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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Perder uma boa oportunidade de ficar calado

por josé simões, em 02.05.17

 

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A direita radical lusitana, militante e engagé em campanhas eleitorais em solo pátrio por Sarkozy, Rajoy, Berlusconi, sim Berlusconi, e Orbán como se de candidatos a Belém ou S. Bento se tratassem e que, desde o primeiro minuto do fecho das urnas na primeira volta das presidenciais francesas, andou num frenesim pela net a colar Mélenchon a Marine Le Pen para desviar as atenções do fiasco que foi a candidatura de Fillon, em que se empenharam a fundo como se de um candidato a Belém se tratasse, ao mesmo tempo que colocavam a esquerda mais à esquerda no mesmo saco do "totalitarismo mau" [já que o "totalitarismo bom" é sempre mesmo bom] acaba a ver a candidata com a "visão errada da economia", e só da economia, plagiar o discurso de François Fillon, uma espécie de Margaret Hilda Thatcher franciu de calças e fora de tempo, que ia pôr a França nos eixos, e por quem fizeram campanha eleitoral activa como se de um candidato a Belém se tratasse. Vamos todos repetir que Marine Le Pen plagiou um discurso de François Fillon até a direita radical perceber a oportunidade que perdeu em ficar calada e que se apanha mais depressa um mentiroso que um coxo e que um gato escondido com o rabo de fora e outras coisas assim em que a sabedoria popular é fértil.

 

 

 

 

 

Cautela e caldos de galinha

por josé simões, em 21.03.17

 

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Ainda sou do tempo da direita radical [Passista & Portista] fazer campanha activa nos blogues, no Twitter, e no Facebook por Sarkozy e Berlusconi como se de eleições portuguesas se tratasse. Cautela e caldos de galinha.