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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Jornalismo de qualidade é outra loiça

por josé simões, em 21.07.21

 

Escritos murais pós 25 de Abril, na parede da ofi

 

 

"Vacina da Janssen é menos eficaz contra a variante Delta, sugere estudo"

 

Este novo estudo ainda não foi revisto por pares nem publicado numa revista científica e foi levado a cabo por uma equipa sem vínculos a qualquer um dos fabricantes de vacinas.

 

O título e o corpo da notícia. Ou, como diz o lema do jornal do militante n.º 1, "liberdade para pensar", que é como quem diz para asneirar e desinformar.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

Voltando à narrativa da direita

por josé simões, em 23.04.21

 

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Voltando à narrativa da direita, com Rui Rio à cabeça, na noite das presidenciais a levantar a voz de eufórico, que a esquerda tinha sido "esmagada" [que o PS tenha indicado o voto em Marcelo, um pormenor], que o eleitorado comunista no Alentejo e nas antigas cinturas industriais se tinha transferido para o Chaga, o que a sondagem ISCTE para a SIC e Expresso, efectuada entre os dias 5 e 13 de Abril, nos diz é que "com esta ou aquela flutuação, aquilo que mudou desde as legislativas foi fundamentalmente a descida do CDS e a subida do Chega", uma transferência de todos, portanto.

 

 

 

 

"Liberdade para pensar", dizem eles

por josé simões, em 28.03.21

 

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Em 1973 o Expresso referia-se aos movimentos de libertação das colónias como "terroristas"; em 2021 a televisão do militante n.º 1 - SIC Notícias, refere os terroristas islâmicos no norte de Moçambique como "insurgentes".

 

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"Vanitas vanitatum et omnia vanitas"

por josé simões, em 12.03.21

 

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"Fernando Neves Correia com o antigo Presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza"

Obituário in semanário Expresso, edição de 12 de Março de 2021

 

Dizia a avó Ilda que "quando nascemos vimos todos nus e quando morremos vamos todos com os pés para a frente" no seu desconhecimento das pessoas que até mortas vão acompanhadas e em bicos dos pés. 

 

[Título do post]

 

 

 

 

Sign O' The Times, CXLV

por josé simões, em 07.03.21

 

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Sign O' The Times, Capítulo CXLIV

 

 

 

 

Sign O' The Times, CXLIV

por josé simões, em 28.02.21

 

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Sign O' The Times, Capítulo CXLIII

 

 

 

 

Sign O' The Times, CXXXII

por josé simões, em 31.01.21

 

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Sign O' The Times, Capítulo CXXXI

 

 

 

 

Um número triste, mas revelador

por josé simões, em 28.09.20

 

O Expresso chegou ontem ao número 2500 e decidiu assinalar a data. Para lá de um suplemento preguiçoso, convidou Leonor Beleza, Paula Amorim e Joana Vasconcelos para uma ideologicamente reveladora colaboração editorial, tendo o poder de definir os temas a abordar neste número. Estamos perante representantes, respectivamente, do filantrocapitalismo, do capitalismo monopolista de herdeiros e da cultura do porno-riquismo, celebrada, por exemplo, em Versalhes.

 

Paula Amorim excedeu-se no suplemento de economia: da opinião de Paulo Portas à de Adolfo Mesquita Nunes, este último assalariado de Amorim na Galp; de uma entrevista a Salvador de Mello da CUF, um capitalista da doença parasitária a uma notícia sobre investimentos na Graça do seu sócio no rentismo fundiário da Comporta, o francês Claudio Berda.

 

E que dizer da espiritualidade de um capitalista reformado da indústria farmacêutica, Luís Portela, na revista? Toda uma cultura. Houve de tudo.

 

Mas será que houve mesmo um tempo em que esta imprensa teve alguma autonomia real em relação aos interesses e valores dominantes, os da classe dominante? Não sei. Sei que neste tempo não tem qualquer autonomia editorial e já não disfarça.

 

               João Rodrigues no Ladrões de Bicicletas

 

 

 

 

Os pregoeiros da agenda da direira radical nos media

por josé simões, em 05.04.20

 

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O João, no seu editorial de hoje [ontem] no Expresso indigna-se por os funcionários do Estado não estarem a contribuir para o sacrifício nacional pois não há um único em lay off com corte de salário (que seria pago pelo mesmo Estado). De quem falará ele?

 

Diz que não é dos 30 569 médicos, nem dos 49 022 enfermeiros. Nem será dos 9 670 técnicos de diagnóstico e terapêutica. Bem como dos 1 962 técnicos superiores de saúde. Também não será dos 51 366 polícias das forças de segurança ou dos 1 548 polícias municipais. Ou dos 2 292 bombeiros.

 

Se bem percebi também não fala dos 136 150 professores dos vários níveis de ensino básico e secundário que continuam a dar aulas à distância e a preparar o que aí vem. Ou dos 15 241 docentes universitários e 10 470 docentes superior politécnico que continuam com aulas não presenciais.

 

Mesmo os políticos nacionais, regionais, locais estarão em overdrive como nunca pelo que também não será desses 2 374 que fala ou sequer dos autarcas que na larga maioria não contam para este totobola pois recebem senhas e não salário.

 

Será que fala dos 157 990 assistentes operacionais/ operário/ auxiliar (aqueles que constituem, no Estado, o grupo com mais infetados) que contém, lá pelo meio, a malta que está nos hospitais, centros de saúde, que nas autarquias continuam a desinfetar ruas e enterrar mortos? Se calhar não.

 

Talvez sejam os 87 448 assistentes técnico/ administrativos bom, mas também nesses os há que estão em teletrabalho a apoiar os 67 965 técnicos superiores que desenham e acodem a empresas e particulares com todas as medidas de exceção.

 

Já sei, são os dirigentes, os 11 107 dirigente intermédios e os 1 713 dirigentes superiores. Mas espera, quem define trabalho, organiza o trabalhado à distância, distribui pessoas para outras áreas críticas neste período? Não também não devem ser esses.

 

Talvez os 5 181 informáticos? Eh pá, também não! Esse andam completamente debaixo de água a tentar que tudo funcione à distância e a trabalhar como nunca. Os 403 diplomatas? Bom, esses anda em roda viva à procura de garantir equipamentos e razoabilidade entre pares.

 

Serão os magistrados, todos os 3 801? Bom, parece que há muitos procesos ainda em curso e muito trabalho acumulado que implica ler, estudar e despachar. Ná. Também não andam a coçar a micose.

 

Estão-se-me a acabar os suspeitos. Mas... serão os 3 441 tipos da investigação científica? Os de biomédicas? Os de economia? Quais? Sim haverá alguns que ficaram em casa mas até esses estão de prevenção e podem ser chamados a qualquer momento como determina o Estado de Emergência.

 

Pois é JVP, provavelmente NUNCA em tempo de paz os mandriões do Estado mandriaram tão pouco. Se calhar NUNCA tantos sentiram o peso e importância de cumprirem e se calhar NUNCA os que eles servem reconheceram tão facilmente quão importante é o seu trabalho para comunidade. Saúde!

 

"Ode a João Vieira Pereira!", Rui Cerdeira Branco no Twitter.

 

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O dia em que o Correio da Manha fez a primeira página do Expresso

por josé simões, em 29.02.20

 

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O que diz o corpo da notícia?

 

"Pergunta: Qual é o pior cenário para Portugal?

Resposta: Estamos a trabalhar com cenários para a taxa de ataque da doença, como fizemos para a pandemia de gripe, em 2009. Na altura, pensávamos que podia ter uma taxa total de ataque de 10%: um milhão de pessoas doentes ao longo de 12 semanas, mas não todas graves. Mas, afinal, foram 7%, cerca de 700 mil pessoas no total da época gripal de 2009/ 10. Uma epidemia depende da taxa de ataque, da duração e da gravidade. No caso do Covid-19, ainda não sabemos tudo para fazer cenários tão bem feitos. Assim, estamos a fazer cenários para uma taxa total de ataque de 10% [um milhão de portugueses] e assumindo que vai haver uma propagação epidémica mais intensa durante, pelo menos, 12 a 14 semanas. Temos estudos que nos dizem que 80% vão ter doença ligeira e moderada e só 20% terão doença mais grave e 5% evolução crítica. A taxa de mortalidade será à volta de 2,3% a 2,4%. No cenário mais plausível prevemos cerca de 21 mil casos na semana mais crítica, dos quais 19 mil ligeiros - não é muito, é como a gripe - e 1700 graves, que terão de ser internados, nem todos em cuidados intensivos. E nessa fase haverá camas em todos os hospitais."

 

E como fazer primeiras páginas destas não dá prisão, o mais provável é segunda-feira termos esta manchete no Polígrafo da SIC, pelo inefável e inenarrável Bernardo Ferrão com jornalismo de brincadeira. Só se estraga uma casa, a do militante n.º 1, jornal e televisão.

 

 

 

 

#OperaçãoSantanaAoColo, Capítulo II

por josé simões, em 14.07.19

 

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Por alma de quem, por que cargas de água, a que propósito o nome do Doutor Santana Lopes aparece nesta equação?

 

#OperaçãoSantanaAoColo, Capítulo I

 

 

 

 

Antisemitism my ass!

por josé simões, em 30.04.19

 

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Portugal não é um país pequeno

por josé simões, em 23.02.19

 

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Ramalho Eanes, comandante da companhia onde Arnaldo Matos prestou serviço militar como Alferes, faz a evocação do "Educador da Classe Operária" no Expresso.

 

 

 

 

O branqueamento e a promoção do fascismo

por josé simões, em 03.01.19

 

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Dois dias depois de Ricardo Costa, "Jornalista @sic.sapo.pt e @Expresso.sapo.pt Retweets are not endorsements; views are my own" e blah-blah-blah [bio na conta Twitter], ter chamado a atenção para um texto de Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo sobre o tratamento abaixo de cão dos jornalistas na tomada de posse de Jair Boldonaro e, tão importante como o texto, "é lerem os comentários que se seguem", [as caixas  de comentários e as redes sociais e o anonimato e a cloaca e o coise, estão a ver?], a TVI convida para o programa da manhã de Luís Goucha o neo-nazi Mário Machado, um criminoso condenado por roubo, coacção agravada, detenção de arma ilegal, danos e ofensa à integridade física qualificada, difamação, ameaça e coacção a uma procuradora da República, homicídio de Alcino Monteiro, o preso em Portugal que mais tempo passou numa prisão de alta segurança, apresentado como o "Nacionalista desde da adolescência, esteve preso por dois anos e meio por escrever um texto na internet a apelar à mobilização dos nacionalistas".

 

Voltando ao início do post, as caixas  de comentários e as redes sociais e o anonimato e a cloaca e o coise e blah-blah-blah, estão a ver [o papel do jornalismo]?

 

 

 

 

Sábado há mais

por josé simões, em 07.10.18

 

 

 

A SIC Noticias, para compensar a fake new na primeira página do Expresso desta semana, que morreu ainda mais rápido que a da semana passada, fez um Opinião Pública especial-alarmista sobre um incêndio - Cascais, sem vítimas humanas nem habitações ardidas, extinto em 12 horas, com uma mão cheia especialistas e tudo, que nos juraram a pés juntos que a culpa é do Governo e que já vai sendo tempo destes impunes serem julgados e condenados na barra do tribunal. E ainda estamos a um ano das eleições. Sábado há mais.