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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A rapariguinha do shopping

por josé simões, em 11.12.25

 

Rui Veloso & A Banda Sonora – Rapariguinha Do Shopping.jpg

 

 

Isto é absolutamente maravilhoso! O argumento que o Governo usou para desvalorizar a adesão a greve - transações bancárias, é o argumento a que os ilusionistas liberais recorreram para dizer que estava toda a gente em greve - o shopping cheio.

 

 

 

 

O barómetro "taberneiro"

por josé simões, em 11.12.25

 

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A espinha dorsal do taberneiro é qualquer coisa... E ao mesmo tempo um indicador de que a greve geral foi um sucesso: era a favor, agora é contra o pacote laboral.

 

[Link na imagem]

 

A espinha dorsal do taberneiro é qualquer coisa... Quando polícias e GNR's derrubaram as barreiras, galgaram as escadas, quase até à porta da Assembleia da República, não se lhe ouviu uma palavra, hoje, quando meia-dúzia de bandalhos tomaram conta do que restava da manif, depois das centrais sindicais se terem retirado. quer à força ouvir a condenação de toda a esquerda pelos incidentes, insinuando uma ligação da esquerda aos arruaceiros.

 

 

 

 

Uma espécie de Vichy para o mundo laboral

por josé simões, em 10.12.25

 

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A gente fica sem perceber se alguns títulos são gozo puro ou se a desvalorização das relações laborais e a desresponsabilização do patrão já estão de tal forma entranhadas que as coisas já saem naturalmente. "Colaboradores".

 

Os colaboradores podem fazer greve geral?

 

[Na imagem brasão da França de Vichy, a que colaborava]

 

 

 

 

 

Greve Geral!

por josé simões, em 10.12.25

 

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É um greve política. E isso é que não pode ser. Porque não é político o pacote laboral que a motiva, não é política acção do Governo, não são políticos os deputados que a vão votar. "A minha política é o trabalho" é o que esta direita ressabiada que se alçou ao poder nos quer meter dentro da caixa craniana outra vez.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Insultar a inteligência de cada um

por josé simões, em 09.12.25

 

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Se explicarem às pessoas, muito bem explicadinho, entre outras, que podem ser despedidas sem justa causa; que podem ficar a contrato ad aeternum; que uma vez efectivos podem ser suibstituídos por externos ou temporários; que podem fazer até 50 horas semanais, com redução do tempo de descanso e sem pagamento de trabalho extraordinário; que os mecanismo de arbitragem desaparecem, elas percebem muito bem percebido, não fazem greve e ainda começam a injuriar os sindicatos.

 

Gonçalo Lobo Xavier fala antes de "alguma má comunicação e falta de habilidade" para a explicar que "tem sido aproveitada, de alguma maneira, pelos sindicatos para fazerem valer os seus pontos de vista".

APED: Reforma laboral é "ambiciosa", "melhora condições", mas tem sido "mal comunicada"

 

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The million-dollar question

por josé simões, em 21.11.25

 

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Vai a UGT roer a corda, como manda a tradição, assinar por baixo o que os patrões e o governo lhe dizem para assinar, cumprir o destino para o qual foi criada, ser o braço político do patronato dentro dos sindicatos? 

 

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Continuam a gozar com os portugueses...

por josé simões, em 13.11.25

 

 

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A UGT vai à luta, greve geral conjunta com a CGTP, contrariada, porque "há sempre impactos nos rendimentos dos trabalhadores". A UGT que integra os trabalhadores social-democratas, "estrutura autónoma para o mundo laboral e o movimento sindical, e que constitui uma organização especial enquadrada programaticamente no PSD com militância específica e autonomia nas suas actividades". A autonomia é tanta que acabam a fazer greve mandados pelo PCP e pelo PS. Veio lesto o sobrinho de Álvaro Amaro, que é o ministro deste governo a quem cabe dizer coisas, que os portugueses "vão ficar apeados na estação de comboio, e vão ficar apeados à porta de serviços públicos", fingindo não perceber que ninguém vai ficar "apeado" coisíssima nenhuma, pela simples razão que estão de greve e quem está de greve não fica "apeado", e no estado lastimoso em que o "Luís a trabalhar" tem os serviços públicos mais apeadeiro menos apeadeiro para eles é 'pinares'. E disse mais o sobrinho ministro, que o governo está de portas abertas, e não é apenas de portas e de braços abertos: é numa atitude de procura e aproximação. Uma aproximação do caralho, segundo a sua colega, alegada ministra do Trabalho, que há coisa de um mês afiançou que   com ou sem acordo a lei do  trabalho deverá ser enviada à Assembleia da República. Continuam a gozar com os portugueses...

 

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Atestados de estupidez

por josé simões, em 10.11.25

 

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Alegar que alguém com salários entre o miserável e o remediado, mais as contas e a renda da casa para pagar, faz greve, que alguém se dá ao luxo de perder um dia de trabalho, sem razão para isso e só porque o PCP ou o PS lhes mandaram parar, é só passar [mais] um atestado de estupidez aos portugueses, depois do país estar melhor na saúde e na educação "do que há um ano atrás" [como se houvesse há um ano à frente ou há um ano ao lado].

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

A Voz do Povo

por josé simões, em 10.11.25

 

 

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"Vai fazer greve geral? Não. Não?! Não, se o problema deste país são os ciganos e os imigrantes porque é que vão perder tempo e desperdiçar  energias com pacotes laborais?"

 

Para quem não percebe o papel que cabe ao partido da taberna na conjuntura política.

 

 

 

 

|| Coisas que não batem certo. Ou se calhar até batem

por josé simões, em 28.06.13

 

 

 

O corpo de intervenção da PSP que, na greve geral de Novembro de 2012, suportou, para lá do limite do insuportável, a chuva de pedras frente à Assembleia da República, dito de outra forma, permitiu que a "intifada" começasse e tomasse proporções inimagináveis quando a podia ter "morto" logo à nascença, é o mesmo corpo de intervenção da PSP que enquadra os manifestantes, à moda de Aljubarrota, e os encaminha para um ponto onde, inevitavelmente, o trânsito da auto-estrada seria cortado.

 

Coisas que não batem certo. Ou se calhar até batem:

 

"O que temos aqui é uma coisa muito grave, que é a realização de ficheiros políticos com dados de activistas sociais que vão a manifestações. Algo que está proibido desde o 25 de Abril [de 1974]"

 

O Governo Cavaco Silva/ Passos Coelho/ Paulo Portas já percebeu que não é pelo lado das centrais sindicais [CGTP/ UGT], pelos trabalhadores, sindicalizados ou não, enquadrados em manifestações e eventos organizados pelos sindicatos, que a coisa vai descambar. E também não é pelo lado dos anarkas, anti-sistema, okupas, anti-globalização, outsiders, uma miríade sem apoios ou estruturas de apoio, sem hierarquias institucionalizadas, sem relações de organização entre si [vários grupos]. Fazem mais barulho, mais estrago e ganham mais visibilidade mediática, mas não é por aí. São os idiotas úteis ao Governo PSD/ CDS-PP. Para mostrar serviço, como exemplo e como pressão psicológica sobre os outros, para ganhar a batalha da opinião pública, de pantufas em casa no sofá, ciosa da tranquilidade e da ordem pública.

 

Ninguém inventa nada de novo.

 

[Na imagem o Corpo de Fuzileiros da Marinha ocupa a sede nacional da PIDE/DGS, Rua António Maria Cardoso, Lisboa, 26 de Abril de 1974, Alfredo Cunha]

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 27.06.13

 

 

 

Mais de um milhão de desempregados e umas centenas de milhar de emigrantes depois, o Governo Cavaco Silva/ Passos Coelho/ Paulo Portas vem dizer que respeita "muito" quem está a trabalhar.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Depois do ministro Poiares Maduro ter, por 12 vezes, pedido "consenso" [*]

por josé simões, em 26.06.13

 

 

 

«Patrões "compreendem" razões para greve geral»

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

[*]

 

 

 

 

 

 

|| Ler nas entrelinhas

por josé simões, em 25.06.13

 

 

 

A 48 horas de uma greve geral convocada pelas duas centrais sindicais [CGTP e UGT], o melhor, e mais bem conseguido, manifesto de apelo à greve saiu do gabinete do ministro Nuno Crato: quando há justeza nas reivindicações vale sempre a pena lutar, sem medo, por aquilo que se acredita. Dignidade no trabalho.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| A Turquia aqui tão perto…

por josé simões, em 17.06.13

 

 

|| Uma revolução por minuto

por josé simões, em 22.11.12

 

 

 

Foi quando dois polícias fardados puseram as liberdades de Abril em perigo e a Direita, à boleia da Esquerda, saiu em peso para o Facebook, Twitter e blogocoisa, para fazer uma revolução por minuto. Agora 'elementos estranhos' à paisana vasculham na televisão pública e "toda a gente sabe que" e no pasa nada…

 

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