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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Difícil não é chegar, difícil é saber sair

por josé simões, em 03.05.16

 

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Diz que o Colégio Militar é alvo de um grande "escrutínio do poder político, mediático e da sociedade". Aliás, é mesmo "um bombo da festa mediático". Mais: "a sociedade exige muito desta escola". Onde é que já se viu?! A sociedade, que é como quem diz o contribuinte, exigir muito de uma escola de elite, paga pelo dinheiro do contribuinte, em linguagem militar, o dinheiro da sociedade.


Difícil não é chegar, difícil é saber sair. E os senhores que presidem ao Colégio Militar e os senhores que presidem aos senhores que presidem ao Colégio Militar ainda não perceberam que chegou a hora de saírem e continuam, alegremente, no papel de [es]tarolas da festa mediática [tarola em vez de bombo porque instrumento mais consentâneo com a condição militar. Toque de caixa, marcar passo. Um, dois, esquerdo, direito]


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||| A pergunta que neste momento vai na cabeça de cada português

por josé simões, em 27.12.14

 

 

 

A mãozinha de Paulo Portas, do CDS ou do CDS de Paulo Portas, têm alguma coisa a ver com isto?


«Portugal vai pôr à venda as espingardas G-3, pelo menos 25 mil, que estão em serviço nas Forças Armadas desde 1961. Uma decisão associada ao processo de substituição desta arma [...]»

 

 

 

 

||| Born to kill

por josé simões, em 08.10.14

 

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Já levar um tiro nos cornos, pode.


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|| They Live!

por josé simões, em 30.11.11

 

 

 

As notícias sobre a morte de Paulo Portas são manifestamente exageradas.

 

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Saudades de vestir a camisola

por josé simões, em 18.11.07

 

Na ressaca, da ressaca que foi o PortugalArménia de ontem à noite, vi Rui Costa em entrevista na televisão dizer, mais coisa menos coisa, que já sente saudades da selecção, e que, quem veste a camisola de Portugal só pode é sentir saudades.
Desculpa lá Rui, mas desta vez não estamos de acordo. Depende da camisola que se veste ou vestiu. Eu vesti durante dois anos a camisola, e não sinto saudades nenhumas; antes pelo contrário. Arrisco mesmo dizer que foram os anos mais inprodutivos, chatos e monótonos da minha vida. E a mim, na altura, ninguém me perguntou se queria vestir a camisola