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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Typing Feminism

por josé simões, em 16.04.19

 

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Collaborative project made up by Women for the world. Typing Feminism

 

 

 

 

Feminismo em modo franchising e time-sharing

por josé simões, em 13.03.19

 

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Uma perfeita imbecil escreve um "artigo de opinião" a defender a "suspensão temporária do poder de voto dos homens brancos", mas tal tem de ser lido no princípio da liberdade de expressão e de pontos de vista diferentes, da democracia interna da organização, nunca vinculativo às outras associadas, que feminismo não é isto. A democracia de retirar um direito democrático a outrem com base no sexo e na cor da pele, contrário à Constituição da República, que manteve o artigo online, só retirado por acusação de plágio, mais forte do que o fascismo de retirar o voto e o racismo da cor da pele.

 

Uma apresentadora, membro de uma associação feminista, é pivô de um reality show num canal generalista em horário nobre onde uma catrefa de mulheres se dispõe a casar com um macho man, coitadinhas vitímas do machismo, ali obrigadas ainda que indirectamente pela cultura e educação do patriarcado onde cresceram desde pequeninas ao lado das mães, desencadeando a ira de uma outra escriba da associação e um ror de considerações, mas tal tem de ser lido no princípio da liberdade de expressão e de pontos de vista diferentes, da democracia interna da organização [e do ganhar a vidinha que custa a todas], nunca vinculativo às outras associadas, que feminismo não é isto. 

 

Ninguém vincula ninguém, ninguém obriga ninguém, não há uma linha editorial, é o chamado feminismo em modo franchising e time-sharing onde cada cabeça escreve o que lhe dá na pancada. Nem numa claque de futebol.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 24.02.19

 

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"O potencial matrimonial reside, precisamente, no amparo e na necessidade de segurança. A mulher gosta de se sentir útil, de ser a retaguarda e de criar a estabilidade familiar, para que o marido possa ser profissionalmente bem sucedido. Esse sucesso é também o seu sucesso! Por norma, não se incomoda em ter menos rendimentos que o marido, até pelo contrário. Gosta, sim, que seja este a obtê-los, sendo para si um motivo de orgulho. Porquê? Porque lhe confere a sensação de protecção e de segurança. Demonstra-lhe que, apesar poder ter uma carreira mais condicionada, pelo facto de assumir o papel de esposa e mãe, a mulher conta com esse suporte e apoio do marido, para que nada falte. Por outro lado, aprecia a ideia de “ter casado bem”, como se fosse este também um ponto de honra."

 

Joana Bento Rodrigues: A Mulher, o feminismo e a lei da paridade

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

|| "I need feminism because..."

por josé simões, em 25.06.13

 

 

 

 

 

 

 

 

«What happened when I started a feminist society at school»

 

[Fotogaleria]

 

 

 

 

|| A queima dos soutiens 2.0

por josé simões, em 09.06.11

 

 

 

Fundamentalismo, curiosamente (ou nem por isso) pela voz das vozes que mais criticam o conservadorismo e o fundamentalismo da Direita norte-americana:

 

«entre os casos de assédio estão «piropos, assobios»

 

(Imagem “Miss America Protester”, Life Magazine, September 20, 1968)

 

 

 

 

 

|| In Memoriam

por josé simões, em 21.09.10

 

 

 

Jill Johnston

 

1929 – 2010