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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

That's all folks!

por josé simões, em 24.09.19

 

 

 

Procissão Cristas fez a travessia de barco entre o Barreiro e Lisboa na hora de ponta, mas fez ao contrário, de Lisboa para o Barreiro, quando o barco vai vazio. Chico-espertice para evitar apupos e insultos que estragavam uma bela reportagem de telejornal.

 

Jerónimo de Sousa foi para o pinhal de Leiria em campanha jurar 10 vezes que a "his master' s voice" Heloísa Apolónia não foi despromovida por ser transferida compulsivamente para um distrito onde o heterónimo do PCP há 34 anos não elege um deputado, sem que nenhuma televisão achasse esquisito Heloísa Apolónia falar só depois de Jerónimo ter falado 10 vezes por ela.

 

Dia 1 da campanha eleitoral.

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 18.03.19

 

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Independentemente do Jerónimo de Sousa que em Dezembro de 2016 no discurso de arranque do XX Congresso do PCP em Almada afirmava que a União Europeia não é uma democracia ["não se tratar de "maquilhar, refundar ou democratizar" a União Europeia",  "a experiência recente demonstra que a UE constitui uma matriz política e ideológica, impossível de ser democratizada, humanizada ou refundada"] ser o mesmo Jerónimo de Sousa que em Março de 2019 a propósito da Coreia do Norte responde à pergunta com a pergunta "O que é a democracia? Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia" para fugir à questão, na chico-espertice da memória curta das pessoas, esquecidas do conceito de democracia definido apenas três anos antes em Almada, o que há aqui a registar é  "[...] o nosso projecto de sociedade, [...] tendo em conta a nossa cultura, tendo em conta a nossa história, tendo em conta o nosso povo", os mesmíssimos mui nobres princípios da cultura, da história, do povo, da tradição [Diário de Notícias e Jornal de Notícias em 1953], que levava Salazar a martelar resultados eleitorais, a instituir a censura, a polícia política e a tortura, o chefe de família, quando um burro fala o outro baixa as orelhas, cada macaco no seu galho, o respeitinho é muito bonito, manda quem pode obedece quem deve. E tudo isto da boca de um secretário-geral de um partido que reclama o estatuto de dono do combate ao fascismo e à ditadura é absolutamente maravilhoso. Ou nem por isso.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O Bernardino contratou o Bernardino que é genro do Jerónimo?

por josé simões, em 18.01.19

 

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Loures
Esclarecimentos acerca da peça emitida pela TVI

 

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25 de Novembro

por josé simões, em 25.11.18

 

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[Imagem de Nuno Botelho]

 

 

 

 

O Bruno de Carvalho da política

por josé simões, em 09.09.18

 

 

 

À imagem do ex- presidente do Sporting que nunca tinha um discurso pela positiva, nunca conseguia afirmar o Sporting pela força do clube e ideias próprias, era sempre "porque o Benfica isto", "mas o Benfica", "e o Benfica aquilo", "no Benfica acontece", "no Benfica deixa de acontecer", Jerónimo de Sousa não consegue alinhavar uma frase completa com uma ideia alternativa para o país que não passe "porque o PS aquilo", "mas o PS aquele outro", "e o PS assim", "e o PS assado", mesmo até quando o PS está arredado do poder, entregue ao PSD e ao CDS. E subir o de nível?

 

 

 

 

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 05.09.18

 

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Um dia depois de Catarina Martins, o "Partido Proletário de Novo Tipo" a reboque do "Radicalismo de Esquerda, a Doença Infantil do Comunismo".

 

Jerónimo admite PCP no Governo

 

Quinta-feira o Avante! explica

 

[A imagem é minha]

 

 

 

 

 

Jerónimo no seu labirinto

por josé simões, em 28.08.18

 

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O secretário-geral do PCP apontou hoje a falta de emprego e de “salários justos” como as causas da emigração, rejeitando que tenha sido o nível do IRS a forçar os portugueses a sair do país.

 

E agora como é que vamos lutar contra o capitalismo em França, Alemanha, UK, Luxemburgo, Suíça, etc. , que dá emprego e paga salários justos aos injustiçados do capitalismo em Portugal, sem desestabilizar o sistema económico e social em cada país, já que o argumento terá obrigatoriamente de passar por mais emprego e salários mais justos para os nativos, pressionados pela emigração portuguesa, e com isso criar uma onda xenófoba e racista como reacção?

 

"E o Sol brilhará para todos nós"? [E a Venezuela aqui tão perto].

 

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Dão-se explicações

por josé simões, em 12.04.18

 

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Depois, se houver uma crise como a do subprime, ou outra, uma guerra, com o imbecil que está instalado na Casa Branca nunca se sabe, se o preço do petróleo vier por aí acima, se o próximo ocupante do Banco Central Europeu for um alemão fundamentalista, e isto der para o torto, dá de certeza, e apanharmos com o terceiro resgate numa década, o ministro das Finanças vai explicar aos portugueses, aqueles que não trabalhadores da Administração Pública, do sector privado, que não são aumentados há quase uma década, nalguns casos até há mais tempo, porque é que não havendo dinheiro para nada, nem para a saúde, nem para a educação, nem para as polícias e os militares, nem para a justiça, andou a distribuir dinheiro a rodos ao invés de manter o défice perto do zero por forma a reduzir os juros da dívida e permitir o investimento público.

 

Sucesso, diz o Ministro das Finanças [Mário Centeno], mas vai ter de explicar aos trabalhadores da administração pública por que afirma que não há dinheiro para aumentos salariais para trabalhadoras que estão há oito/nove anos sem qualquer aumento, afirmou o líder do PCP.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 21.06.17

 

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não é possível olhar para esta catástrofe iludindo as consequências de anos de integração na União Europeia e às suas políticas comuns

 

 

 

 

 

O algodão não engana

por josé simões, em 02.12.16

 

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Quantas vezes já o viram, quais os líderes de partidos políticos se dão ao luxo de molhar o dedo na boca para virar a página do discurso, em directo para as televisões na era do "tudo estudado ao milímetro"?


Genuíno.

 

 

 

 

Expressionismo alemão

por josé simões, em 01.12.16

 

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Esta foto de Jerónimo de Sousa na primeira página do Público ou  Nosferatu por Friedrich Wilhelm Murnau.

 

 

 

 

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O Diabo em S. Bento

por josé simões, em 04.11.16

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

||| Uma contradição, diz ele

por josé simões, em 25.04.16

 

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O PCP não quer "o regresso de PSD e CDS" ao sítio onde o PCP, e o Bloco, os meteram, "para fazer o mal que fizeram às vidas dos portugueses". E fica-lhe muito bem não o querer. "Para esse peditório não damos". Deram os portugueses com sangue, suor e lágrimas durante 4 anos. E não se fala mais nisso. Fala-se na contradição que o PS tem para resolver. A contradição entre sermos parte de uma União Europeia e aceitarmos, para o bem e para o mal, as regras dessa União Europeia, a contradição entre tentar mudar as regras por dentro ou ir feitos D. Quixotes contra tudo, com as consequências e o resultado que espera o PCP. O PCP que não tem contradições, nenhumas, para resolver. A contradição entre defender a democracia parlamentar e escrever editoriais saudosistas da União Soviética no Avante! A contradição entre defender o direito dos povos à autodeterminação e chorar a queda do Muro de Berlim e chorar 1956 na Hungria e chorar 1969 na Checoslováquia. A contradição entre defender o direito ao protesto e à reivindicação, no Parlamento, e cavalgar o protesto e a reivindicação, nas ruas e, no Parlamento, pelo voto dos deputados, e nas páginas do órgão oficial do partido, apoiar regimes opressivos, governados por ditadores, cleptocracias e dinastias familiares só porque são de partidos irmãos. A contradição entre defender a liberdade de expressão e os direitos humanos e celebrar no Avante! Estaline e Brejnev. Uma contradição, diz ele.

 

 

 

 

||| The million dollar question

por josé simões, em 22.02.16

 

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"Que orçamento estaríamos a discutir se o povo com o seu voto não tivesse decidido a alteração da composição da Assembleia da República?"


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||| "Mais vale cair em graça do que ser engraçado"

por josé simões, em 28.01.16

 

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Mais vale cair em graça do que ser engraçado e Jerónimo de Sousa, que tem por imagem de marca o recorrer a provérbios e ditos populares "por dá cá aquela palha", devia ter este à cabeceira e perceber, ainda que habitando outra dimensão, os limites do engraçadismo para não ter de levar "nas entrelinhas" e com retroactivos.


Catarina Martins em entrevista à SIC Notícias "Acho que Edgar Silva fez uma boa campanha [...] mobilizou o eleitorado do Partido Comunista Português" [182 906 votos, 3, 95%].


Ainda em modo Jerónimo de Sousa, "toma e embrulha". E ficamos por aqui porque já tens, Jerónimo, idade suficiente para ser do tempo das "companheiras", figuras secundárias e obedientes, de apoio ao camarada militante nas casas clandestinas. Um bom chefe de família. Macho man.


[Imagem "cabeleireiro na URSS"]