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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A Rainha de Inglaterra

por josé simões, em 30.12.08

 

Revê-se a Constituição por lei ordinária. O Presidente tem razão. Ponto.

O passo seguinte seria a dissolução da Assembleia da República ou Cavaco Silva resignar. Nada disto ter sucedido é que é incompreensível. Não há crise económica que justifique tamanha incoerência.

 

Adenda: Dona Manuela e Paulo Rangel e restante turma parlamentar deviam abster-se de comentar o discurso do Presidente já que se abstiveram de tomar posição aquando da votação do Estatuto. Mas isso era se houvesse um pingo de vergonha.

 

 

Afrontar o Presidente

por josé simões, em 19.12.08

 

E agora vão continuar a martelar na tecla de que o Governo por interposta pessoa - o PS - insiste em afrontar o Presidente da República. Como se fosse crime de lesa-pátria afrontar o Presidente. Como se só ao PS fosse proibido afrontar o Presidente, crime de que estão isentos todos os outros partidos do arco parlamentar que votaram ao lado do PS. Até mesmo ao partido do Presidente que se absteve mas é como se votasse a favor. A avó Ilda dizia que quem se abstinha era uma Maria-Vai-Com-As-Outras porque se encolhia de tomar posição. Para o caso é mais uma Manuela. Vêem como é fácil culpar alguém pelo crime de afronta-Presidente?

 

(Imagem fanada no Times)

 

 

 

Confronto? Onde? Quando?

por josé simões, em 02.12.08

 

Independentemente de quem tenha ou não tenha razão, e neste caso concreto acho que ela está no lado do Presidente da República, não percebo a insistência com que se diz e se escreve que «o PS aposta numa linha de confronto directo com a Presidência da República». Como se o Presidente fosse um ser superior, assim uma espécie de brâmane que não pudesse - nem devesse! – ser confrontado.

 

Os mecanismos à disposição do Presidente para fazer valer os seus pontos de vista não se esgotam aqui. Ou esgotam?