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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Da qualidade da democracia, do debate político e da imprensa, não necessariamente por esta ordem, no Portugal do séc. XXI

por josé simões, em 06.03.19

 

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O Público, um jornal da imprensa dita "de referência", publica na coluna "Opinião" um esclarecimento de um dos denominados "senadores do regime" a pedido do Banco de Portugal. A pedido do Banco de Portugal.

 

 

 

 

||| Diálogo e consenso

por josé simões, em 11.03.14

 

 

 

Cavaco Silva, O Avisador, pediu diálogo e consenso, ei-lo:

 

«Notáveis da esquerda e da direita apelam à reestruturação da dívida portuguesa

 

Manifesto subscrito por 70 personalidades, de diferentes quadrantes políticos, inclui Ferreira Leite e Louçã e apela à reestruturação da dívida, mesmo a “contragosto da Alemanha”.»        

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| ¿Por qué no te callas?

por josé simões, em 26.02.14

 

 

 

O Freitas do Amaral que aparece na RTP Informação a criticar os carros do Estado e os gastos com oficina é este Freitas do Amaral, [pausa para esfregar os olhos], o mesmo Freitas do Amaral?

Há muita fraca memória na política e nos políticos…

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Quando já não houver ponta por onde se lhe pegue

por josé simões, em 16.01.13

 

 

 

Quando o tecido económico e social do país estiver de tal forma arrasado, quando o que ainda resta do Estado social já tiver sido desmontado e dividido pela elite empresarial com ligações ao poder e aos partidos no momento no poder, quando o caos já estiver instalado nas empresas e nas ruas, «é provável que o Presidente da República acabe a dissolver a Assembleia da República [para] devolver o poder ao povo soberano para que confirme ou altere o rumo que está a ser seguido». Até lá não vale a pena.

 

[Imagem de Riki Blanco]

 

 

 

 

 

 

|| Um português à moda antiga

por josé simões, em 28.11.11

 

 

 

Investe parte da sua vida a escrever a biografia do fundador da nacionalidade para depois tudo descambar num "voto e meio, uma vez que o miúdo vai sempre atrás".

 

[1 de Dezembro sempre!]

 

 

 

 

 

 

Dos tempos em que Freitas do Amaral era fascista (III)

por josé simões, em 29.10.08

 

 

 

"Considero um grande elogio ser acusado por adversários da democracia em ter contribuído para a consolidar, em Portugal (…)"

 

Ainda assim não consigo ver grande diferença entre o modus operandi dos tempos da ditadura, para os tempos daqueles que se advogam de terem «contribuído para a consolidar (a democracia), em Portugal»

 

Talvez o problema seja meu.

 

 

 

 

Dos tempos em que Freitas do Amaral era fascista

por josé simões, em 16.10.08

 

 

Uma amiga, portuguesa do Barreiro, descendência daqueles que há 100 anos comeram o pão que o diabo amassou debaixo das ordens de um capataz de apelido Estaline, para construir um império chamado CUF, foi-se para a Alemanha ainda nos tempos em que Feitas & Sá Carneiro eram o Governo AD. Por lá ficou, por lá casou com um boche, e por lá teve filhos do dito boche, que até nem é mau tipo se descontarmos o facto de gostar de Rammstein. Coisa rara nos imigrantes portugueses, desligou completamente e ficou alemã, se descontarmos o facto de ainda gostar de bacalhau.

 

Quis o destino que o regresso para férias fosse por alturas em que Freitas era ministro de Sócrates. E diz-me ela assim ao jantar enquanto colocavamos a escrita em dia: “No vosso país (N. da R. – a subtileza de “vosso”) as coisas mudam rápido. Quando saí o Freitas do Amaral era o Seitas do Mal no jornal O Diário; regresso e já é quase comunista na boca do Portas”.

 

"O Diogo era devoto de Salazar, amigo do presidente Tomás, de quem um tio era ajudante, ao ponto de ir preparar os seus exames para o Palácio de Belém! A revolução dos cravos foi sobretudo a derrocada do carácter dos portugueses. Que homem!"

 

Pois é Fraulein X (chamemos-lhe assim), como as coisas mudam rápido no meu país!

 

(Imagem de João Bafo-de-Onça roubada aqui)