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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

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por josé simões, em 15.04.19

 

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La Convention Nationale

por josé simões, em 19.02.19

 

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Quando a excepção define a regra:

 

Escolas francesas vão acabar com a utilização das palavras "pai" e "mãe". Objectivo é impedir que os casais do mesmo sexo se sintam ofendidos. Legislação já foi aprovada.

 

A seguir mudam o nome dos meses para Brumário, Germinal, Termidor, etc. Oh, attendez...

 

[Imagem]

 

 

 

 

Afixe-se!

por josé simões, em 18.12.18

 

 

 

O comissário europeu para os Assuntos Económicos disse hoje que a França não será sancionada se o défice público ultrapassar os 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019

 

[Tod Browning na imagem]

 

 

 

 

Ao menino e ao borracho

por josé simões, em 28.05.18

 

 

 

Do Mali para o Burquina Faso, do Burquina Faso para o Níger, do Níger para a Líbia, da Líbia para Itália, de Itália para um 4.º andar em Paris, França.

 

Ao menino e ao borracho mete Deus a mão de um sem-papéis por baixo.

 

 

 

 

"França, Espanha e Portugal"

por josé simões, em 26.10.17

 

 

Se fosse "Itália, Espanha e Portugal", ou até mesmo incluir a Alemanha no rol, podíamos sempre argumentar que são os resquícios dos fascismos e a tradicional aversão à liberdade de expressão, no caso português, bastas vezes sancionada em última instância pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Com Vichy no molho a sobrepor-se à "Liberdade" caso ganha outros contornos, outra dimensão e outro perigo de contágio. Isto é grave e para levar a sério e merecedor de manif na Praça do Comércio.

 

The Internet is our greatest and most egalitarian public sphere: Never before was it possible for everyone to publish their creative works worldwide, at no cost, without seeking anyone’s approval. But some want to change that.

 

The open and participatory internet was made possible by laws that protect internet providers and online platforms from liability: It’s not the duty of platforms to monitor everything users do. It’s not their fault if users commit copyright infringement – as long as they promptly react when informed of any such occurrence.

 

Without these laws, there would be no YouTube and no SoundCloud today. For most of us, the internet would be more like cable TV: We could consume, but we couldn’t take part.

 

Documents leaked today by Statewatch expose: The governments of France, Spain and Portugal are pushing to redesign the web away from openness and towards the tight control of cable TV, where a few big companies get to say what goes on the air.

 

Um resumo em português:

 

A proposta de um filtro obrigatório "iria criar um sistema onde os cidadãos serão sujeitos a plataformas que bloqueiam o upload de conteúdo, mesmo quando é perfeitamente legal a utilização de conteúdos com direitos de autor", acusam 27 organizações numa carta conjunta.

 

Outro resumo em português:

 

Três associações portuguesas de defesa dos direitos digitais acusam governo português de querer restringir o acesso à Internet com a proposta de alteração da reforma Europeia de Direitos de Autor

 

 

 

 

Se dúvidas houvesse

por josé simões, em 09.05.17

 

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Não perceberam nada de nada...

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

Evolução na continuidade

por josé simões, em 08.05.17

 

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A 'primavera Macronista' que vai adiar por mais 5 anos uma vitória da candidata da Frente Nacional, por 'culpa de Mélenchon', dele e de todos aqueles que nos últimos 30 anos, sem nunca terem ocupado cargos de poder ou lugares na governação, andam a avisar do caminho que vai inevitavelmente levar ao descalabro do sistema político-partidário, tal e qual o conhecemos, da França e da Europa.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Perder uma boa oportunidade de ficar calado

por josé simões, em 02.05.17

 

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A direita radical lusitana, militante e engagé em campanhas eleitorais em solo pátrio por Sarkozy, Rajoy, Berlusconi, sim Berlusconi, e Orbán como se de candidatos a Belém ou S. Bento se tratassem e que, desde o primeiro minuto do fecho das urnas na primeira volta das presidenciais francesas, andou num frenesim pela net a colar Mélenchon a Marine Le Pen para desviar as atenções do fiasco que foi a candidatura de Fillon, em que se empenharam a fundo como se de um candidato a Belém se tratasse, ao mesmo tempo que colocavam a esquerda mais à esquerda no mesmo saco do "totalitarismo mau" [já que o "totalitarismo bom" é sempre mesmo bom] acaba a ver a candidata com a "visão errada da economia", e só da economia, plagiar o discurso de François Fillon, uma espécie de Margaret Hilda Thatcher franciu de calças e fora de tempo, que ia pôr a França nos eixos, e por quem fizeram campanha eleitoral activa como se de um candidato a Belém se tratasse. Vamos todos repetir que Marine Le Pen plagiou um discurso de François Fillon até a direita radical perceber a oportunidade que perdeu em ficar calada e que se apanha mais depressa um mentiroso que um coxo e que um gato escondido com o rabo de fora e outras coisas assim em que a sabedoria popular é fértil.

 

 

 

 

 

E é por isso que o Pinochet foi um gajo porreiro

por josé simões, em 28.04.17

 

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Quem, nestes últimos dias de ressaca europeia às eleições francesas, passe pelo Twitter, pelo Facebook, pelos ainda blogues tradicionais e pelo blogue de tiragem nacional que dá pelo nome de Observador e ler cronistas, comentadores, opinion makers, apoiantes e militantes, dissimulados, envergonhados, descarados, anónimos ou figuras públicas da direita - do 'sentido de Estado' e da marcha do 'arco da governação', mais do que constatar aprende que o problema, o grande problema de uma vitória de Marine Le Pen é a economia, o regresso do proteccionismo, a reposição das barreiras alfandegárias, o encerramento das fronteiras e o travão à globalização. Fora isso tudo bem. E é por isso que Pinochet foi um gajo porreiro.

 

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Atestado de menoridade

por josé simões, em 24.04.17

 

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Não vejo porque é que Mélenchon havia de endossar o voto ou apelar aos seus eleitores para que votem não em Macron mas contra Le Pen na segunda volta das presidenciais [há aqui uma diferença substancial]. E quem diz Mélenchon diz Hamon. A esquerda sempre soube qual é o seu lugar frente a xenófobos racistas e não são precisos atestados de menoridade passados pelos candidatos aos seu eleitorado para deixar de tomar posição e agir em conformidade.

 

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Cautela e caldos de galinha

por josé simões, em 21.03.17

 

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Ainda sou do tempo da direita radical [Passista & Portista] fazer campanha activa nos blogues, no Twitter, e no Facebook por Sarkozy e Berlusconi como se de eleições portuguesas se tratasse. Cautela e caldos de galinha.

 

 

 

 

 

O fim da globalização não vai ser uma coisa bonita de se ver

por josé simões, em 11.01.17

 

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Le Pen imita Trump e ameaça fábricas de marcas francesas no estrangeiro


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Bushy – Sarkozy – Hollandy, a mesma luta

por josé simões, em 03.01.17

 

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Hollande foi ao Iraque dizer às tropas que estão ali porque são pagas para ali estarem, ou noutro sítio qualquer desde que lhes paguem, que afinal estão ali para prevenir o terrorismo em França, mais ou menos a mesma razão invocada por Sarkozy para bombardear a Líbia de Kadafi, criar um mar de mortos no Mediterrâneo a todos os dias da semana e a todos os meses do ano, desestabilizar toda uma região e inventar terrorismo onde ele não existia.


O mesmo argumento usado por W. para bombardear e invadir o Iraque, com as tropas americanas que são pagas para isso e com o trabalho sujo, que nem as tropas americanas que são pagas para fazer o que lhes mandam fazer aceitam fazer, entregue aos mercenários fora-da-lei da Blackwater, acrescentando ao argumento o piedoso neoliberal devaneio do "efeito dominó" de espalhar a democracia a toda à volta depois da queda do ditador Saddam, na realidade e na prática mais um mar de mortos no Mediterrâneo, um mar de mortos em terra, no Iraque, com bombas e ataques suicidas a todos os dias da semana e a todos os meses do ano, e a invenção do ISIS, que em franciu se diz Daesh, e que é a razão para os franceses estarem onde estão, segundo Hollande.


[Depois Paulo Portas foi o primeiro governante ocidental a aterrar em Tripoli, a capital da nova Líbia democrática para negociar um manancial de contratos para as empresas e as exportações portuguesas, o El Dorado no norte de África depois da conquista de Ceuta por D. João I, mas isso são outros quinhentos.]


[Na imagem a primeira página do neo-franquista ABC]

 

 

 

 

Mais um prego no caixão

por josé simões, em 03.11.16

 

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Mais um prego no caixão chamado União Europeia.


um livro sobre o Presidente francês, François Hollande, que revela a existência de um "pacto" entre a Comissão Europeia e as autoridades francesas, que permitiu a França escapar a sanções por défice excessivo nos últimos anos, através de uma "maquilhagem" das contas públicas divulgadas


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A Muralha de Adriano

por josé simões, em 07.09.16

 

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Pobre almita tão meiguita; Deste corpo sociazita; Que para uns duros lugarzitos; Escuritos, desertitos; Sozinha ao presente vás; Ai nunca mais brincarás...


P. Élio Adriano, Imperador


In As Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar