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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Matéria prima social

por josé simões, em 10.05.15

 

Banksy, Tightrope Rat, Detroit - 2010 Stencil and

 

 

Mil milhões de euros do dinheiro dos contribuintes para financiar um Estado paralelo ao Estado que, com "muito amor, carinho e fé em Deus", faz negócio e cria emprego com a miséria alheia, fomentada por quem administra temporariamente o Estado, na pessoa do Governo que inventa um "programa de emergência social", pago com mil milhões de euros do dinheiro dos contribuintes. É a isto que se chama andar à nora, no sentido de andar em círculos e sem sair do mesmo sítio.


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||| O estado da Nação

por josé simões, em 03.02.14

 

 

 

O Serviço Nacional de Saúde, que o Governo Passos Coelho/ Paulo Portas quer desmantelar, salva vidas a pessoas que, ou por via do dinheiro dos seus impostos ou por via do rendimento do seu trabalho, contribuem para a saúde privada, que o Governo Passos Coelho/ Paulo Portas quer instituir.

 

«INEM salva mulher em hospital privado

 

Falta de médicos levou unidade privada a pedir ajuda para socorrer utente com falta de ar»

 

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|| A não-notícia

por josé simões, em 10.04.09

 

Esta é uma daquelas “notícias” que por variadíssimas razões dão jeito a muuuuuita gente.

 

Pode haver farda, decidida pela administração, conselho de administração, gerência or ever - algumas até são desenhadas por estilistas nacionais de renome -, pode a indumentária ser deixada ao critério do funcionário, mediante determinados padrões decididos pelo empregador. No dia da apresentação alguém diz: “minhas senhoras, no horário laboral a roupa a usar é a farda da praxe (quando a há), ou assim e assado (quando não a há), e não há cá desvios à norma, como sejam mini-saias e decotes largos”, e perfumes agressivos; por que não? Simple as that; pensava eu.

 

Alerta! Alerta! Que é como se a Mary Quant nunca tivesse existido e vêm aí as burkas e a seguir os apedrejamentos. Poupem-me que hoje é dia santo!

 

Adenda: e se fosse num banco privado, tinha direito a primeira página?

 

(Imagem de Maurício Lima para a AFP)