"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Quis o destino que Bolsonaro apanhasse 27 anos atrás das grades poucas horas antes do alegado assassino de Charlie Kirk ser apanhado. Trump disse logo que não espera menos que a pena de morte para o bandido. No final da conferência de imprensa, onde deu conta dos pormenosres da operaçã,o o director do FBI agradeceu ao presidente Donald Trump, e isto é o mundo ao contrário. O mesmo director do FBI que acaba a conferência de imprensa a mandar uma mensagem para o além, "para o meu querido amigo Charlie Kirk, a gente vê-se em Valhalla", e isto é One Flew Over the Cuckoo's Nest.
A separação de poderes já teve um tempo, e um tempo houve para os checks and balances. E o Brasil deu uma lição de independência, separação de poderes, democracia, Estado de Direito, aos Estados Unidos.
Donald Trump apropriou-se de documentos classificados e tem o FBI à perna, Paulo Portas sacou 61.893 fotocópias na véspera de deixar o Governo e, não só regressou ministro num governo a seguir, como anda por aí nas televisões todo lampeiro a vender moral e bons costumes, e ainda tem fazedores de opinião a alisar caminho para uma futura candidatura presidencial.
Durante o PREC, nos idos da Guerra-fria, éramos olhados com desconfiança pelo Ocidente por sermos o país membro da NATO com um Partido Comunista pró soviético no Governo.
A Guerra-fria acabou, o Muro de Berlim foi derrubado e o Pacto de Varsóvia implodiu, e descobrimos que afinal os "feijões-frade" nunca saíram do Governo:
“Secret Data in FBI Wiretapping Audit Revealed With Ctrl+C”
“Once again, supposedly sensitive information blacked out from a government report turns out to be visible by computer experts armed with the Ctrl+C keys -- and that information turns out to be not very sensitive after all.”