"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Não podem rezar na via pública. E não é autorizada a construção de novos lugares para o culto. Vão rezar em garagens, armazéns, caves, na clandestinidade. Entregues a imames, clérigos radicais, sem escrutínio, fora dos radares. E assim se "alimenta a radicalização, a guetização e a hostilidade aos valores democráticos". Exactamente o que se argumenta para a proibição. É o círculo perfeito de que se alimenta a extrema-direita, irmã gémea do islamofascismo. O ódio alimenta o ódio, a raiva alimenta a raiva, o medo alimenta o medo.
Vamos todos fazer uma festa porque a extrema-direita adiou por mais 4 anos a resposta nas urnas aos extremismos que a Europa inventa, fomenta e paga a toda a roda com o dinheiro que não há para nada. Viva!
A grande maioria ainda não percebeu, mas é de uma guerra que se trata. E também há os cúmplices que fingem não perceber. Eles contra nós. E o "nós" não significa obrigatoriamente que se professe a religião. Cristão é adjectivo não é substantivo. E que cada um saiba qual é o lado da trincheira que vai ter de ocupar porque nesta guerra não há neutralidade possível.
Por várias razões. De entre as quais o não engolir propaganda do Hamas como a que o “60 Minutos”desmontou, e como a que é servida no prato da opinião pública europeia como os famigerados ataques da IDF a ambulâncias da ONU.
Aqueles que andam sempre a gritar “Fascismo Nunca Mais!” são os primeiros a sair para a rua em defesa do islamo-fascismo.
Desconhecia que um dos lemas do Hamas era “Nós acreditamos na morte. Vocês acreditam na vida” (Público assinantes). Faz-me recordar o célebre grito dos falangistas espanhóis: “Viva La Muerte!”
Cada vez me sinto mais inclinado a concordar com aqueles que falam em islamo-fascismo.