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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A mesma luta

por josé simões, em 02.01.19

 

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Ontem Jair Bolsonaro fez um discurso de tomada de posse que podia muito bem ter sido dito por Procissão Cristas ou pela next big thing do CDS, em banho-maria para a sucessão, Adolfo Mesquita Nunes: Deus, Pátria, Autoridade, Família, exactamente por esta ordem.

 

Hoje o líder da jota do CDS, Francisco Rodrigues dos Santos, escreve uma carta ao Papa a pedir audiência para dar conta do empenho da organização na defesa dos valores cristãos e a rejeitar "cultura da morte" [sic] e "ideologia de género".

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"Forbes distingue líder da JP como jovem promissor"

por josé simões, em 19.02.18

 

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"A Forbes distingiu há um mês as portuguesas Lara Vidreiro e Filipa Neto como duas das 30 jovens sub-30 “mais brilhantes” da Europa, no ranking anual “30 Under 30”, mas o negócio de aluguer de vestidos de luxo que ambas lançaram em 2014 — e pelo qual foram distinguidas pela publicação norte-americana — não funciona. O aluguer de vestidos está sempre “indisponível”, o número de telefone da marca está desligado há semanas, a empresa aparenta não ter colaboradores, não se sabe onde é o espaço físico da marca e as empreendedoras estão desde o final do ano a trabalhar noutras empresas."

 

"Mais: em 2016, as vendas da empresa totalizaram 278.162 euros, mas os prejuízos ascendiam a mais de um milhão de euros. No final desse ano, a empresa estava em falência técnica, com um capital próprio negativo de 28.155 euros."

 

O líder da Juventude Popular (JP), Francisco Rodrigues dos Santos, foi considerado pela revista Forbes como um dos 30 jovens mais brilhantes, inovadores e influentes da Europa, com menos de 30 anos, na categoria Direito & Política

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Assunção Cristas diz estar pronta para ser primeira-ministra

por josé simões, em 28.11.17

 

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Cristas tem outra ideia: que seja a escola pública impedida de abrir novas turmas. CDS. Cristas usa 'botas e calças de gangas para ir a bairros sociais'. CDS defende recuo do ensino obrigatório para o 9º ano. Seca: Ministra ainda tem "fé" que chova em breve. CDS: Direita acusa Governo de favorecer a escola pública. Juventude Popular quer que escolas ensinem abstinência sexual. Cristas aprovou projecto de resolução do BES sem o ler.

 

 

Se Deus quiser, em 2019, faremos de Assunção Cristas primeira-ministra de Portugal

 

[Via e imagem]

 

 

 

 

O Prémio Nobel da Economia para a Juventude Popular, já! (II)

por josé simões, em 19.12.07
Sobre esta palhaçada do Salário Mínimo Nacional e dos aprendizes jotas do Paulinho-que-já-foi-das-feiras; todos preocupadinhos da silva com o coitadinho do patrão que não consegue sobreviver – leia-se manter o nível de vida luxuoso a que está habituado (e mesmo assim duvido!), como se fosse alguma enormidade receber o luxuoso salário de 426 – euros – 426 mensais, dá-me vontade de recuperar para aqui o título dos Gang Of Four e que foi o fim-de-semana de 1 de Abril de 2007.
Post-Scriptum: Subescrevo a proposta para a implementação de uma Inteligência Mínima Nacional no Irmão Lúcia.
 
 

O Prémio Nobel da Economia para a Juventude Popular, já!

por josé simões, em 18.12.07
Os jotas de Paulo Portas manifestaram-se hoje “contra a fixação de um valor para o Salário Mínimo Nacional (SMN) pelo Estado, considerando que este "enfraquece os rendimentos dos portugueses e atrasa a economia”(Aqui); e descobriram o óbvio:
 
"Este preço mínimo tem dois efeitos muito claros no mercado de trabalho: impedir de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar por valor inferior a esse preço", diz.
Por outro lado, acrescenta o documento, a fixação de um valor mínimo "impede de operar todas as empresas e serviços que não tenham a capacidade de remunerarem aquele montante".
 
Nem mais; um salário mínimo serve exactamente para isso; para impedir que as pessoas sejam remuneradas abaixo do que se estipulou ser o limite mínimo para um nível de vida digno; e, se o mercado funcionar, quem não pode pagar o salário mínimo estipulado por lei, fecha as portas e vai trabalhar para as obras, a ganhar o salário mínimo.
 
(É tão bom ser patrão!)