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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Deus é grande

por josé simões, em 04.08.22

 

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O Presidente da República do Estado laico, como qualquer português que se preze assim que dá com um buraco na estrada, uma pá ou uma retro escavadora, foi ver o andamento das obras para receber o Papa à beira do Trancão, depois da birra entre a autarquia e o Governo para ver se a empreitada de 6.997.327,95 € era paga pelo contribuinte, via câmara municipal, ou se a empreitada de 6.997.327,95 € era paga pelo contribuinte, via Estado, já que a isenção de imposto de selo, de emolumentos, de taxas de esgotos, de IMI, de IMT e de quaisquer outros impostos e taxas nacionais, regionais e locais, de que a Igreja Católica beneficia, não é compensada pelo que entra pela porta do cavalo em donativos e esmolas, e o dinheirinho não chega para receber com dignidade o secretário de Deus no planeta Terra.

 

Deus é grande mas o contribuinte ainda é maior, apesar de se escrever em minúsculas [e não há dinheiro para nada].

 

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Coisas simples

por josé simões, em 19.06.22

 

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Quando se elege um acidente de percurso presidente de câmara

por josé simões, em 25.05.22

 

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                    "Fechar a Praça do Comércio significa despedimentos".

                    "Fechar a Rua Augusta significa despedimentos".

                    "Fechar o Bairro Alto significa despedimentos"

 

"Fechar a Avenida da Liberdade significa despedimentos", avisa Moedas, ou quando se elege um  acidente de percurso, incompetente e impreparado, presidente de câmara.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 09.03.22

 

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Do Chega, a deputada Patrícia Branco considera que a iniciativa do PS [distribuição gratuita de produtos menstruais reutilizáveis nas escolas] “é demagogia” e com discriminação, uma vez que a medida exclui [...] o sexo masculino que tem a necessidade de produtos para barbear.

 

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A República dos Parolos

por josé simões, em 17.02.22

 

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É melhor dormir na rua que num lugar sem condições

por josé simões, em 22.12.21

 

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Marcelo, que tem como paixão os sem-abrigo e que arranjou maneira de se encontrar "por acaso" com Carlos Moedas na Feira do Livro em plena campanha autárquica, já comentou que é preferível dormir na rua em pleni inverno que num local sem condições?

 

Lisboa fecha dois centros para sem-abrigo por falta de "condições dignas"

 

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Como as coisas são feitas

por josé simões, em 02.12.21

 

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Do "caos no atendimento" e das "intermináveis horas de espera" para receber a vacina, nos idos de Fernando Medina, para "longas filas" e "algum constrangimento", agora, no tempo de Carlos Moedas. Agora que está a chegar a época se calhar recuperávamos a cantiga do spot "Para o Natal, o meu presente, eu quero que seja, A Minha Agenda, A Minha Agenda...".

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Puta que pariu

por josé simões, em 03.11.21

 

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Houve uma altura em que a Web Summit era a maior coisa de todos os tempos em todos os lados, só comparável à ida do homem à Lua, tudo por causa da diplomacia económica do Portas e do não sei o quê do Mesquita no Turismo.

Depois veio o socialismo e o Web Summit passou a ser uma valente merda não aconselhada a ninguém de bom nome, uma coisa a evitar a todo o custo.

Agora chegou o Moedinhas que funciona e a Web Summit passou a ser a next big thing dos cavalos My Little Pony com um corneto Olá espetado no meio da testa, "um corneto pra mim, um summit pra ti, olá, olá, e a vida sorri".

Puta que pariu esta direita summita e ilhas adjacentes.

 

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A kultura democrática da direita dita democrática

por josé simões, em 20.10.21

 

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Ventas sai à rua à frente de um bando de fascistas, vestido de colete amarelo a apelar à insubordinação, no dia a seguir a direita dita democrática, que não enjeita coligação com o Chaga para se alçar ao poder,  aos magotes em acção concertada, indigna-se nas "redes" com uma manif de ciclistas no mesmo dia em defesa de uma ciclovia.

 

Com a vossa kultura democrática"enganam quem quiser ser enganado.

 

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Da inteligência colectiva de um povo

por josé simões, em 28.09.21

 

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Segundo o Diário de Notícias de hoje, na imagem, os lisboetas fartaram-se de Medina e uma das razões para o voto em Moedas foi a "proliferação do alojamento local". Leram bem, a "proliferação do alojamento local". E vai daí votaram no secretário de estado da troika, o liberal Moedas que, como é por todos sabido, vai acabar com essa pouca vergonha. E isto é um bom barómetro para aferir a inteligência colectiva de um povo.

 

 

 

 

"És liberal e não sabias"

por josé simões, em 06.09.21

 

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Em 1951,  era Carmona Presidente da República e Salazar presidente do Conselho de Ministros, Manuel Quintão Meireles retira a sua candidatura à presidência da República por considerar não existirem condições para uma eleição livre e justa e Ruy Luis Gomes vê a sua rejeitada, o que leva à vitória de Craveiro Lopes nas urnas sem qualquer oposição, a Constituição de 1933 foi revista e o Acto Colonial maquilhado com vista à assimilação civilizadora das colónias à metrópole [*], a polícia política prendia, torturava e matava os opositores ao Estado Novo e a censura passava a lápis azul todas as publicações escritas, assim como o cinema, o teatro e a música, metade das raparigas nunca tinha entrado numa sala de aulas que tinham todas, sem excepção uma foto do Presidente e outra do primeiro-ministro a ladear um crucifixo, assim como 30% dos rapazes, quatro em cada dez mulheres eram analfabetas e 26,9% dos homens, mas todos sabiam a Portuguesa que era obrigatório cantar antes do início das aulas, o ensino superior uma miragem só ao alcance das elites, a esperança de vida era de 56 anos para os homens e 61 para as mulheres, a frequência da Mocidade Portuguesa era obrigatória e o poder local era nomeado pelo poder central, e podíamos continuar pelo acesso à saúde, ao saneamento básico e ao cabaz alimentar, "o preço das casas era alto e [um casal podia morar] 16 anos com um filho num quarto de uma casa", em alternativa juntava uma tábuas e umas chapas velhas e metia mãos à obra a construir uma barraca nos muitos milhares de bairros que nasciam como cogumelos de norte a sul do país, ou ia a salto para a emigração e morar num bidonville. Por incrível que possa parecer "hoje vivemos com menos liberdade porque cada vez menos ouvimos histórias felizes onde as pessoas são as personagens principais!". "#EstáNaHorada esperança voltar!", se tudo o que ficou para trás volta com ela não sabemos.

 

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“Shirt Mask SOW03” by Nuno Viegas in Lisbon, Portugal

por josé simões, em 16.07.21

 

1 “Shirt Mask SOW03” by Nuno Viegas in Lisbon,

 

 

2 “Shirt Mask SOW03” by Nuno Viegas in Lisbon,

 

 

3 “Shirt Mask SOW03” by Nuno Viegas in Lisbon,

 

 

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A nossa baixa exigência cívica

por josé simões, em 29.06.21

 

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A imagem que se quer passar, muito cool e descontraído, sentado com os sapatos em cima de um banco de um jardim público da cidade que se propõe governar. Num qualquer país do norte da Europa, naquelas democracias com que enchem sempre a boca por comparação com o nosso "desgraçado atraso" e "falta de cultura democrática", esta fotografia era mortal para qualquer político, por cá é só mais do mesmo, a imagem da nossa baixa exigência cívica.

 

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Coisas com sentido

por josé simões, em 24.06.21

 

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Pessoas de Lisboa não podem almoçar ou jantar até tarde em restautantes por causa do vírus mas podem meter-se no carro e ir almoçar a restaurantes em Setúbal por causa do vírus. O vírus não carrega no erre.

 

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Tovarich Medina

por josé simões, em 10.06.21

 

Igor Palmin Tashkent, an underground transition, 1

 

Pedir desculpa e seguir em frente, procedimento válido para todos os cidadãos perante qualquer infração à lei.

 

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