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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Bruno de Carvalho da política

por josé simões, em 09.09.18

 

 

 

À imagem do ex- presidente do Sporting que nunca tinha um discurso pela positiva, nunca conseguia afirmar o Sporting pela força do clube e ideias próprias, era sempre "porque o Benfica isto", "mas o Benfica", "e o Benfica aquilo", "no Benfica acontece", "no Benfica deixa de acontecer", Jerónimo de Sousa não consegue alinhavar uma frase completa com uma ideia alternativa para o país que não passe "porque o PS aquilo", "mas o PS aquele outro", "e o PS assim", "e o PS assado", mesmo até quando o PS está arredado do poder, entregue ao PSD e ao CDS. E subir o de nível?

 

 

 

 

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 05.09.18

 

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Um dia depois de Catarina Martins, o "Partido Proletário de Novo Tipo" a reboque do "Radicalismo de Esquerda, a Doença Infantil do Comunismo".

 

Jerónimo admite PCP no Governo

 

Quinta-feira o Avante! explica

 

[A imagem é minha]

 

 

 

 

 

Jerónimo no seu labirinto

por josé simões, em 28.08.18

 

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O secretário-geral do PCP apontou hoje a falta de emprego e de “salários justos” como as causas da emigração, rejeitando que tenha sido o nível do IRS a forçar os portugueses a sair do país.

 

E agora como é que vamos lutar contra o capitalismo em França, Alemanha, UK, Luxemburgo, Suíça, etc. , que dá emprego e paga salários justos aos injustiçados do capitalismo em Portugal, sem desestabilizar o sistema económico e social em cada país, já que o argumento terá obrigatoriamente de passar por mais emprego e salários mais justos para os nativos, pressionados pela emigração portuguesa, e com isso criar uma onda xenófoba e racista como reacção?

 

"E o Sol brilhará para todos nós"? [E a Venezuela aqui tão perto].

 

[Imagem]

 

 

 

 

Dão-se explicações

por josé simões, em 12.04.18

 

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Depois, se houver uma crise como a do subprime, ou outra, uma guerra, com o imbecil que está instalado na Casa Branca nunca se sabe, se o preço do petróleo vier por aí acima, se o próximo ocupante do Banco Central Europeu for um alemão fundamentalista, e isto der para o torto, dá de certeza, e apanharmos com o terceiro resgate numa década, o ministro das Finanças vai explicar aos portugueses, aqueles que não trabalhadores da Administração Pública, do sector privado, que não são aumentados há quase uma década, nalguns casos até há mais tempo, porque é que não havendo dinheiro para nada, nem para a saúde, nem para a educação, nem para as polícias e os militares, nem para a justiça, andou a distribuir dinheiro a rodos ao invés de manter o défice perto do zero por forma a reduzir os juros da dívida e permitir o investimento público.

 

Sucesso, diz o Ministro das Finanças [Mário Centeno], mas vai ter de explicar aos trabalhadores da administração pública por que afirma que não há dinheiro para aumentos salariais para trabalhadoras que estão há oito/nove anos sem qualquer aumento, afirmou o líder do PCP.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 21.06.17

 

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não é possível olhar para esta catástrofe iludindo as consequências de anos de integração na União Europeia e às suas políticas comuns

 

 

 

 

 

O algodão não engana

por josé simões, em 02.12.16

 

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Quantas vezes já o viram, quais os líderes de partidos políticos se dão ao luxo de molhar o dedo na boca para virar a página do discurso, em directo para as televisões na era do "tudo estudado ao milímetro"?


Genuíno.

 

 

 

 

Expressionismo alemão

por josé simões, em 01.12.16

 

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Esta foto de Jerónimo de Sousa na primeira página do Público ou  Nosferatu por Friedrich Wilhelm Murnau.

 

 

 

 

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O Diabo em S. Bento

por josé simões, em 04.11.16

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

||| Uma contradição, diz ele

por josé simões, em 25.04.16

 

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O PCP não quer "o regresso de PSD e CDS" ao sítio onde o PCP, e o Bloco, os meteram, "para fazer o mal que fizeram às vidas dos portugueses". E fica-lhe muito bem não o querer. "Para esse peditório não damos". Deram os portugueses com sangue, suor e lágrimas durante 4 anos. E não se fala mais nisso. Fala-se na contradição que o PS tem para resolver. A contradição entre sermos parte de uma União Europeia e aceitarmos, para o bem e para o mal, as regras dessa União Europeia, a contradição entre tentar mudar as regras por dentro ou ir feitos D. Quixotes contra tudo, com as consequências e o resultado que espera o PCP. O PCP que não tem contradições, nenhumas, para resolver. A contradição entre defender a democracia parlamentar e escrever editoriais saudosistas da União Soviética no Avante! A contradição entre defender o direito dos povos à autodeterminação e chorar a queda do Muro de Berlim e chorar 1956 na Hungria e chorar 1969 na Checoslováquia. A contradição entre defender o direito ao protesto e à reivindicação, no Parlamento, e cavalgar o protesto e a reivindicação, nas ruas e, no Parlamento, pelo voto dos deputados, e nas páginas do órgão oficial do partido, apoiar regimes opressivos, governados por ditadores, cleptocracias e dinastias familiares só porque são de partidos irmãos. A contradição entre defender a liberdade de expressão e os direitos humanos e celebrar no Avante! Estaline e Brejnev. Uma contradição, diz ele.

 

 

 

 

||| The million dollar question

por josé simões, em 22.02.16

 

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"Que orçamento estaríamos a discutir se o povo com o seu voto não tivesse decidido a alteração da composição da Assembleia da República?"


[Imagem]

 

 

 

 

||| "Mais vale cair em graça do que ser engraçado"

por josé simões, em 28.01.16

 

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Mais vale cair em graça do que ser engraçado e Jerónimo de Sousa, que tem por imagem de marca o recorrer a provérbios e ditos populares "por dá cá aquela palha", devia ter este à cabeceira e perceber, ainda que habitando outra dimensão, os limites do engraçadismo para não ter de levar "nas entrelinhas" e com retroactivos.


Catarina Martins em entrevista à SIC Notícias "Acho que Edgar Silva fez uma boa campanha [...] mobilizou o eleitorado do Partido Comunista Português" [182 906 votos, 3, 95%].


Ainda em modo Jerónimo de Sousa, "toma e embrulha". E ficamos por aqui porque já tens, Jerónimo, idade suficiente para ser do tempo das "companheiras", figuras secundárias e obedientes, de apoio ao camarada militante nas casas clandestinas. Um bom chefe de família. Macho man.


[Imagem "cabeleireiro na URSS"]

 

 

 

 

||| Good Bye Lenin!

por josé simões, em 25.01.16

 

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"Podíamos arranjar uma candidata engraçadinha, mas não somos capazes de mudar"


[Imagem]

 

 

 

 

||| Eu queria ter arranjado um título para isto

por josé simões, em 08.11.15

 

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Com o Bloco de Esquerda a ultrapassar o PCP, não pela direita, não pela esquerda, mas bem pelo meio, ao passar a terceira força política no Parlamento e com isso a obrigar Jerónimo de Sousa a chegar-se à frente no day after às eleições legislativas ao dar um sinal a António Costa de que o PS só não seria Governo se não o quisesse; com o Bloco de Esquerda, ao longo de um mês de negociações com o PS, sempre um passo à frente do PCP e sempre a passar para a opinião pública a ideia de mais abertura que os comunistas, é melhor ir reescrever literatura e escrever a história do papel decisivo do Bloco de Esquerda, e de Catarina Martins, como forças de pressão, decisivas, que levaram o radical PCP de Jerónimo de Sousa a sair da extrema onde estava acantonado ou aguardamos pela "palavra dada–palavra de honra" dos comunistas e pelo momento em que vai ser o próprio Bloco de Esquerda, pela sua natureza de "saco de gatos", a pôr um ponto final na maioria de esquerda que "criou"?


[A imagem é minha]

 

 

 

 

||| I want my MTV!

por josé simões, em 06.11.15

 

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«O PCP enviou ao PS esta tarde um documento intitulado "Posição conjunta do PS e do PCP sobre solução política". O texto surge depois da reunião realizada na última quarta-feira e permite, segundo nota enviada pelo PCP, "afirmar que estão reunidas as condições para pôr fim ao Governo PSD/CDS-PP" e "assegurar um governo da iniciativa do PS".»

 

[Imagem e título fanado a "Money For Nothing" dos Dire Straits]

 

 

 

 

||| Dia 1

por josé simões, em 07.10.15

 

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«[...] o PCP rejeitará “qualquer moção de rejeição vinda do PSD ou do CDS” a um programa de governo socialista [...]»


[...]


«E garantiu que não põe como condição entrar num governo socialista. E também "não significa que o programa do PCP ou do PS tenham de estar contidos no programa do governo"»


[...]


«O que estamos discutir não é o programa dos partidos, porque cada um tem o seu programa. O que estamos a discutir são as medidas de políticas consideradas prioritárias para o país [...]»


[...]


«Não estivemos a trabalhar sobre o que nos divide, mas a trabalhar em torno de perspectivas comuns e actuações prioritárias que correspondam à vontade dos cidadãos para que haja uma alteração de políticas em Portugal»


[Álvaro Cunhal na imagem de autor desconhecido]