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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O general e a tropa fandanga

por josé simões, em 09.06.19

 

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Se um desses quaisquer tropa fandanga responsáveis por decidir empréstimos de 3 500€ num balcão qualquer da Caixa Geral de Depósitos alegar que não se lembra do empréstimo que decidiu e que correu mal a gente até acredita, devem haver milhares de pedidos dessa ordem todos os dias, vai-se lá lembrar daquele especificamente?

Se o Governador do Banco de Portugal alega não se lembrar da autorização dada pelo banco central que governa para a entrada de Joe Berardo no capital do BCP, com um empréstimo contraído no banco do estado no valor de 350 milhões de €, mesmo que posteriormente corrija para não ter estado na reunião que o decidiu, está a mentir com quantos dentes tem na boca porque não é todos os dias em que um valor daquela ordem aparece em cima da mesa das reuniões.

E se Vítor Constâncio mentiu é porque tem/ tinha a clara noção de que o que estava a ser feito não era correcto. Tão simples quanto isto.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Gotham

por josé simões, em 12.05.19

 

António Cotrim-Lusa.jpg

 

 

Gotham

 

 

[Imagem de António Cotrim/ Lusa]

 

 

 

 

Da qualidade da democracia

por josé simões, em 10.05.19

 

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Se as comissões parlamentares de inquérito em Portugal tivessem o mesmo peso institucional e o mesmo valor jurídico que as comissões de inquérito do Senado norte-americano os Berardos desta vida pensavam duas vezes antes de se deslocarem ao Parlamento para gozar com a cara de todos os portugueses que lhes garantem com esforço e sacrifício um nível de vida acima das suas possibilidades. [E não nos estamos propriamente a referir à foto que ilustra o texto].
 
 
 
 
 

|| Um sábado como outro qualquer

por josé simões, em 22.12.12

 

 

  

Em que, pela boca de Joe Berardo, ficámos todos a saber que somos todos ricos…

 

 

 

 

 

 

 

|| Fascismo nunca mais!

por josé simões, em 19.02.11

 

 

 

 

 

Personagens como Joe Berardo, que está morto em casa há pelo menos 37 anos sem que o fisco, a vizinhança, ou a comunicação social tenham dado por isso, devem ser estimulados e incentivados a virem a terreiro dizer o que lhes vai na alma como forma de trazer os jovens de volta à política e à contestação.

 

Falar à geração actual (18/ 20 anos), nascida e criada com a Democracia consolidada, em «“mudar o sistema político”, nem que seja com “um novo género de ditadura» é encher as ruas de jovens, logo no dia seguinte, a levantar as pedras da calçada. Abençoado Berardo!

 

(Em stereo)

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

|| As dores de Berardo

por josé simões, em 12.04.10

 

 

 

 

Também não sou amigo de Armando Vara, nem sequer tenho por ele especial simpatia e também pertenço ao clube dos que acham bastante nebuloso o seu percurso profissional desde empregado bancário na CGD de Mogadouro a vice-presidente do BCP, mas ouvir o amigo de Pik Botha dizer “nunca fui da política”…

 

Joe Berardo que uma vez disse a Mário Crespo na SIC N que devia poder despedir como e quando quisesse sem haver lugar a indemnizações e que os despedidos deviam era sair agradecidos por lhes ter dado emprego durante xis tempo. Ao senhor Comendador dói pagar a quem quer que seja. Para mim ponto final.

 

(Imagem “Day of Ashur” de Don McCullin)