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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Dia da Europa

por josé simões, em 09.05.18

 

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[Dia da Europa]

 

 

 

 

A História repete-se

por josé simões, em 01.07.16

 

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A extrema-direita joga o jogo democrático para, cumprindo as regras e respeitando as instituições do Estado de direito democrático, alcançar o poder e nele se perpetuar por via da suspensão das instituições, da mudança das regras, da criação de nova legislação para anular todo e qualquer laivo de oposição.


A História repete-se uma vez e mais uma vez e outra vez e...


[A imagem é minha]

 

 

 

 

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||| É uma doença

por josé simões, em 28.03.16

 

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É uma doença – a doença do pensamento único dominante, e é a mesma doença que se manifesta de outras formas, a doença do "arco da governação" e do "sentido de Estado" – muito.

 

 

 

 

||| Em standby

por josé simões, em 13.12.15

 

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[Via]

 

 

 

 

||| Nem choque nem pavor

por josé simões, em 07.12.15

 

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Se "a França está em choque com o resultado das eleições" quer dizer que a França não votou na Frente Nacional e que Marine Le Pen não ganhou a primeira volta das regionais?

 

 

 

 

 

||| Correcçâo

por josé simões, em 25.05.15

 

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Correcção: Merdosos. "Políticos medrosos conduzem a um crescimento da extrema-direita". E esta Comissão Europeia e a que a antecedeu e, arrisco mesmo, a que lhe suceder, não têm nada a ver com isso, obviamente.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 31.05.14

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 26.05.14

 

 

||| Com bonecos da bola é mais fácil perceber

por josé simões, em 10.02.14

 

 

 

Não é só de limpeza de casas de banho, de varrer as ruas e recolher o lixo, de lavar escadas e tratar de jardins, de lavar pratos e descascar batatas em hotéis e restaurantes que se trata. A selecção suíça de futebol sem imigrantes.

 

 

 

 

 

 

|| Como disse o banqueiro "socialista" Amado

por josé simões, em 13.10.13

 

 

 

"Temos no Parlamento forças revolucionárias de esquerda”:

 

«O homem da extrema-direita bateu a candidata da UMP (centro-direita) […] que contava com o apoio da esquerda, que foi eliminada na primeira volta da semana passada.»

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| E se a moda pega?

por josé simões, em 21.05.13

 

 

 

|| Europa, séc. XXI

por josé simões, em 30.03.13

 

 

 

«The bad guys of this story are not hard to identify. The far-right Golden Dawn party (Chrysi Avgi in Greek) captures votes by using foreign migrants in the same way the Nazis used the Jews: as scapegoats for the frustrations, insecurities and hardships of today's Greek population. They blame Arabs, Asians and Africans (or 'subhumans' as they call them) for their country's dire lot. Accusing them of infecting Greeks with diseases and of turning the centre of Athens into a criminal jungle, young Golden Dawn militants hunt down foreigners in the streets, markets, parks and buses.

 

Golden Dawn are the bad guys, but it is not hard to grasp why they are now the third biggest party in the country, well on their way to becoming the second. At a time of awful confusion and uncertainty, they offer simple solutions to complex problems. Linked to neo-Nazi groups in Germany, they have learnt the populist lessons of the Hitler era. They magnify the danger posed by refugees and present themselves as the only true defenders of the people.

 

Few Greeks are unaware, for example, that there is a Golden Dawn phone number that pensioners can call to get a couple of party thugs to escort them to the bank to collect their monthly cheques, supposedly to provide protection from the dreaded foreign 'criminals'. It is unclear whether such a service actually exists, but it is clever propaganda and it reaches its target audience. Golden Dawn's most recent move was to set up an organisation called 'Doctors With Borders'. It offers, they say, a network of doctors willing to give free consultations – to natives only.»

 

«Return of the far right: Greece's financial crisis has led to a rise in violent attacks on refugees»

 

 

 

 

 

 

|| Política de alianças [cada coisa a seu tempo]

por josé simões, em 25.07.11

 

 

 

Tempo houve em que a extrema-direita, no tempo em que respondia por nazismo e fascismo e usava camisas cor de morte, tinha no muçulmano um dos seus aliados dilectos. E esse tempo durou até depois, muito tempo depois, de terminada a II Guerra Mundial. Era necessário salvar muita gente e a Síria, o Líbano e o Egipto, entre outros, foram portos seguros. Eram os tempos do “judaísmo internacional” e também do nacionalismo árabe e da autonomia da Palestina e por isso muita Esquerda europeia assobiou para o lado e fingiu que não viu. Não tinha Molotov assinado um pacto com Ribbentrop? Os tempos agora são do “multiculturalismo” e da “colonização silenciosa da Europa”. E o “judaísmo internacional” já tem Estado. E está ali, cravado no meio. Para a Esquerda e para a Direita. Nada de novo, portanto.

 

[E a Esquerda sempre, mais rápida que a própria sombra, na procura da justificação e da causa das coisas, agora, que os criminosos sérvios estão todos sentados em Haia, nunca lhe passou pela cabeça vir aqui. Adiante…]

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| A Democracia é fodida (pá!)

por josé simões, em 22.09.10

 

 

 

 

 

Seria interessante saber quantos destes seis mil democratas e multiculturalistas levantaram o rabinho da cama ou do sofá no dia das eleições e foram exercer um direito fundamental d(n)as democracias: votar.

 

(Imagem August 8, 1925, Dr. H.W. Evans, Imperial Wizard via National Photo Company Collection)

 

 

 

 

 

 

 

|| Comunismo já não é fomismo

por josé simões, em 28.09.09

 

 

 

A velha máxima “comunismo é fomismo” metamorfoseou-se em “extremo-direitismo é fomismo”, com o PCP a trocar de posição no Parlamento com um CDS a cavalgar a maior crise económica desde a Grande Depressão, e a capitalizar nas urnas com um discurso a apelar aos instintos mais primários de um eleitorado assolado pelo desemprego, preocupado com o aumento da criminalidade, com medo do imigrante que lhe venha roubar o posto de trabalho e a habilmente redireccionado para olhar para baixo na escala social, para os beneficiários do Rendimento Social de Inserção.

 

Quem boa cama fizer nela se vai deitar e para bom entendedor meia palavra basta, e o pau pode vir e já não ir e deixarem de folgar as costas. Este resultado do CDS é mau sinal: é sinal que no eleitorado português começa a haver abertura para “experiências” mais radicais.

 

(Na imagem Great Depression, Dorothea Lange's Migrant Mother)