Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Haja alguém que trabalhe neste país

por josé simões, em 05.12.18

 

this_ends_here David Lyle (1).jpg

 

 

Uma das frentes de batalha do Governo da direita radical PSD/ CDS - Passos/ Portas nos anos da Troika, aberta e perdida, portugueses contra portugueses, o privado contra o público, dividir para reinar, arrisca agora triunfar nos anos da esquerda geringonça. Ele é as 35 horas de trabalho, ele é a recuperação das carreiras profissionais, ele é a progressões na carreira só porque sim, ele é a recuperação do tempo perdido por quem não viu a fábrica ou a empresa abrir falência, por quem não conheceu o desemprego e a emigração, por quem não teve salários em atraso, ele é merdices que não lembram nem ao diabo, como seja os funcionários públicos terem três horas livres no primeiro dia de aulas dos filhos, ele é o cuzinho lavado com água das malvas, é só já o que falta. Ele é o Governo da maioria parlamentar para a minoria do funcionalismo público, na sua realidade paralela. Entretanto vamos falando de populismos e esperando a inevitabilidade do regresso da direita ao poder e da vassourada definitiva na função pública e do desmantelamento da administração do Estado em favor de interesses privados mais ou menos obscuros. Life goes on.

 

[Imagem de David Lyle]

 

 

 

 

25 de Novembro

por josé simões, em 25.11.18

 

Nuno Botelho.jpg

 

 

[Imagem de Nuno Botelho]

 

 

 

 

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 05.09.18

 

lenine.jpg

 

 

Um dia depois de Catarina Martins, o "Partido Proletário de Novo Tipo" a reboque do "Radicalismo de Esquerda, a Doença Infantil do Comunismo".

 

Jerónimo admite PCP no Governo

 

Quinta-feira o Avante! explica

 

[A imagem é minha]

 

 

 

 

 

O ministro da Propaganda

por josé simões, em 12.07.18

 

Lin Yung Cheng.jpg

 

 

O ministro da Propaganda, que não aceita ultimatos dos parceiros parlamentares, que antes devem estar gratos por terem dado uma oportunidade ao PS minoritário de ser Governo, avisa os parceiros parlamentares, à laia de ultimato, que para que a coligação se repita o acordo deve incluir "política externa e europeia", não se sabe bem a que propósito, uma vez que é matéria que nunca foi óbice à actual coligação. A minoria absoluta vai ficar-vos tão bem.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais, Capítulo IV

por josé simões, em 21.06.18

 

Lenine_.jpg

 

 

Portugal atinge recorde de projectos de investimento estrangeiro em 2017


De acordo com um estudo da EY, Portugal nunca contou tantos projectos de investimento estrangeiro como em 2017. É agora considerado o país mais atractivo da Europa para investir no curto-prazo.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O bolas de naftalina

por josé simões, em 22.05.18

 

naftalina.jpg

 

 

Francisco Assis que, faz hoje exactamente 8 anos, já era mais velho que Mário Soares e que, três anos passados, se aproximava a passos largos do título "Matusalém da Política", aquele que nunca percebeu que o seu partido era o PSD,  aparece a defender uma coligação de Governo com o CDS da luta contra o Rendimento Mínimo Garantido, com o CDS do fim do salário mínimo e da progressividade do sistema fiscal, com o CDS da redução, no valor e no tempo, do subsídio de desemprego, com o CDS da retirada de competências às funções sociais do Estado e entrega aos privados e à Igreja Católica, com o CDS contra a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, com o CDS contra a educação sexual nas escolas, com o CDS contra a procriação medicamente assistida, com o CDS contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, com o CDS da ameaça do envio do diploma da co-adopção para o Tribunal Constitucional, com o CDS... vem agora, com os bolsos das calças e do blazer cheios de bolas de naftalina, afiançar que "a 'Geringonça' é como os iogurtes, tem um prazo e validade", o que, não deixando de ser uma lapaliçada, dito por ele soa a euforia  wishful thinking do "ó tempo volta para trás".

 

 

 

 

Tudo farinha do mesmo saco

por josé simões, em 13.04.18

 

the economist (1).jpg

 

 

O símbolo do PS na 'Geringonça' conduzida por António Costa, segundo o The Economist.

 

 

 

 

"Acabou-se o argumento", dizem eles

por josé simões, em 05.12.17

 

now what.jpg

 

 

É por estes dias o argumento puxado para os fóruns e para os espaços de comentário nas rádios, jornais e televisões pela "direita unitária", que é aquela direita que oficialmente não é de direita mas do centro, que tanto pode ser do PS como do PSD ou até do CDS, cheia de boas maneiras e de responsabilidade e com luvas brancas e falinhas mansas, que tem boa timeline de esquerda no Twitter e no Facebook, encartada na direcção de televisões ou com avença e lugar cativo no comentário pago, que com a eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo acaba de vez o argumento da direita, que não eles, do TINA por oposição à irresponsabilidade e ao despesismo esquerdista, inimigo das boas contas, da consolidação orçamental, da diminuição do défice e do Estado cumpridor, pagador a tempo e horas, eficaz e longe da economia o mais possível, como se fosse isso que alguma vez tivesse estado em cima da mesa e não a transferência de rendimentos do trabalho para o capital, só, e a coberto da mentira da "gordura" e do "viver acima das possibilidades", do sofrimento terreno para alcançar a glória dos mercados, nestes últimos dois com uma reversão, mínima, só possível por uma conjugação de factores, irrepetíveis: a ambição de António Costa em ser primeiro-ministro e o pavor do PCP e BE por mais 4 anos de Governo da direita radical. O resto é história e Mário Centeno faz parte dela.

 

[Imagem]       

 

 

 

 

"Um Governo preocupado só com a sua imagem"

por josé simões, em 26.11.17

 

homem elefante.png

 

 

Dois anos depois e das trapalhadas com os bancos, herdadas do anterior Governo, resolvidas e com o sistema financeiro estabilizado; com todas as metas estabelecidas cumpridas, sem recurso a extraordinários; com a economia a crescer e as exportações no mesmo sentido; com o défice mais baixo da democracia; com o PIB a aumentar e o desemprego a regredir até aos números de 2008; com o país fora do procedimento por défice excessivo, contrariando as ameaças de Bruxelas ao anterior Governo; com a Standard & Poor’s a reavaliar positivamente a notação do país; com as taxas e sobretaxas anuladas e o rendimento restituído às pessoas e às famílias; com a oposição a brandir os incêndios de Verão, o paiol de Tancos, o jantar no Panteão, a legionella na chaminé do hospital, o Infarmed no Porto e a comemoração paga à Universidade de Aveiro para assinalar o 2.º aniversário do Governo. Como diria Assunção Cristas, "um Governo preocupado só com a sua imagem".

 

[Imagem]

 

 

 

 

Atrelado não é o mesmo que a reboque

por josé simões, em 24.10.17

 

Tony-Ray-Jones--Butlin's Holiday Camp, Clacton-on-Sea, 1966.jpg

 

 

O que esta moção de censura veio mostrar não foi o Bloco de Esquerda e o PCP atrelados ao Governo do PS foi o PSD a reboque do CDS.

 

[Imagem "Tony Ray Jones Butlin's Holiday Camp, Clacton-on-Sea, 1966"]

 

 

 

 

União Nacional

por josé simões, em 25.04.17

 

tears.jpg

 

 

E ao segundo ano a 'Geringonça' produziu o 25 de Abril mais insonso de que há memória em 42 anos de comemorações.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

Uma besta é uma besta é uma besta

por josé simões, em 12.04.17

 

AD.jpg

 

 

No meu tempo, e o meu tempo foram os 80s, quem ia fazer merda para Torremolinos e Benalmadena e desrespeitar os direitos de propriedade eram os betos de panamás brancos na pinha e t-shirts da AD, da AD da propriedade privada e do direito à propriedade, contra o colectivismo comuna, assim mesmo, com um a no lugar do ista. Mas os 80s foram há tanto tempo, no tempo em que o tempo era medido pela ausência de internet e de "redes sociais" [gloup] e quando o telemóvel era nos livros do Dick Tracy, que já ninguém se lembra desse tempo e do tempo que passou até os finalistas 'espanhóis' da AD ocuparem todos os cargos de assessoria e especialidades várias em todos os ministérios, secretarias de Estado, direcções várias da Administração Pública e começarem a escrever crónicas imbecis em jornais da especialidade criados para o efeito e subsidiado por defensores acérrimos do direito à propriedade.

 

Não podemos esperar que jovenzinhos do secundário respeitem os direitos de propriedade quando o governo do seu país se vê imbuído da missão de atacar a propriedade privada dos portugueses.

 

Finalistas aprenderam com a Geringonça

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

O Exorcista

por josé simões, em 10.04.17

 

 

 

"Baixar o desemprego é bom. Diminuir a tensão social, a crispação, é bom. Haver resultados -- uns são de agora, outros foram preparados antes -- no campo do ensino, é bom. Haver ótimas perspetivas para atividades como o turismo, é bom. Há aqui coisas boas, há alguns sinais de recuperação económica"

 

as coisas têm andado e têm andado de uma maneira que, nalguns aspetos, é surpreendente e positivamente surpreendente

 

[Imagem "Helge Nissen. Leaves Out of the Book of Satan, 1921. Dir. Carl Theodor Dreyer"]

 

 

 

 

 

Portugal cuts its fiscal deficit while raising pensions and wages

por josé simões, em 29.03.17

 

His administration restored state pensions, public-sector wages and working hours to pre-bail-out levels, and also brought the deficit to well below the 2.5% target set by the European Union. It is the first time that Portugal has complied with the euro zone’s fiscal rules.

 

 

 

 

Estas coisas acontecem

por josé simões, em 22.02.17

 

 

 

[Daqui]