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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O partido dos grandes democratas

por josé simões, em 29.06.21

 

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Resistiram a suspeitas de corrupção e compadrio na liderança do partido; resistiram a dirigentes com simpatias declaradas pelo fascismo e saudosos do Estado Novo; resistiram a promiscuidades várias entre negócios, banca e política; resistiram a inflexões e reviravoltas plasticínicas [inventei agora, uma mistura de coluna vertebral de plasticina com cinismo] na linha política do partido;  resistiram ao populismo xenófobo e racista do líder em campanha com o Correio da Manha [sem til] na mão; a tudo isto eles resistiram, só não resistiram às suspeitas de serem definitivamente arredados do poder com a morte do partido que se adivinha.

 

Depois do ex-deputado Francisco Mendes da Silva, desta vez quem sai é o secretário-geral-adjunto de Paulo Portas.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

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por josé simões, em 04.05.16

 

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«[...] "o socialismo em que vivemos impregnados, e que hoje se chama 'estado-providência', ou 'modelo social europeu', que nos condena à mediocridade'.»


O que nos "condena à mediocridade" foi a Europa do 'estado providência' ter abdicado do 'modelo social europeu' – imagem de marca e, ainda hoje, íman para milhares que ambicionam um futuro melhor para si e para os seus, ao invés de não o ter imposto nos acordos da globalização do livre comércio das marcas e das corporações, numa cedência fatal à narrativa dos amanhãs que cantam na liberalização e desregulação que, inevitavelmente vai condenar a Europa à mediocridade e à irrelevância.


[Título e imagem]