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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O pantomineiro encartado e o jornalismo de qualidade

por josé simões, em 02.04.18

 

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"O Governo aumentou a carga fiscal indirecta, por exemplo, uma pessoa vai ao restaurante e não se apercebe que paga o IVA". Que baixou precisamente na restauração. E Clara de Sousa calada.

 

Sem que ninguém no PSD de Rui Rio lhe dê a ponta de um chavelho de importância e sem que ninguém no Governo da 'Geringonça' lhe chibe aos ouvidos o "exclusivo" para a avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1, Marques Mendes, reduzido à sua insignificância, limita-se a fazer o que melhor sabe: inventar, truncar, desinformar. Era dia 1 de Abril.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Não há dinheiro para nada

por josé simões, em 27.03.18

 

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Não há dinheiro para nada. Nem para a saúde, nem para a educação, nem para a cultura, nem para as polícias e o controlo de fronteiras, nem para pensões e reformas, nem sequer para pagar aviões-bombeiros no Verão e o pré aos militares que tomam conta dos paióis nos quartéis. Não há dinheiro para nada, qual foi a parte que não perceberam?

 

Ajudas à banca já custaram 17 mil milhões a contribuintes

 

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Viver acima das nossas possibilidades

por josé simões, em 22.12.17

 

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Quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que é preciso trabalhar até aos 70 anos por causa da sustentabilidade da Segurança Social e blah-blah-blah e que a esperança de vida aumentou e blah-blah-blah; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que há que racionalizar meios e custos para garantir a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e que temos de fazer mais com menos e ainda aumentar as taxas moderadoras para dissuadir falsas urgências ao mesmo tempo que se congelam salários a médicos, enfermeiros e técnicos de diagnóstico e terapêutica enquanto se subcontratam clínicos a empresas de trabalho temporário; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que as escolas têm de continuar como estão sem obras de modernização e beneficiação e que os axilares que faltam são os auxiliares que vão continuar a faltar e que as turmas têm de ter mais uns quantos alunos além daquilo que é pedagogicamente aconselhado porque a natalidade está a baixar e professores admitidos nos quadros nem pensar e aumentos salariais ainda menos; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que temos de pagar mais uma taxa por isto e mais uma taxa por aquilo e mais uma taxa por aquele outro, que é para garantir a qualidade do ar e a qualidade da água e a preservação do meio ambiente e o tratamento dos lixos; quando vos disserem que não há dinheiro lembrem-se sempre que "salvar bancos já custou mais 14 mil milhões de euros aos contribuintes" e que "os contribuintes portugueses tiveram encargos de 14,6 mil milhões de euros como salvamento e a ajuda à banca entre 2008 e 2016" e que "o custo líquido imputado aos contribuintes corresponde a 8% do Produto Interno Bruto" e que não podemos continuar a viver acima das nossas possibilidades porque não há dinheiro para nada e temos de nos contentar com um Estado social pequenino à medida do dinheiro que não há para nada.

 

 

 

 

Afinal havia outra

por josé simões, em 26.11.17

 

 

 

Depois de 2 - dois - 2 anos passados a ouvir a direita radical com o "encapotado aumento de impostos", que "a austeridade não acabou" e o "ataque à classe média.

 

Só 7 países da Europa baixaram a carga fiscal. Portugal foi um deles

 

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Uma pergunta simples

por josé simões, em 18.09.17

 

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Já não indo pelo "falar verdade" na boca de Passos Coelho da "habilidadezinha de comunicação" do simulador online para a devolução do IRS e da carga fiscal que, em princípio, só iria aliviar em 2019, se ainda durante o anos de 2015 "nós [eles] pusemos em prática um alívio do IRS" porque é que a generalidade dos portugueses não o sentiu no bolso, antes pelo contrário?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Recapitulando

por josé simões, em 11.05.17

 

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Carga fiscal diminuiu para 34,4% do PIB - 2016

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

A the next big thing do PSD

por josé simões, em 12.12.16

 

 

 

Rui Rio sugere imposto para pagar juros da dívida pública


- Rui Rio não sabe que os juros da dívida públicas [e a dívida] são pagos pelos impostos


- Rui Rio quer criar mais um imposto


- Rui Rio tem de dizer algo


- Cada uma por si ou ambas as três


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De Espanha, nem bom vento nem bom casamento

por josé simões, em 09.12.16

 

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O fisco espanhol andar a apertar os jogadores de um dos dois campeonatos nacionais de futebol mais mediáticos e milionários do mundo – o outro é o inglês, é má política porque os clubes podem deslocalizar a La Liga para a Holanda ou para a Irlanda [teoria liberal].


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É à vontade do freguês

por josé simões, em 24.10.16

 

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Nos idos de Vítor Gaspar ministro das Finanças um dos argumento invocados pela direita radical para o "enorme aumento de impostos", e que consegui mesmo trazer a esquerda ao debate - e aqui há que lhes tirar o chapéu por conseguirem sempre desviar a discussão para onde muito bem lhe interessa, era o de que se queremos ter um Estado social com as valências e a qualidade a que nos habituámos, ser necessária uma base de sustentabilidade financeira, como se o "enorme aumentos de impostos" fosse com esse fim e enquanto se cortava na educação, na saúde, na justiça, e se desmantelava o tal do Estado social em benefício de interesses privados e da indústria da engorda às custas da miséria alheia, administrada pelas IPSS com ligações à Igreja Católica debaixo do pomposo nome de "Economia Social", tudo subsidiado pelo contribuinte por via das transferências do Orçamento do Estado. Agora que na realidade, além de repor direitos, garantias e poder de compra é necessário dotar o Estado de meios financeiros para garantir a tal da sua função social, reconstruir todo o edifico escaqueirado por quase 5 anos de Governo PSD/ CDS, com o dinheiro que não há para nada porque foi necessário resgatar os bancos da "excelência da gestão privada" e a converter dívida privada em dívida pública, o aumento dos impostos, ainda que indirectos, não só é "O" aumento dos impostos, como um aumento de impostos, um "ataque à classe média", feito pela esquerda, socialismo, União Soviética e o Diabo, sem mais. É o debate à vontade do freguês.

 

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Pedro Passos Cambalhotas Coelho

por josé simões, em 16.10.16

 

 

 

"Em 2011, Passos preferia impostos indirectos em alternativa ao directos. Em 2016, numa cambalhota despudorada, os indirectos são agora injustos. Passos é basicamente um político sem qualquer orientação política. Qual catavento, dirá sempre o que lhe parecer mediaticamente mais favorável."


[Via]

 

 

 

 

TPC, Trabalho Para Casa

por josé simões, em 06.10.16

 

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Procurar em blogues de esquerda, principalemente em blogues da esquerda ligada ao Partido Socialista, tudo o que foi escrito de cada vez que governos de direita procederam a perdões fiscais.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Pobres dos ricos

por josé simões, em 03.10.16

 

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"As poupanças de uma vida" [que não é exactamente sinónimo de "uma vida de poupança"] foi-nos repetido tantas vezes, com tanta intensidade e carga dramática nestas duas últimas semanas, que já estamos todos quase a acreditar que é possível ficar rico a trabalhar.


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Glorioso aNúncio

por josé simões, em 29.09.16

 

 

 

Outubro de 2012. O nosso querido secretário de Estado do CDS faz um glorioso anúncio na assembleia revolucionária.


[Daqui]

 

 

 

 

Coisas absolutamente inadmissíveis

por josé simões, em 22.09.16

 

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Que os 1% mais ricos sejam "impostados" [como dizem os imbecis] de forma a proporcionarem uma existência mais digna a quem contribuiu ao longo de uma vida de trabalho para o seu acumular de riqueza.


Cinco anos depois a consciencialização chega ao canto mais ocidental da Europa.

 

 

 

 

Classe média, impostos sobre 1% da população e para quem a direita radical governa

por josé simões, em 22.09.16

 

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"O aumento da carga fiscal sobre os trabalhadores com baixos rendimentos foi particularmente elevado em Portugal, onde o sistema de crédito fiscal foi tornado menos progressivo", afirma a OCDE no relatório divulgado hoje.


No Orçamento do Estado para 2015, o Governo PSD/CDS-PP, liderado por Pedro Passos Coelho, manteve a sobretaxa de 3,5% em sede de IRS aplicada a montantes de rendimento que excedessem o salário mínimo nacional, mas introduziu um crédito fiscal que permitiria desagravar, parcial ou totalmente, a colecta da sobretaxa referente ao ano de 2015.


No entanto, este desagravamento estava dependente das receitas de IVA e de IRS nesse ano, uma vez que a fórmula de cálculo do crédito fiscal considerava a diferença entre a soma das receitas destes dois impostos efectivamente cobradas e a soma da receita dos dois impostos estimada para o conjunto do ano no Orçamento do Estado de 2015.


Portugal foi o país da OCDE que mais aumentou carga fiscal nos baixos salários em 2015

 

 

 

 

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