Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| O Governo de iniciativa presidencial

por josé simões, em 17.09.13

 

 

 

O juramento pelas alminhas em 2 de Julho de 2013: "O primeiro-ministro deu-me a garantia absoluta de que sobre a doutora Maria Luís Albuquerque não pesa qualquer coisa menos correta. Foi uma garantia absoluta que recebi do senhor primeiro-ministro".

 

O fumou mas não inalou em 17 de Setembro de 2013, pelas alminhas também, dois meses passados.

 

 

 

 

 

 

|| "Operação Clausewitz", Capítulo II

por josé simões, em 17.09.13

 

 

|| "O sol bate no goraz , nas sardinhas, nos legumes…"

por josé simões, em 08.03.12

 

 

 

Ninguém é demitido, ninguém se demite, não há vergonha nenhuma, e há 4, 4 milhões de euros do contribuinte português, vezes xis meses, na conta bancária da Lusoponte.

 

"logo p’la manhã vem, o aconchego terno, do velho xaile de lã…"

 

[Na imagem "Tacoma Narrows Bridge Collapse", 7 Novembro de 1940, autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| O Testamento do Dr. Mabuse

por josé simões, em 27.12.11

 

 

|| Notícias da frente da destruição do Estado Social

por josé simões, em 26.05.11

 

 

Não é justo!

por josé simões, em 16.11.07

 

Já nem quero saber se há ou não desorçamentação, se vão haver mais portagens, ou se vem aí um mais imposto escondido com o rabo de fora. O que não me está a bater bem aqui dentro do capacete é:
 
Num país onde o Presidente da República tem o exercício das funções para que foi eleito limitado a dois mandatos, o que é justo; num país em que o Primeiro-ministro, em nome da transparência e da boa governação, avança com uma proposta que preconiza a aplicação do mesmo principio aos restantes cargos políticos – autarquias, regiões autónomas e Governo –, o que também é justo, abrindo com essa medida frentes de batalha e ganhando anti-corpos nos poderes instalados; qual a justificação (com um mínimo de razoabilidade!) para que seja dada a concessão da rede rodoviária nacional à Estradas de Portugal, S. A. por 75 anos?
 
Se algum dia chegar a ter netos (and i hope so!), o que acontece é que vão ser eles a descalçar esta bota. O que não é justo.
 
(Foto via Boston Globe)