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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Jornalismo e propaganda, propaganda e jornalismo

por josé simões, em 22.06.22

 

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O fotojornalista ucraniano Maks Levin, cujo corpo sem vida foi encontrado em abril, a 20 quilómetros a norte de Kiev, foi "executado a sangue-frio" por tropas russas, avançou a organização não-governamental (ONG) Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

 

 

Em cima o print screen da conta da superstar trauliteira do PCP no Twitter no elogio ao propagandista luso às ordens de Putin com a capa de "jornalista", aquele que acha, diz e escreve, que o 25 de Abril tem dono e que o PS é inimigo da revolução, seguido da notícia da execução a sangue-frio pelas tropas russas do fotojornalista Marks Levin. "a cobrir uma zona de guerra. Mas mesmo na zona de guerra". O PCP que diz não apoiar e invasão russa da Ucrânia, até porque não há invasão coisíssima nenhuma, é uma "operação", magister dixit pela boca de Jerónimo de Sousa, o PCP indignado com o ataque à liberdade de expressão e de imprensa que foi a proibição em espaço da União Europeia das agências de propaganda russas Sputnik e Russia Today, o PCP de onde não sai um pio sobre a proibição da Novaya Gazeta pelo regime de Putin nem sobre os jornalistas que caem como pardais a mando do Kremlin. É a diferença entre jornalismo e propaganda e propaganda e jornalismo numa zona de guerra. Mas mesmo na zona de guerra,

 

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When Doves Cry

por josé simões, em 20.03.22

 

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A tear drop rolls down a young woman's cheek aboard a bus after fleeing from Ukraine to Romania, at the border crossing in Siret, Romania, March 16. Reuters/ Clodagh Kilcoyne

 

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A chocar o ovo da serpente

por josé simões, em 20.01.22

 

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O jornalismo a chocar o ovo da serpente que irá depois morder o jornalismo [via].

 

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The Nativity as reported by the Daily Mail

por josé simões, em 26.12.21

 

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O choradinho do jornalista desempregado

por josé simões, em 21.12.21

 

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"Todos os dias jornais e revistas são lidos por mais de 500 mil pessoas aos balcões de cafés, pastelarias, restaurantes, colectividades. Não leia o jornal que encontra em cima de um balcão ou de uma mesa. Um jornal lido num estabelecimento de restauração ou numa colectividade é um jornalista desempregado". Isto dava um bom anúncio de televisão, mas a cabecinha não lhes permite mais.

 

 

 

 

Observatório do fascismo

por josé simões, em 31.10.21

 

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"O novo agente parasitário, o jornalista, qual tumor maligno aniquilou a ideia fundadora do contrato social ao ter corrompido gravemente as relações entre o poder e o povo. Não restam dúvidas sobre quem anda a matar os fundamentos da moral social, democracia, funcionalidade das instituições, justiça social, vitalidade das economias, salvaguarda da multiplicidade de identidades sociais e nacionais do mundo ocidental."

 

O tumor maligno da democracia por Gabriel Mithá Ribeiro, vice-presidente do Chega

 

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Qualquer coisa de maravilhoso

por josé simões, em 05.10.21

 

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O Facebook, o Instagram e o WhatsApp estiveram em baixo e, descontando os agarrados que migraram para o Twitter à procura de "metadona social", o apagão obrigou os jornalistas a fazerem trabalho de jornalistas e a sabermos todos pela comunicação social o que acontecia no Facebook, Instagram e WhatsApp, ao invés de sabermos pelas três redes o que acontecia na sociedade e no mundo, dito por quem trabalha nos jornais, rádios e televisões. Por cinco horas voltámos a ser uma sociedade funcional, com a vantagem de não termos o discurso do ódio amplificado e difundido urbi et orbi.

 

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Os prejuízos são uma festa

por josé simões, em 03.09.21

 

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A direita, que acusa o PCP de usar a Festa do Avante como forma de financiar o partido e fugir aos impostos, é a mesma direita a dizer depois que a Festa do Avante! dá prejuízo. Prejuízo na festa de um partido político, cujo objectivo final não é o lucro, e prejuízo em jornais que apesar disso continuam online e a sair para as bancas, todos os dias sem falhar, todos os dias a martelar a agenda política. Isto é que devia dar que pensar e ser motivo de "fact check".

 

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In Memoriam

por josé simões, em 16.07.21

 

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Danish Siddiqui

 

1980 - 2021

 

 

 

 

Mais do mesmo

por josé simões, em 16.04.21

 

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Saiu hoje o primeiro número, em papel e online, de um novo semanário, de seu nome Novo, que mais não é que o velho Sol recauchutado. Podíamos ir pela lista de colunistas, a diversidade e a pluralidade em todo o seu esplendor: Francisco Rodrigues dos Santos [líder do CDS], Telmo Correia [líder parlamentar do CDS/PP], Aline Beuvink [PPM], Carlos Reis [PSD], Maria Castelo Branco [Iniciativa Liberal], Pedro Rodrigues [PSD], e o ex-presidente da FLAD, Vasco Rato [PSD]. Para ser mais plural só falta um ou outro opinadeiro do Chega mas também não é preciso, está lá tudo no lema: um polvo [socialista? maçonaria?] a enfeitar "o jornal que vive de investigar quem vive à sua conta". Mais do mesmo.

 

 

 

 

Joana Marques Vidal na capa da revista Sábado

por josé simões, em 14.01.21

 

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Joana Marques Vidal na capa da revista Sábado ou quando as coisas mesmo sendo direitas trazem sempre truque.

 

 

 

 

A lógica da batata

por josé simões, em 13.01.21

 

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O bufo, o chibo, o garganta funda, o informador, pago ou por desporto, que viola o segredo de justiça e dá as primeiras páginas ao Correio da Manha [sem til] e aberturas de telejornais à televisão do dito, está dentro do Ministério Público. Não há notícias de jornalistas homem-aranha a escalar paredes e a arrombar secretárias, como nos filmes 'amaricanos', para obtenção de provas. E o que faz o Ministério Público? Persegue e fotografa jornalistas à socapa, vasculha o correio electrónico e as contas bancárias, também como nos filmes 'amaricanos', sem o crivo de um juiz. No Estado de direito democrático isto tem um nome: ataque à liberdade de imprensa.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

In Memoriam

por josé simões, em 10.01.21

 

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Katharine Whitehorn

 

1928 - 2021

 

 

 

 

O estado do jornalismo no tugão

por josé simões, em 18.11.20

 

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No "É ou Não É", o programa semanal de debate que sucedeu ao "Prós e Contras" na televisão pública, e que há-de anteceder o "Tás Aqui Tás Ali", esta semana sobre a aliança entre o PSD e os ex-camaradas de partido do Chega para o governo dos Açores, Manuel Carvalho, director do Público, dois anos depois do relatório da Oxfam que dá conta que 1% da população ficou com 80% da riqueza mundial, diz que vê toda a gente preocupada com a distribuição da riqueza e ninguém preocupado com a sua criação. É o estado do jornalismo no tugão.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

In Memoriam

por josé simões, em 02.11.20

 

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Robert Fisk

 

1946 - 2020