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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Contado ninguém acreditava, Capítulo III

por josé simões, em 11.01.19

 

 

 

[Donald Trump no Instagram]

 

Contado ninguém acreditava, Capítulo II

 

 

 

 

Contado ninguém acreditava, Capítulo II

por josé simões, em 04.01.19

 

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Donald Trump no Instagram

 

[Contado ninguém acreditava, Capítulo I]

 

 

 

 

Mais de cem anos de repúblicas de bananas

por josé simões, em 04.11.18

 

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A verdade é que os Estados Unidos começam agora a colher os frutos de décadas de apoio a governos corruptos e fantoches, da promoção e suporte de ditaduras militares amigas, sanguinárias e não menos corruptas, como na cantiga dos Jáfumega, "Do Paraguai a Porto Rico, Salvador ás Honduras, Da Bolívia à Guatemala, Argentina ao Chile", e a sentir na pele o que os europeus sentem há jà bastante tempo com as vagas intermináveis de migrantes e refugiados com origem na outra margem do Mediterrâneo, na sua grande maioria vítimas das guerras que os 'amaricanos' vieram inventar longe de portas por motivos geopolíticos e geoestratégicos que mudam  com a mesma facilidade com que o vento muda, e até com a piedosa intenção de espalhar a democracia a todo o redor do país intervencionado, qual efeito dominó, pasme-se.

 

 

 

 

16 de Outubro de 1968 - 16 de Outubro de 2018

por josé simões, em 16.10.18

 

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Em 50 anos o que é que mudou, nos Estados Unidos e no mundo inteiro?

 

1968 Olympics Black Power salute

 

 

 

 

Esperto que nem um alho

por josé simões, em 27.01.17

 

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Como diz "o outro", não há almoços grátis e, como alguém vai ter de pagar o muro, Donald Trump, o "empresário" de sucesso alçado a Presidente da maior potência mundial, arranjou maneira de cada consumidor norte-americano desembolsar 20% a mais de cada vez que comprar um produto made in México.

 

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Donald Trump, o mestre da geopolítica

por josé simões, em 05.12.16

 

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Mexico, Septiembre 2016

por josé simões, em 29.09.16

 

Trump na capa da Letras Libres, México.jpg

 

 

A capa da Letras Libres, México

 

[Via]

 

 

 

 

César

por josé simões, em 12.09.16

 

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esa marcha era de odio

 

 

 

 

||| Ainda a embaixada do vice-pantomineiro ao Astecas

por josé simões, em 29.10.14

 

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Ficámos todos a saber que a Mota-Engil «ganhou mega projecto turístico no México de 1.500 milhões de dólares», e que está a construir uma linha de metro em Guadalajara orçada em «cerca de 400 milhões de euros» e que mais isto e que mais aquilo e que no balanço final a «Mota-Engil tem já em obra pública, concessões e adjudicações públicas, na ordem dos 1.500 milhões de dólares (cerca de 1.330 milhões de euros), distribuídos por 11 estados», tudo sem que fosse preciso o vice-pantomineiro ir à frente, numa missão de bandeirante e de cruz de Cristo na lapela, desbravar caminhos e estabelecer contactos e relações comerciais, foi o que os telejornais não disseram


E depois? Vão daqui para o México meia dúzia de engenheiros de confiança da Mota-Engil tomar conta da obra e dos nativos - baratos, a empregar na obra que vai usar matéria-prima nativa - barata, e receber uma pipa da massa, não em MXN peso mexicano - barato, mas em USD dólares amaricanos - caros e bons, para distribuir pelo patrão e pelos accionistas, cá.


E depois desta ginga-joga toda e de saldadas estas contas e pagas as mais-valias o que é que sobra para a economia nacional, quais são as melhorias que os nativos, baratos, cá, vão sentir na seu dia-a-dia, cá?


E a menos que sejamos membros do Governo e que após terminada a [co]missão de serviço em 2015 ingressemos nos quadros da Mota-Engil como doutores e engenheiros especialistas e qualificados, o que é que a gente ganha com isso? O que é que a gente tem a ver com a Mota-Engil ter ganho uma obra não-sei-quantas no México ou na Patagónia ou fim do mundo?


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||| Da irrelevância

por josé simões, em 29.10.14

 

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Não é só a irrelevância do vice-pantomineiro, a saltitar de aeroporto em aeroporto, em bicos dos pés nos telejornais à frente de embaixadas à roda do mundo e até aos cus de Judas, a vender o país por atacado. Não. É a total irrelevância do poder político, subjugado ao poder económico. Como se um multimilionário, um dos homens mais ricos do planeta, precisasse de uma delegação governamental para comprar ou vender o que quer que fosse, dentro e fora de portas. O dinheiro que se poupava ao contribuinte se estas fantochadas fossem mais sóbrias e menos circo ou que se nem sequer acontecessem.


«Carlos Slim faltou ao jantar com Paulo Portas no México»


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|| Yes, We Can

por josé simões, em 25.05.10

 

 

 

 

«O Presidente norte-americano, Barack Obama, vai enviar mais 1200 soldados para a fronteira com o México para combater a imigração ilegal (…)»

 

Banda sonora do dia:

 

Oh God I am the american dream
I do not think Im too extreme
An Im a handsome sonofabitch
Im gonna get a good job n be real rich

 

(Não, não há nenhum erro na imagem que ilustra o post)

 

(Em stereo)

 

 

 

|| Cada escavadela cada minhoca

por josé simões, em 20.04.10

 

 

 

 

Bom bom era quando não havia televisão nem internet e as notícias de ontem chegavam depois de amanhã, os homens iam para a cama cedo e as mulheres pariam 7, 8 ou 10 filhos como as cadelas, e os padres faziam voto de pobreza, andavam descalços e “chumbavam” umas sopeiras à socapa. Não havia pedofilia nem abusos sexuais.

 

Ou noto aqui um sentimento de inveja para com os talibans no Afeganistão e a proibição de rádio, televisão, cinema, internet, livros, e… Porrada no lombo.

 

 

Mexican Robin Hood Figure Gains a Kind of Notoriety in U.S.

por josé simões, em 09.02.08

 

Jesus Malverde é venerado há quase um século no noroeste mexicano. Segundo a lenda, foi uma espécie de Robin dos Bosques mexicano que tirava aos ricos para dar aos pobres, até ser morto pela polícia em 1909.
Malverde que também é popularmente considerado como o santo patrono dos traficantes de droga:
 
“A shrine has been erected atop his grave in the remote city of Culiacán in the Mexican state of Sinaloa, which has long been associated with opium and marijuana trafficking.
The drug guys go to the shrine and ask for assistance and come back in big cars and with stacks of money to give thanks”
 
(Link)