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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Upgrade

por josé simões, em 25.02.12

 

 

 

Enquanto houver língua e dedo não há contribuinte que meta medo. Pornografia.

 

 

 

 

 

 

|| A justificaçãozinha. Respeitinho e palmadinhas nas costas (nunca se sabe…)

por josé simões, em 17.07.10

 

 

 

Na melhor linha da família Soares e ilhas adjacentes (Jorge Coelho, por exemplo) “fulano de tal, que tenho o prazer de conhecer e de quem sou amigo, e que aproveito para enviar daqui um grande abraço” (foda-se que não há pachorra), Henrique Monteiro começa hoje a sua coluna no Expresso (sem link) dedicada aos boys with jobs e ao “affair” José Apolinário - ao qual oportunamente já dediquei umas quantas linhas - com “nada me move contra ele”, segue-se a retórica da ordem, e termina com “é muito significativa [a nomeação de Apolinário] do estado da nossa nação”. Está lá tudo, basta ler o início e o fim. O estado da nossa Nação: políticos profissionais/ corporação do papel impresso; corporação do papel impresso/políticos profissionais, tu és um grande filho da puta mas nada me move contra ti e desculpa lá mas tenho de escrever isto que é para isto que me pagam.

 

(Imagem fanada no La Repubblica)

 

 

 

|| Viscondessas, viscondes, e barões

por josé simões, em 14.07.10

 

 

 

Os vários Pê-Ésses dentro do Pê-Ésse e respectivas legiões de viscondessas, viscondes, e barões, ou como quando, desde Mário Soares a José Sócrates, se fala num PS "plural":

 

«A razão está em que Serrano deu em Outubro o lugar de Monteiro a José Apolinário, ex-presidente socialista da Câmara Municipal de Faro, que acabara de perder a autarquia para Macário Correia, do PSD.»

 

Como diria Teixeira dos Santos: “Money for the boys”

 

(Na imagem Il Barone Thyssen, maggiordomo e cane, Svizzera, 1996, autor desconhecido)