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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Agora com um desenho

por josé simões, em 04.03.20

 

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O célebre "temos de fazer mais com menos" com que Pedro Passos Coelho nos brindou durante os quase cinco anos de Governo da troika explicado com um desenho.

 

 

 

 

||| Da série “Coisas Verdadeiramente Surpreendentes”

por josé simões, em 04.07.14

 

 

 

Um dos segredos para a recuperação económica passava por baixar o preço da hora extraordinária, não porque Governo tivesse um modelo de baixos salários para o país, mas porque estavamos de rastos por causa do "despesismo e da irresponsabilidade socialista" e uma parte, importante, do esforço comum calhava ao suspeito do costume e passava por aumentar a competitividade das empresas a troco de uns dias de salário por ano [o pagode ganha bem e sai cedo, o que é isso?], não para que os patrões e accionistas aumentassem as mais-valias mas porque o dinheiro que cada um, imbuído de espírito patriótico, deixava de receber, depois de entrar na tesouraria das empresas tornava a sair e iria reverter para a economia real e para a criação de emprego e para o crescimento económico a perder de vista.

 

"Patrões dizem que há trabalhadores a recusar fazer horas extra"

 

Curioso, muito curioso. Porque será?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

|| Não vai o Serviço Nacional de Saúde ao PSD vai o PSD ao Serviço Nacional de Saúde

por josé simões, em 19.08.11

 

 

 

A ideia [porque há uma ideia] não é acabar pura e simplesmente com o Serviço Nacional de Saúde, a ideia é arranjar maneira de os profissionais de saúde não quererem trabalhar no Serviço Nacional de Saúde de forma a acabar com ele.

 

No final da legislatura o serviço vai ser tão mau, mas tão tão mau [mas tendencialmente gratuito e inscrito na Constituição], que só os "pobrezinhos" vão fazer uso dele. Depois entram as IPSS e as Misericórdias. E a miséria.

 

(Na imagem Bela Lugosi em Dracula, 1931)

 

 

 

 

 

 

|| Como diria o “outro”: «de manhã só estou bem na caminha» (*)

por josé simões, em 15.12.10

 

 

 

 

 

Alguém imagina, por exemplo, uma empresa de transportes públicos cujo horário de trabalho dos motoristas ou maquinistas fosse das 09h00 às 17h30 e que o restante fosse pago como trabalho extraordinário? Ou, também por exemplo, um hospital, uma cimenteira, uma siderurgia, um estaleiro naval, uma central eléctrica, uma… tudo sectores de actividade cuja especificidade exige o laborar em contínuo e que o horário de trabalho seja de modo a preencher as 24 horas do dia, dito de outra forma, que não um horário “de escritório”. Pois imaginem.

 

(Em stereo)

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

(*)