Sign O' The Times, CCCXIII
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Sign O' The Times, Capítulo CCCXII
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Sign O' The Times, Capítulo CCCXII
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O Balsemão entrou-me em casa pela mão do meu pai, tinha eu 11 anos. "Que jornal é esse?", perguntei-lhe eu muito admirado por não chegar com os habituais A Capital, Diário de Lisboa, O Século, com o "Descubra as Diferenças" na penúltima página que era logo minha. "É um jornal novo. Mesmo novo".
[Imagem]
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Crise política de março adiou planos do Governo
O dia em que ficámos todos a saber que António Cunha Vaz regressou das férias.
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Há quatro dias o director do Expresso, João Vieira Pereira, escrevia "A dificuldade em lidar com o Chega é sentida dentro da redacção do Expresso. Estamos longe de ter certezas de como lidar com uma organização para a qual a verdade não é linear ou onde os factos podem ser adulterados à medida de um qualquer objectivo".
O Expresso, no dia em que viu um jornalista agredido num evento do partido da taberna na Universidade Católica viu o taberneiro convidado pela televisão do militante n.º 1 - SIC Notícias, do mesmo grupo do Expresso, para debitar alarvidades no jornal da noite. A SIC Notícias que andou com o taberneiro ao colo desde o dia em foi eleito deputado único, directos, entrevistas, interrupções de programação para o directo, às vezes mais que uma vez no mesmo telejornal, a televisão do militante n.º 1 que mandou uma comitiva à porta do estúdio para trazer o líder do partido da taberna pela mão até à mesa do debate para as legislativas, por oposição a Rui Tavares que fez todo o caminho sozinho, sem comissão de recepção, nem sorrisos manhosos de Bernardo Ferrão e Ricardo Costa.
Hoje é o director do Diário de Notícias, Filipe Alves, que vem sacudir água do capote à primeira página que o jornal que dirige faz "Até porque vivemos num sociedade bastante diferente daquela que tínhamos há 25 anos, nomeadamente por ser mais envelhecida e “gentrificada”, sendo por isso mais propensa a valorizar a segurança". Escusando-se de explicar porque é que a grande maioria, se não mesmo a totalidade dos reformados franceses, americanos, holandeses, alemães, etc, que escolhem Portugal para viver apontem como primeira razão sermos um país seguro.
Estes são os tretas que andam com a extrema-direita ao colo mas que no fim acabam em modo Travis Bickle, "you talk' in to me?" mesmo depois de quem pariram e engordaram acabar a apoda-los "inimigos do povo".
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Diz que os jornalistas da televisão do militante n.º 1 deixaram o Sócras a falar sozinho na porta do tribunal depois do ex primeiro-ministro ter criticado o trabalho do jornalismo português.
Os jornalistas do grupo de imprensa que tem um jornalista do jornal do militante n.º 1 é agredido à tarde num evento do partido da taberna e à noite a emissão da televisão do militante n.º 1 é interrompida para ouvir em directo o taberneiro sobre não sei o quê, e para onde é amiúde convidado para falar sobre merdas que inventa, sabendo de antemão que é convocado para as comentar.
Percebem?
[Imagem]
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Estava David Dinis, director adjunto do jornal do militante n.º 1, na televisão do militante n.º 1 a falar sobre o circo mediático em volta da macacoa dada ao chefe do partido da taberna, a apelar ao sentido de responsabilidade das televisões, e é bruscamente interrompido para uma ida em directo até à porta do hospital público onde o taberneiro estava acamado, para dar continuidade ao folhetim. O uso da televisão ansiosa por ser usada.
"Dos fracos não reza a história" cantavam os Heróis do Mar em Brava Dança dos Heróis, ainda o taberneiro não era nascido, num disco todo ele a evocar a estética mui cara às hordas de energúmenos que se revêem nos 50 xungas com assento parlamentar. Aparentemente deixou de funcionar, o "herói" agora é um piegas, um calimero lamechas, constantemente a apelar ao sentimento e à compaixão.
[Na imagem o homónimo primeiro LP dos Heróis do Mar]
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Sign O' The Times, Capítulo CCLXXXI
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A FOX News do PSD - SIC/ SIC Notícias, em formato papel replica a propaganda do ministro da Educação do Governo PSD. Na realidade são mais de 30 mil os alunos sem professores. E o que o padrão nos diz é que de hoje, data da saída do jornal, até à noite do próximo domingo, com a homilia do ex líder do PSD Marques Mendes, todos os telejornais e blocos de noticias da FOX News do PSD vão abrir com "segundo o Expresso". "Segundo o Expresso". Na época das fake news e do pós-verdade está dito, está dito. Já foi um jornal fiável.
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No "Altos e Baixos" do jornal do militante n.º 1 aka Expresso é assim que aparece classificado o taberneiro do PS, no alto, a subir. Não há muito mais para dizer. O vómito. Dois vómitos. De quem vomitou, e de quem comeu e regurgitou.

Para ler a explicação do primeiro-ministro em relação às declarações sobre os jornalistas é obrigatório subscrever o jornal do grupo de comunicação social, propriedade do militante n.º 1 do partido do primeiro-ministro, proprietário do canal de televisão onde o primeiro-ministro deu uma entrevista a uma alegada jornalista. Economia circular e "jornalismo tranquilo".
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Excessivo em Portugal é o salário mínimo nacional, o subsídio de desemprego - no valor a pagar e na duração temporal, a contratação colectiva de trabalho, as indemnizações a pagar por despedimento, o imposto a pagar pelas empresas, a protecção social aos cidadãos. Nos 90s até havia uma banda, os Excesso, cujo nome era precisamente inspirado nisto.
[Link na imagem]
Um país de serviços era o desígnio para Portugal. Vai daí pagou-se para abater frota pesqueira - os camaradas espanhóis pagaram para renovar e construir, pagou-se para votar terras ao abandono - os camaradas espanhóis pagaram para inovar, pagou-se para arrancar - os camaradas espanhóis pagaram para plantar, e ainda vieram ao lado de cá, que é o nosso, comprar ao preço da uva mijona as terras que tinham sido votadas ao abandono; nada se fez para atrair investimento na industria e ainda menos se fez para reter a que por cá havia. Betão e alcatrão, arrancar carril, desinvestir na ferrovia, deixar degradar material circulante - os camaradas espanhóis....pois. Serviços aqui vamos nós. Agora parece que são precisas "políticas públicas correctas" e um aumento da produção interna. Cara de pau e uma grande lata, isso não é preciso. Cavaco vende jornais? Cavaco atrai leitores ao online pago? Alguém ouve Cavaco? Ou isto enquadra-se na caridade cristã de continuar a dar voz a uma amigo, tipo o Conselho de Ministros a que Salazar presidia depois de ter caído da cadeira? Afinal, Cavaco está a subir ou a descer o coqueiro?
[Link na imagem]

Um bom dia para a whataboutery:
Rússia veta 81 'media' europeus no país, incluindo quatro portugueses
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Atormentado pelo gozo e pela culpa, o Presidente chega a ir a Fátima de 15 em 15 dias para rezar. As sondagens menos positivas voltam a mergulhá-lo na solidão [...].
Todas as manigâncias são possíveis, todas as intrigas e jogadas de bastidores são admissíveis, todas as mentiras e meias verdades são ética e moralmente aceitáveis, porque a seguir estamos perante Deus para o perdão, saímos como novos, voltamos às manigâncias, às intrigas e às jogadas de bastidores, às mentiras e às meias verdades, assim sucessivamente num eterno retorno. O Presidente beato católico, do recalcamento da culpa, que obedece à Igreja e responde a Deus, em vez de à Constituição e ao povo, de quem só quer massagens no ego. Temos o que merecemos.
[Na imagem a primeira página da revista do Expresso]
















































































Sign O' The Times, Capítulo CCXXXVI