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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O fabuloso governo de Pedro Passos Coelho

por josé simões, em 19.10.20

 

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O fabuloso governo de Pedro Passos Coelho, do não há dinheiro para nada, nem para a saúde, pública, nem para a educação, pública; do "fazer mais com menos", do "aliviar o peso do Estado na economia"; da "liberdade de escolha" das famílias, traduzida na liberdade de escolha das escolas; da excelência do privado, traduzida na retirada de competências ao Estado para as entregar ao sector privado, subsidiadas pelo Estado; da duplicação de serviços pelos privados, subsidiados pelo Estado em áreas onde o Estado já existia; da "gordura do Estado" traduzida no emagrecimento do rendimento mensal das famílias para ainda assim "baixar os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer".

 

"Ex-ministro da Educação vai depor a favor dos colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicial que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próximos dias."

 

Nuno Crato é testemunha dos colégios privados contra o ministério

 

 

"Foi uma derrota em toda a linha a sofrida pelos colégios com contratos de associação na guerra jurídica que, em 2016, desencadearam contra o Ministério da Educação (ME): 55 processos judiciais concluídos, 55 decisões favoráveis às posições do ME que levaram a restrições no financiamento do Estado àqueles estabelecimentos de ensino particular."

 

Ministério da Educação, 55 – Colégios, 0. Eis o balanço da guerra nos tribunais

 

 

[Imagem]

 

 

 

 

"És liberal e não sabias"

por josé simões, em 19.10.20

 

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"A falta de professores nas escolas públicas está a ser uma oportunidade aproveitada por docentes dos colégios, especialmente da zona da Grande Lisboa, que optam por continuar a carreira no sistema público."

 

Professores dos colégios em fuga para o ensino público

 

[Na imagem outdoor do Iniciativa Liberal]

 

 

 

 

"Juntaram-se os dois na esquina, a tocar a concertina, a dançar o solidó"

por josé simões, em 27.09.20

 

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Ficamos todos muito excitados com o exemplo asiático de limpar a bancada onde se esteve depois de acabado o jogo de futebol, sim senhor, aquilo é que é educação, aquilo é que é civilização, aquilo é que é aula de cidadania, aquilo é que é responsabilidade individual, e depois "onde é que já se viu os alunos terem de limpar a secretária e o espaço ocupado na sala de aula por causa da Covid?". À esquerda "é a política de direita!", "é o desinvestimento na escola pública!", "são os funcionários que não se contratam". À direita "até na liberdade das pessoas [serem porcas e passarem vírus umas às outras] o Estado socialista se intromete". E se fossem para a puta que vos pariu?

 

[Título do post, imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Se o Chega fosse Governo

por josé simões, em 03.09.20

 

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"Para mim, é pessoal. Se o Chega fosse Governo, eu seria proibido de exercer cargos públicos. Não poderia fazer parte de uma organização sindical, que seria proibida.

 

O meu casamento seria anulado. Seria proibido de adoptar. Seriam eliminadas quaisquer normas que protejam especificamente mulheres ou qualquer outro grupo.

 

Caso eu pertencesse a outro partido político, este poderia ser ilegalizado, visto o Chega pretender a aprovação de uma nova Constituição sem os limites de revisão material da actual. Viveríamos naquilo a que eles chamam a Quarta República.

 

Se eu tivesse outra cor ou sexo, não poderia desempenhar determinadas funções devido às variáveis genéticas e às diferenças culturais entre famílias. Ainda não é claro se isto me impediria de votar.

 

Se fosse mulher, não existiriam protecções jurídicas pela minha igualdade salarial. Também me seria negado o acesso à contracepção ou à IVG, pois ambas violam o direito à vida.

 

Sob este novo regime, a minha cidadania - bem como outros direitos - poderia ser-me retirada, visto eu ter de “merecer” os meus direitos enquanto cidadão português. Estas ponderações baseiam-se no Direito Natural.

 

Teríamos de tirar a minha mãe do lar onde ela reside, porque a Segurança Social não pagaria a sua prestação. O meu pai ficaria sem a sua reforma, porque essa já não seria uma função do Estado.

 

O meu irmão não poderia ter acesso a uma educação tendencialmente gratuita, porque essa já não seria uma função do Estado. Se eu ficasse desempregado, não receberia subsídio de desemprego pela mesma lógica.

 

Falando de desemprego, este seria totalmente liberalizado, visto o meu empregador ter total liberdade contratual face a mim enquanto trabalhador. Em teoria, qualquer empregador poderia criar um contrato sem garantias laborais rigorosamente nenhumas.

 

As funções do Estado seriam - paradoxalmente - apenas as que o mercado livre não assegure, mas igualmente concedidas numa lógica de competitividade e lucro, como os privados. A função redistributiva do Estado desapareceria.

 

A habitação social seria eliminada. A educação pública seria progressivamente subfinanciada em preferência da privada. O SNS seria privatizado.

 

Embora o Estado assegure estas funções apenas quando não existam privados que as assegurem, terei de as pagar como um utilizador privado, sem direito a qualquer subsídio ou moderação dos preços dos serviços. P. ex., as taxas moderadoras do SNS mudariam para preços de custo.

 

Os serviços públicos não receberiam quaisquer compensações pelos seus encargos com os contribuintes; ao invés, quando houvesse lugar a subsídios (algo que tb é paradoxal face ao ponto anterior), estes seriam entregues directamente ao contribuinte.

 

No caso de quaisquer litígios com o Estado, os tribunais administrativos seriam extintos. A pena de prisão perpétua seria uma pena possível. Os crimes de ódio desapareceriam da legislação penal. Os recursos para o TEDH não seriam admissíveis.

 

Quaisquer referências ao Islão na educação pública seriam proibidas. Os muçulmanos poderiam ser livremente expulsos do país por “suspeitas de radicalismo”. O facto de um migrante entrar ilegalmente em Portugal tornaria impossível q legalizasse a situação (bye bye non-refoulement)

 

A perda da nacionalidade adquirida seria uma pena acessória obrigatória para quaisquer crimes de violência contra terceiros. As organizações de “protecção humanitária” seriam abolidas.

 

Os professores poderiam utilizar quaisquer métodos à sua disposição para recuperar a sua “autoridade” perante os alunos, incluindo a violência física. Os sistemas de bolsas de estudo seriam apenas em função do mérito e não da necessidade.

 

As penas criminais seriam aplicadas imediatamente nos seus máximos, independentemente de históricos criminais ou “pequenos delitos”. Comportamentos como o consumo de drogas leves seriam repenalizados.

 

As relações externas de Portugal teriam de ter como base “heranças culturais” partilhadas (ou repudiadas) com os outros países. A nossa relação com a UE mudaria para a proposta pelo Grupo de Visegrado.

 

Apenas poderia imigrar para Portugal caso pudesse identificar um antepassado neste país. Não é claro quão antigo este antepassado poderia ser, e se teria de ser branco para o requerer.

 

Recuso-me a chafurdar mais na lama, mas tudo isto são propostas concretas presentes na declaração de princípios do Chega.

 

É pessoal para mim; mas é pessoal para todos nós. Votar no Chega é votar por uma ditadura e votar por algo que se assemelha - e muito - ao Estado Novo. Com isto, façam o que a vossa consciência vos disser.

 

Mas quando os vossos pais, irmãos, primos, amigos, colegas, disserem que o gajo “diz muitas verdades”, saquem das propostas. Porque ninguém as lê e ninguém as conhece, apesar de serem públicas. E apesar de serem pessoais até com quem diz que o gajo “diz muitas verdades”."

 

Afonso no Twitter

 

["Cadetes" da Mocidade Portuguesa na imagem]

 

 

 

 

Aulas de cidadania

por josé simões, em 22.07.20

 

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Os minions do Ventas do Chaga, mais alguns desiludidos do CDS à espera do descalabro eleitoral do Chicão para se assumirem de vez, que enxameiam o Facebook com teorias da conspiração, a maçonaria e o esquerdismo que querem dominar o mundo, o "marxismo cultural", upgrade do "bolchevismo mundial" e do "judaísmo internacional" na Alemanha dos anos 30 do séc. XX, e que agora começam a mudar-se de armas e bagagens para a coisa mais parecida que há com o hospício de Twelve Monkeys, o Parler, também conhecido por Fachobook, a pretexto da censura e da liberdade de expressão, saudosos do 24 de Abril, da lei e da ordem, cada macaco no seu galho, manda quem pode e obedece quem deve, o respeitinho é muito bonito, hordas de imbecis com "no tempo do Salazar é que era bom" mas que quando lhes tentam cortar o discurso do ódio, do racismo e xenofobia, desatam aos berros que "não senhor, não pode ser", que "querem que voltemos aos tempos do Salazar", que o Facebook é o Foiceburka, constantemente a linkarem artigos de opinião escritos no hospital de Voando Sobre um Ninho de Cucos ou na roda dos alucinados na prisão do Expresso da Meia Noite, onde Brad Davis foi andar em contra-mão e por isso expulso e apodado de comunista, publicados no Observador, o online da direita dita culta e inteligente, que não ousa pensar em privado o que a eles lhes é permitido dizerem em público e em voz alta, a tropa de choque que propicia na rua o ambiente para o Estado securitário e para o terrorismo de Estado quando a direita dita democrática chega ao poder, argumentam, uns e outros, com a liberdade de escolha e a objecção de consciência para as faltas dadas, e consequente chumbo de ano, na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento - o quadro de honra vem à colação só para desviar atenções. Voltando ao início, os minions do Ventas do Chaga mais os Chicões desiludidos e órfãos, saudosos do Salazar e da Joaninha no Livro da 3.ª Classe contra a doutrinação pelo Estado e pelo "bolchevismo mundial" e o "judaísmo internacional" marxismo-cultural. E isto não é para rir, é que estes alucinados começam a sair da abstenção e a votar.

 

[Imagens]

 

 

 

 

Não há dinheiro para nada. Capítulo II

por josé simões, em 28.03.18

 

A líder do CDS-PP reafirmou o apoio do partido à manifestação dos colégios privados que se realizou esta tarde em Lisboa. Assunção Cristas defende que em alguns casos possa ser a escola pública a sacrificada, em vez de apenas os colégios privados.

 

 

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Não há dinheiro para nada, qual foi a parte que não perceberam?

 

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O busílis da questão

por josé simões, em 05.02.18

 

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Independentemente da importância e da relevância que se dá ou que se deixa de dar aos rankings das escolas; independentemente do contexto social e cultural onde cada escola se insere, independentemente dos alunos amestrados para o desempenho nos exames e da alegada manipulação de notas; independentemente da mistura sem critério entre escolas públicas e escolas privadas; independentemente do fosso entre escolas do litoral e escolas do interior; independentemente do sucesso no percurso pós-ensino nunca contabilizado e ordenado em ranking; independentemente disto tudo o que importa saber é o que é que o Estado fez ou deixou de fazer para combater a exclusão, a desigualdade, o estigma que esmaga as escolas do fundo da tabela e que faz com que por lá se mantenham, quando não se afundam ainda mais, ano após ano. Onde é que o Estado está a falhar?

 

[Imagem de Otto Stupakoff]

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 29.01.17

 

 

 

E depois temos pessoas que, desde sempre, defenderam o desinvestimento na escola pública em favor do ensino privado, quer através do cheque-ensino, quer através do financiamento a colégios privados por via do Orçamento do Estado com verbas desviadas da escola pública, e que, durante os quatro anos do Governo da direita radical - PSD/ CDS, aplaudiram o radicalismo e a cegueira ideológica de Nuno Crato, hoje muuuuuito preocupadas por chover dentro de uma escola pública, a sofrer as consequências do deinvestimento de quatro anos que tanto aplaudiram.

 

[Imagem do filme de Jean-Luc Godard em 1964 "Band à Part"]

 

 

 

 

 

 

E o problema é precisamente esse

por josé simões, em 19.06.16

 

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Ainda sou do tempo em que o que vinha nos jornais era letra de lei, papel de Bíblia, "como é que podes afiançar semelhante coisa? Vinha no jornal". Ponto. Pronto. E pronto, não se falava mais nisso, e as costas das mãos a baterem sincopadamente nas páginas abertas do jornal em cima da notícia, a prova provada, as tábuas do Moisés. Depois veio a net, e vieram os newsgroups e veio o hi5, e vieram os blogs, e veio o Facebook, e veio o Twitter, e veio o Google e o contraditório em milésimos de segundo, e os jornais e os jornalistas não vieram, ficaram lá atrás, no tempo do "veio no jornal", palavra do Senhor. E o problema, para os jornais, é precisamente esse.


[Imagem]

 

 

 

 

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E os espertalhões chutam para canto

por josé simões, em 19.06.16

 

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Fingindo não perceber que o que está em causa não são os 2 000 iniciais, nem os 15 000 da polícia nem tampouco os 80 000 da Fenprof, mas os 40 000, "não desmentidos pela polícia", metidos num Rossio metido dentro da Rua da Betesga, num milagre dos tempos modernos do jornalismo engagé, a chutar depois para canto à espera que o tempo passe.


[Imagem de Geoff Cordner]

 

 

 

 

Jornalismo engagé

por josé simões, em 18.06.16

 

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No dia 29 de Maio os colégios paralelos conseguiram meter 40 mil protestantes no quadrado vermelho na imagem, mais coisa menos coisa [atrás, de onde a foto foi tirada, há uma parede de casas], "segundo os números do movimento Defesa da Escola Ponto – que a PSP não desmente", já que uma das funções da polícia é tomar partido, mentir e desmentir, algo que não faz nem nos acidentes de viação, por exemplo.


No dia 18 de Junho a famosa organização e mobilização do PCP, que dá jeito invocar quando dá jeito desclassificar qualquer iniciativa, já que a Fenprof é do PCP e a CGTP é do PCP, como toda a gente aprende desde o dia em que nasceu, só consegue meter "alguns milhares" entre o Marquês e o Rossio em defesa da escola pública, apesar da ajuda dos esquerdalhos radicais do Bloco e dos radicais esquerdalhos que tomaram o PS por dentro – a Geringonça.

 

Jornalismo engagé é isto.

 

 

 

 

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Todas as cores, escola para todos!

por josé simões, em 16.06.16

 

 

 

 

 

 

Um partido de brincadeira

por josé simões, em 27.05.16

 

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Nos idos em que o comissário Nogueira metia 100 mil professores nas ruas [contas do jornal do militante n.º 1], da Avenida da Liberdade à Praça do Comércio, contra José Sócrates, Maria de Lurdes Rodrigues, a reestruturação do parque escolar e a avaliação dos professores – não necessariamente por esta ordem, o PSD metia os deputados na rotunda do Marquês do Pombal a aplaudir os profs, a mulher de António Costa lá no meio dos comunas – com honras de primeira página no Correio da Manha [sem til], contra José Sócrates, Maria de Lurdes Rodrigues, a reestruturação do parque escolar e a avaliação dos professores – não necessariamente por esta ordem, ambos em defesa da escola pública.


Depois José Sócrates foi-se embora, e com ele Maria de Lurdes Rodrigues, e com ambos o comissário Nogueira, que nunca mais ninguém deu pelo camarada em quatro anos de Governo da direita radical, e os profs, que deixaram de ser 100 mil – isso nem o Benfica campeão, quanto mais, foram mandados trabalhar para Angola, Brasil e outros destinos menos exóticos, e o maoísta Nuno Crato pôde levar a cabo, na paz dos anjos, o maior ataque à escola pública de que há memória desde que existe escola pública e sem direito a cartazes, apesar dos crimes de Estaline ao pé dos de Mao serem assim a modos como limpar o rabinho a crianças, mas isso também era exigir demasiado a palermas da jota laranja, atarefados entre universidades de Verão e o sentirem-se homenzinhos ao lado dos homens, no Parlamento onde têm assento por uma quota que cabe à agremiação, e também por nunca terem ouvido falar do chinês carniceiro aos mais velhos, que o partido está pejado de ex leitores do livrinho vermelho e não convém fazer muitas ondas e mexer na merda com uns pauzinhos e também porque agora a hora é de luta contra o estalinista Mário Nogueira – a soldo do PCP e com o Bloco de Esquerda à pendura, em defesa da escola pública, que não tem de ser obrigatoriamente assegurada pelo Estado mas através de um serviço público de escola assegurado pela iniciativa privada, que foi a volta que a direita radical deu para justificar o não haver dinheiro para nada nem para a saúde, as pensões, as reformas, os salários, mas sobrar à brava para colocar o Estado ao serviço de interesses privados através de rendas pagas pelo contribuinte e dar às escolas a possibilidade de escolherem os alunos que querem das famílias que querem.


E é por isso, pelo serviço público de escola e não pelas rendas asseguradas a interesses privados e a educação pública onde ela estava no dia 4 de Outubro de 1910 – nas mãos da Igreja católica, que o PSD vai mandar os deputados para a rua, contra o comissário Nogueira, contra o ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, contra António Costa e contra a 'Geringonça' – por esta ordem, e, se calhar com um bocado de sorte, os colégios privados vão meter 100 mil, da 24 de Julho à Assembleia da República, aguardemos para ver o que é que o jornal do militante n.º 1 tem a dizer sobre isso.


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Tomem nota do nome

por josé simões, em 23.05.16

 

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Porque a seguir vai trabalhar para um escritório de advogados e depois é ministo.


{Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Lata não lhes falta

por josé simões, em 20.05.16

 

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Os deputados do PSD vão andar em campanha pelo país para explicar às pessoas porque é que se pode cortar salários - o Governo da direita radical não tinha uma política de baixos salários e de desemprego para o país enquanto lamentava não ter conseguido baixar os custos do trabalho, a reforma que ficou por fazer, e nos contratos de associação em situação de duplicação da oferta não se pode cortar.


Os deputados do PSD vão andar em campanha pelo país para explicar às pessoas porque é que se pode cortar pensões e reformas - não há dinheiro para nada e além disso as pessoas não tiveram uma carreira contributiva para receberem as pensões quer recebem, e nos contratos de associação em situação de duplicação da oferta não se pode cortar.


Os deputados do PSD vão andar em campanha pelo país para explicar às pessoas porque é que se pode cortar subsídios e contribuições diversas - no montante a receber e na sua duração temporal, enquanto se aumentam todas as taxas e taxinhas - já é tempo das pessoas interiorizarem que não podem viver acima das suas possibilidades, e nos contratos de associação em situação de duplicação da oferta não se pode cortar.


Os deputados do PSD vão andar em campanha pelo país para explicar às pessoas porque é que o Estado deve ser instrumento ao serviço de interesses privados - e o contribuinte pagar por e para isso ou, em linguagem simples que as pessoas simples percebem, vão explicar às pessoas porque é que a direita radical é tão amiga e protectora dos ricos e vira as costas a quem vive e sobrevive com o rendimento do seu trabalho, e ainda tem de garantir, com o dinheiro dos seus impostos, o rendimento aos protegidos da direita radical.


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