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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| O resto é conversa para vender Expressos e entreter blogues com falta de assunto

por josé simões, em 04.09.12

 

 

 

O busílis da questão nesta never ending story, que começou muuuuuito antes de Manuel Loff e que vai continuar muuuuuito depois de Rui Ramos, é a atitude dos escudeiros, novos e velhos, do salazarismo, do Estado Novo e do fascismo, em particular, e de todos os tiranos da nossa história, no geral, em desculpabilizar a supressão das liberdades fundamentais, a repressão, a opressão, a perseguição política e a tortura, reescrever a História de modo a que o povo acredite que não foi dor a dor que realmente sentiu, enquanto, simultaneamente, agitam o fantasma de um regime político que nunca existiu, a ditadura comunista que oprimiu Portugal no pós revolução de 74.

¡No Pasarán! 

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Os herdeiros de António Ferro

por josé simões, em 07.05.11

 

 

 

 

 

Talvez não fosse mal pensado, de mansinho para não fazer ondas, retirar de circulação o mal engerocado vídeo, com direito a destaque na homepage do “jornalismo arejado” e tudo, de modo a não cairmos no ridículo aos olhos dos finlandeses e do resto do mundo.

 

«Não sei o que é mais preocupante, se a quantidade de pessoas que acreditam nestes mitos - semelhantes aos que polulavam nos livros de história do Estado Novo - se o facto de ser assinado por um organismo público, a Câmara de Cascais.»

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| Uma lição de História em modo Estado Novo

por josé simões, em 27.12.10

 

 

 

 

 

Conseguir falar em liderança durante o Renascimento e em reaccionarismo na maioria dos países europeus, sem referir uma única vez o obstáculo epistemológico religião/ igreja católica/ Inquisição e a perseguição aos grandes vultos da ciência e da cultura, mais a decapitação do poder económico e do investimento com a perseguição e expulsão dos judeus, que viriam a ter papel activo e determinante no desenvolvimento e crescimento dos países do norte da Europa, concorrentes directos de Portugal na expansão e exploração colonial. É obra!

 

 

 

 

 

|| A História mal contada

por josé simões, em 12.05.10

 

 

 

 

Não foi, nunca foi, uma estrada de um só sentido. Esta é uma História (muito) mal contada: «“as raízes da nação portuguesa e a de toda a Europa, quer queiramos ou não”, são cristãs». Mas feita a contabilidade final talvez a Igreja Católica, como ela é no mundo actualmente, deva mais à nação portuguesa do que o inverso. Basta ler a História de Portugal e dos descobrimentos portugueses (e espanhóis também).

 

Para a eternidade, pela pena de Luís de Camões.

 

“ (…)
Que, da ocidental praia lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram.
(…)”

 

(Imagem de Preste João no trono, mapa da África oriental no Queen Mary's Atlas, Diogo Homem, 1558, Museu Britânico)