os telejornais, a falar no protesto dos coletes amarelos, "convocado pelas redes sociais" [sic], entremeado pelos debates de "opinião pública" com convidados especialistas em protestos de coletes amarelos, ninguém dava pelo protesto dos coletes amarelos, "convocado pelas redes sociais" [sic] que fazem as agendas das televisões e do jornalismo miserável, mal pago, feito por estagiários.

 

[Imagem]

 

*Tentativa de trocadilho com "gilets jaunes"

 

 

 

 

The Funniest Signs From Anti-Brexit March #PeoplesVoteMarch

por josé simões, em 22.10.18

 

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An estimated 670,000 people took to the streets of London to call for a referendum on the final Brexit deal. And as expected from any large-scale march, they brought their A-game when it came to illustrative and puntastic picket signs.

 

 

 

 

25 de Abril de 2018

por josé simões, em 25.04.18

 

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[Daqui]

 

 

 

 

Nicho de mercado

por josé simões, em 18.11.16

 

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Diz que os funcionários públicos têm a progressão na carreira e os salários congelados desde 2009.


[O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, em trabalho voluntário na Festa do Avante! na imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

E o problema é precisamente esse

por josé simões, em 19.06.16

 

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Ainda sou do tempo em que o que vinha nos jornais era letra de lei, papel de Bíblia, "como é que podes afiançar semelhante coisa? Vinha no jornal". Ponto. Pronto. E pronto, não se falava mais nisso, e as costas das mãos a baterem sincopadamente nas páginas abertas do jornal em cima da notícia, a prova provada, as tábuas do Moisés. Depois veio a net, e vieram os newsgroups e veio o hi5, e vieram os blogs, e veio o Facebook, e veio o Twitter, e veio o Google e o contraditório em milésimos de segundo, e os jornais e os jornalistas não vieram, ficaram lá atrás, no tempo do "veio no jornal", palavra do Senhor. E o problema, para os jornais, é precisamente esse.


[Imagem]

 

 

 

 

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E os espertalhões chutam para canto

por josé simões, em 19.06.16

 

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Fingindo não perceber que o que está em causa não são os 2 000 iniciais, nem os 15 000 da polícia nem tampouco os 80 000 da Fenprof, mas os 40 000, "não desmentidos pela polícia", metidos num Rossio metido dentro da Rua da Betesga, num milagre dos tempos modernos do jornalismo engagé, a chutar depois para canto à espera que o tempo passe.


[Imagem de Geoff Cordner]

 

 

 

 

Jornalismo engagé

por josé simões, em 18.06.16

 

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No dia 29 de Maio os colégios paralelos conseguiram meter 40 mil protestantes no quadrado vermelho na imagem, mais coisa menos coisa [atrás, de onde a foto foi tirada, há uma parede de casas], "segundo os números do movimento Defesa da Escola Ponto – que a PSP não desmente", já que uma das funções da polícia é tomar partido, mentir e desmentir, algo que não faz nem nos acidentes de viação, por exemplo.


No dia 18 de Junho a famosa organização e mobilização do PCP, que dá jeito invocar quando dá jeito desclassificar qualquer iniciativa, já que a Fenprof é do PCP e a CGTP é do PCP, como toda a gente aprende desde o dia em que nasceu, só consegue meter "alguns milhares" entre o Marquês e o Rossio em defesa da escola pública, apesar da ajuda dos esquerdalhos radicais do Bloco e dos radicais esquerdalhos que tomaram o PS por dentro – a Geringonça.

 

Jornalismo engagé é isto.

 

 

 

 

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Todas as cores, escola para todos!

por josé simões, em 16.06.16

 

 

 

 

 

 

Galdeiragem à parte

por josé simões, em 30.05.16

 

 

 

"Cá não há misturas, é tudo boa gente!", na boca dos infantes na manif do Portugal ultramontano, com o alto patrocínio da Igreja Católica e da direita radical. E toda a gente sabe a significado de "boa gente" na boca de muito boa gente. Cada macaco no seu galho. E toda a gente sabe o significado de "misturas" na boca da boa gente que não se mistura. Galdeiragem à parte. "Não somos escolas para meninos ricos nem para betinhos". Manda quem pode, obedece quem deve. O que eles dizem e o que eles omitem e o que eles fazem. E às vezes descuidam-se. Respeitinho é muito bonito. A merecer ralhete dos mestres, os meninos.


[Vídeo]

 

 

 

 

Um partido de brincadeira

por josé simões, em 27.05.16

 

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Nos idos em que o comissário Nogueira metia 100 mil professores nas ruas [contas do jornal do militante n.º 1], da Avenida da Liberdade à Praça do Comércio, contra José Sócrates, Maria de Lurdes Rodrigues, a reestruturação do parque escolar e a avaliação dos professores – não necessariamente por esta ordem, o PSD metia os deputados na rotunda do Marquês do Pombal a aplaudir os profs, a mulher de António Costa lá no meio dos comunas – com honras de primeira página no Correio da Manha [sem til], contra José Sócrates, Maria de Lurdes Rodrigues, a reestruturação do parque escolar e a avaliação dos professores – não necessariamente por esta ordem, ambos em defesa da escola pública.


Depois José Sócrates foi-se embora, e com ele Maria de Lurdes Rodrigues, e com ambos o comissário Nogueira, que nunca mais ninguém deu pelo camarada em quatro anos de Governo da direita radical, e os profs, que deixaram de ser 100 mil – isso nem o Benfica campeão, quanto mais, foram mandados trabalhar para Angola, Brasil e outros destinos menos exóticos, e o maoísta Nuno Crato pôde levar a cabo, na paz dos anjos, o maior ataque à escola pública de que há memória desde que existe escola pública e sem direito a cartazes, apesar dos crimes de Estaline ao pé dos de Mao serem assim a modos como limpar o rabinho a crianças, mas isso também era exigir demasiado a palermas da jota laranja, atarefados entre universidades de Verão e o sentirem-se homenzinhos ao lado dos homens, no Parlamento onde têm assento por uma quota que cabe à agremiação, e também por nunca terem ouvido falar do chinês carniceiro aos mais velhos, que o partido está pejado de ex leitores do livrinho vermelho e não convém fazer muitas ondas e mexer na merda com uns pauzinhos e também porque agora a hora é de luta contra o estalinista Mário Nogueira – a soldo do PCP e com o Bloco de Esquerda à pendura, em defesa da escola pública, que não tem de ser obrigatoriamente assegurada pelo Estado mas através de um serviço público de escola assegurado pela iniciativa privada, que foi a volta que a direita radical deu para justificar o não haver dinheiro para nada nem para a saúde, as pensões, as reformas, os salários, mas sobrar à brava para colocar o Estado ao serviço de interesses privados através de rendas pagas pelo contribuinte e dar às escolas a possibilidade de escolherem os alunos que querem das famílias que querem.


E é por isso, pelo serviço público de escola e não pelas rendas asseguradas a interesses privados e a educação pública onde ela estava no dia 4 de Outubro de 1910 – nas mãos da Igreja católica, que o PSD vai mandar os deputados para a rua, contra o comissário Nogueira, contra o ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, contra António Costa e contra a 'Geringonça' – por esta ordem, e, se calhar com um bocado de sorte, os colégios privados vão meter 100 mil, da 24 de Julho à Assembleia da República, aguardemos para ver o que é que o jornal do militante n.º 1 tem a dizer sobre isso.


[Imagem]

 

 

 

 

||| 24 de Abril: Todos os rios vão dar ao Carmo

por josé simões, em 07.04.14

 

 

 

 

Podes ser a gota de água!

 

 

 

 

 

||| Um vómito

por josé simões, em 07.03.14

 

 

 

Não sei de quem foi a ideia, se da central de agit-prop do Governo, se da direcção da polícia, ou se nasceu de "geração espontânea", mas ouvir em todas as televisões, todas, todas sem excepção, repetir, ad nauseam, pelos papagaios de serviço na/ à comunicação social capturada pelo poder político, que houve a preocupação [Da parte de quem? Foi declarado estado de sítio?] de encerrar todos os bares e tascos nas redondezas do Parlamento, porque a subida da escadaria da Assembleia da República, na última manif das polícias, se deveu ao efeito do álcool sobre os paisanos, passar para a opinião pública a ideia de que os polícias em protesto são todos uma cambada de bêbados exaltados, tipo "gordo da GNR" na porta da taberna nos idos do velho de Santa Comba, desvalorizar a revolta e a indignação de profissionais competentes e dedicados, amorfos Lei e Ordem, respeitinho, autoridade e busca-busca Bobby, e que não fora o tintol, o cervejame e a bagaceira, estavam ali uns paz de alma capazes de aceitar cortes de cento e tal euros no ordenado, de trabalhar em condições deploráveis, com material a pedir reforma e em esquadras abaixo de casota de cão, sem perder a fleuma e a bater muitas palminhas no fim ao Governo da Nação, diz mais, muito mais, sobre quem pôs a "notícia" a circular, e dos acéfalos que a repetem, do que propriamente do alvo a que se destina. Um vómito.