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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| E andamos nisto

por josé simões, em 21.04.16

 

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Os liberais de pacotilha, sem coragem para fundar um partido político de raiz para se apresentarem a votos a dizer preto no branco ao que vêm, fazendo fé na iliteracia política dos portugueses, tomaram o PSD de assalto por dentro com tretas do "fazer mais com menos", "desengordurar o Estado", "viver acima das nossas possibilidades", a "excelência da gestão privada" e as falinhas mansas da "social-democracia, sempre!". Agora, na segunda etapa para a consolidação, insurgem-se – de Insurgente, contra as vozes que se começam a fazer ouvir contra o logro e contra o desvio à matriz fundadora do partido. É tudo socialismo, é tudo socialista e, a próxima vítima, a seguir a Pacheco Pereira, do processo de intenções por delito de opinião que um próximo 'his master's voice' [Duarte Marques? Hugo Soares?] da Stasi situacionista-liberal há-de um destes dias propor vai ser o socialista José Eduardo Martins.


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||| Perguntar não ofende

por josé simões, em 11.08.14

 

 

 

Quando João Soares, Partido Socialista, no frente-a-frente com José Eduardo Martins, PSD, no telejornal da SIC Notícias, aquele que era do Mário Crespo, proclama, ad nauseam, todos os dias que lhe pagam para lá ir que lá vai que é “um genuíno social-democrata”, assim como o seu oponente de debate e depois, a propósito da desregulação financeira e da promiscuidade entre poder político e poder económico, diz que o Gerhard Schröder e o Tony Blair e o coise e tal mas “a direita é que lixou isto tudo” e aponta para o seu oponente de debate, José Eduardo Martins, minutos antes um genuíno social-democrata, quer dizer exactamente o quê?

 

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“Índice do Situacionismo”

por josé simões, em 07.03.09

 

E de vez em quando encarregam-se de dar razão a Pacheco Pereira.

 

Temos assim que «não estando prevista nenhuma sanção para altercações no calor dos debates no estatuto do deputado, seria aceitável que fosse o chefe da bancada laranja a dar o exemplo e a punir disciplinarmente o seu vice-presidente de bancada» por ter insultado directamente e na cara, o deputado do PS Afonso Candal.

 

Já o parlamentar insultado não é merecedor de nenhuma sanção pelo chefe da bancada rosa, apesar de ter insinuado e levantado suspeitas, no Parlamento e em directo para todo o país, sobre a idoneidade e os bons motivos do deputado José Eduardo Martins.

 

Assim vai o debate na Nação. O insulto de «verbo fácil» é mais grave que a insinuação e a  suspeição levantada sem apresentação de provas. Noutras latitudes chamam a isto “Campanha Negra”.

 

(Foto fanada no Chicago Tribune)