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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| «Haja pudor e decência»

por josé simões, em 15.03.16

 

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Do Estado de direito e da separação de poderes ou a Rui Machete School of Politics and International Relations:


«O Jornal de Angola elogiou a postura de Paulo Portas que este fim de semana, no seu último discurso como lider do CDS-PP, alertou para o perigo da judicialização das relações entre Portugal e Angola, que apontou como um "caminho sem retorno"»


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Haja pudor e decência», pediu Portas, criticando os que, este domingo, vão receber o presidente de Angola como se fosse um democrata, [...] e não dirigisse um país onde os dirigentes gozam de opulência, luxo e riqueza enquanto o povo está entregue à fome e à miséria»"

 

 

 

 

|| Alimentar ma[n]chetes

por josé simões, em 06.10.13

 

 

 

«Machete mais não fez do que "pedir diplomaticamente desculpa (e não desculpas diplomáticas) pelas patifarias cometidas pelo Ministério Público e órgãos de comunicação social contra o vice-presidente angolano, Manuel Vicente, e o procurador-geral da República, João Maria de Sousa"

 

"Ao alimentar manchetes e notícias falsas que têm no centro figuras públicas angolanas, o Ministério Público e a procuradora-geral da República, Joana Vidal, puseram-se fora da lei."»

 

O que custa nisto tudo é que o dinheiro dos nossos impostos sirva para alimentar ma[n]chetes, numa primeira fase por via dos negócios milionários para com os escritórios de advogados e, numa segunda fase, num nível mais elevado [e é preciso ter “estudos” para isso], com a transferência do escritório de advogados para dentro do Palácio das Necessidades, enquanto se corta a eito nas pensões de sobrevivência. A Pátria do[s] ma[n]chete[s] nem sequer é a língua portuguesa, é a cor do dinheiro.

 

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|| Em 20 anos nada mudou

por josé simões, em 25.02.13

 

 

 

Paulo Portas, que antes era amigo dos "traficantes e criminosos" da UNITA e recebia Jonas Savimbi como se fosse um democrata, é agora em quem reside a esperança para "um entendimento" entre Portugal e Angola dos criminosos e corruptos do MPLA, como se José Eduardo dos Santos fosse um democrata e como se não houvesse uma coisa chamada separação de poderes.

 

Em 20 anos nada mudou, nem os protagonistas, cá e lá. Savimbi ter morrido é um pormenor.

 

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|| E o mais grave é que na forma até nem falha nada

por josé simões, em 19.11.12

 

 

 

Lições de Democracia de um regime totalitário, lições de liberdade de imprensa de um regime de imprensa de pensamento único, lições de Estado de Direito de um regime onde não há separação de poderes – executivo, judicial, e quarto poder. Escusavam[os] ouvir esta.

 

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|| Para Portugal, rapidamente e em força! [*]

por josé simões, em 16.11.12

 

 

 

«[…] é hora de convocar todos os líderes da comunidade para avaliar a situação dos direitos humanos em Portugal.

 

[…]

 

Angola tem sido, sobretudo nos últimos dez anos, o baluarte da democracia e da liberdade na comunidade de países que falam a língua portuguesa. Num momento em que surgem visíveis sinais de violência sobre cidadãos indefesos, temos de cerrar fileiras e exigir que Portugal respeite os direitos humanos.

 

[…]

 

Ninguém se levanta em defesa dos pobres portugueses que estão a morrer de fome.»

 

[*]

 

 

 

 

|| A quem muito se abaixa o rabo lhe aparece, vox populi

por josé simões, em 13.11.12

 

 

 

Um estava "mergulhado" na visita de Angela Merkel, outro foi para o Cairo, outro ainda não estava disponível e não era da sua competência, ainda outro pediu para lhe colocarem a questão por e-mail, e mais outro que não estava legitimado para falar.

 

Tanta cobardia [era para ter escrito prostituição política] para responder uma coisa simples e que se ensina nas escola às crianças, que em Portugal o poder judicial é independente do poder político e que o Governo não é tido nem achado no trabalho da Procuradoria-Geral da República [coisa que não acontece em Angola], e que as relações entre dois estados soberanos não são tratadas na praça pública nem nos editoriais dos jornais.

 

Estamos entregues.

 

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