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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"O ranking das escolas é liiiiindoooo!"

por josé simões, em 09.07.21

 

The Use of Books, Matthias Hübner and Brad Downey

 

 

O Expresso, que todos os anos faz grandes parangonas com o "ranking das escolas" e a excelência do ensino privado, replicado durante dias pela SIC e SIC Notícias com o "ranking das escolas, segundo o Expresso", é o Expresso que dá a notícia da suspensão da directora do 24.º classificado em 2020, o Externato Ribadouro no Porto, por inflação de notas, e que o "Ministério determina fecho do colégio do Porto por um ano lectivo, mas a pena é suspensa por dois". "O ranking das escolas é liiiiindoooo!" [pregão].

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

Sign O' The Times, CLIX

por josé simões, em 15.04.21

 

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Teachers teach classes to a students of the Felix Rodriguez de la Fuente school, as part of a project known as 'Aire Limpio' (Fresh Air) at the Playa de los Nietos (The Grandchildren's Beach), which aims to use better air quality for children during the coronavirus disease (COVID-19) pandemic, near Cartagena.

 

[Link nas imagens]

 

Sign O' The Times, Capítulo CLVIII

 

 

 

 

Como dizia o outro, "aprender, aprender, aprender sempre"

por josé simões, em 30.03.21

 

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Shade Ajayi had never set foot in a classroom until middle age. Now 50, the businesswoman is happily learning to read and write alongside students nearly four decades younger than her.

 

Donning the pink dress and bonnet that make up her uniform, she joins hundreds of similarly dressed pupils at a school in Ilorin, in Nigeria’s western Kwara state.

 

"I’m not ashamed that I wear a uniform," she said.

 

[Link nas imagens]

 

 

 

A sério?

por josé simões, em 20.01.21

 

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Ouvir a geração que nos governa, do secundário/ faculdade nos anos de rebaldaria 1974/ 75/ 76/ 77, passagens administrativas, greves a eito, colocação de professores a meio do ano lectivo, currículos truncados, matérias de raspão, etc, etc, invocar dois meios anos perdidos e os danos irrecuperáveis no percurso dos alunos como justificação para o não encerramento das escolas. A sério?

 

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O fabuloso governo de Pedro Passos Coelho

por josé simões, em 19.10.20

 

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O fabuloso governo de Pedro Passos Coelho, do não há dinheiro para nada, nem para a saúde, pública, nem para a educação, pública; do "fazer mais com menos", do "aliviar o peso do Estado na economia"; da "liberdade de escolha" das famílias, traduzida na liberdade de escolha das escolas; da excelência do privado, traduzida na retirada de competências ao Estado para as entregar ao sector privado, subsidiadas pelo Estado; da duplicação de serviços pelos privados, subsidiados pelo Estado em áreas onde o Estado já existia; da "gordura do Estado" traduzida no emagrecimento do rendimento mensal das famílias para ainda assim "baixar os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer".

 

"Ex-ministro da Educação vai depor a favor dos colégios contra os cortes nos contratos de associação na batalha judicial que se avizinha. Aos tribunais podem chegar “dezenas de acções” nos próximos dias."

 

Nuno Crato é testemunha dos colégios privados contra o ministério

 

 

"Foi uma derrota em toda a linha a sofrida pelos colégios com contratos de associação na guerra jurídica que, em 2016, desencadearam contra o Ministério da Educação (ME): 55 processos judiciais concluídos, 55 decisões favoráveis às posições do ME que levaram a restrições no financiamento do Estado àqueles estabelecimentos de ensino particular."

 

Ministério da Educação, 55 – Colégios, 0. Eis o balanço da guerra nos tribunais

 

 

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"És liberal e não sabias"

por josé simões, em 19.10.20

 

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"A falta de professores nas escolas públicas está a ser uma oportunidade aproveitada por docentes dos colégios, especialmente da zona da Grande Lisboa, que optam por continuar a carreira no sistema público."

 

Professores dos colégios em fuga para o ensino público

 

[Na imagem outdoor do Iniciativa Liberal]

 

 

 

 

Sign O' The Times, LVI

por josé simões, em 29.07.20

 

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In Kashmir, the hills are alive with the sound of schooling.

Tauseef Mustafa, AFP Photo, Instagram

 

Sign O' The Times, Capítulo LV

 

 

 

 

Aulas de cidadania

por josé simões, em 22.07.20

 

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Os minions do Ventas do Chaga, mais alguns desiludidos do CDS à espera do descalabro eleitoral do Chicão para se assumirem de vez, que enxameiam o Facebook com teorias da conspiração, a maçonaria e o esquerdismo que querem dominar o mundo, o "marxismo cultural", upgrade do "bolchevismo mundial" e do "judaísmo internacional" na Alemanha dos anos 30 do séc. XX, e que agora começam a mudar-se de armas e bagagens para a coisa mais parecida que há com o hospício de Twelve Monkeys, o Parler, também conhecido por Fachobook, a pretexto da censura e da liberdade de expressão, saudosos do 24 de Abril, da lei e da ordem, cada macaco no seu galho, manda quem pode e obedece quem deve, o respeitinho é muito bonito, hordas de imbecis com "no tempo do Salazar é que era bom" mas que quando lhes tentam cortar o discurso do ódio, do racismo e xenofobia, desatam aos berros que "não senhor, não pode ser", que "querem que voltemos aos tempos do Salazar", que o Facebook é o Foiceburka, constantemente a linkarem artigos de opinião escritos no hospital de Voando Sobre um Ninho de Cucos ou na roda dos alucinados na prisão do Expresso da Meia Noite, onde Brad Davis foi andar em contra-mão e por isso expulso e apodado de comunista, publicados no Observador, o online da direita dita culta e inteligente, que não ousa pensar em privado o que a eles lhes é permitido dizerem em público e em voz alta, a tropa de choque que propicia na rua o ambiente para o Estado securitário e para o terrorismo de Estado quando a direita dita democrática chega ao poder, argumentam, uns e outros, com a liberdade de escolha e a objecção de consciência para as faltas dadas, e consequente chumbo de ano, na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento - o quadro de honra vem à colação só para desviar atenções. Voltando ao início, os minions do Ventas do Chaga mais os Chicões desiludidos e órfãos, saudosos do Salazar e da Joaninha no Livro da 3.ª Classe contra a doutrinação pelo Estado e pelo "bolchevismo mundial" e o "judaísmo internacional" marxismo-cultural. E isto não é para rir, é que estes alucinados começam a sair da abstenção e a votar.

 

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Há dados estatísticos sobre as retenções/ chumbos no ensino privado?

por josé simões, em 05.11.19

 

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Governo quer fim dos "chumbos" no ensino básico

 

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Sífisio, ano lectivo 2019 - 2020

por josé simões, em 15.09.19

 

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Começa amanhã mais um ano lectivo e mais um ano em que nenhum Governo, ne-nhum Go-ver-no, se deu ao trabalho de arranjar uma solução para as mochilas Sífiso que todos os dias milhares de crianças e adolescentes carregam a caminho da escola.

 

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A bolsonorização do PSD

por josé simões, em 22.08.19

 

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Rui Rio, o dos timings que ele próprio marca, aquele que só reage quando acha que deve reagir, que não fala quando as televisões acham que deve falar e que que quando as televisões acham que deve falar fala em alemão, o que fica no Porto para responder dias depois a Lisboa; Rui Rio aparece na hora, qual Procissão Cristas de antes das eleições europeias, a surfar a onda histérica do trogloditismo cavernoso da direita radical que lhe tomou o partido por dentro nos idos de Passos Coelho e Miguel Relvas, agora chefiada por Miguel Morgado no "cinco para as sete"; Rui Rio a fingir que não leu o excelente trabalho de João Francisco Gomes no órgão oficial da direita radical, "Polémica sobre a identidade de género nas escolas. Afinal, o que diz a lei e o que pensam pais e directores?", subitamente remetido para os cus de Judas no online; o estranho caso de Rui Rio, o das posições "progressistas" no caso da interrupção voluntária da gravidez e do casamento entre pessoas do mesmo sexo; Rui Rio o desamarrado do poder e que não responde perante clientela nenhuma...

 

Em Agosto, a um mês do começo das aulas, o Governo faz um despacho de perfil bloquista, semeando a confusão nas escolas e nos pais. Um coisa feita da forma mais insensata que se pode imaginar. Tratam com a maior leviandade um assunto sério e revelam pouco respeito pelas crianças.

 

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Entretanto no Brasil...

por josé simões, em 16.03.19

 

 

 

Iolene Lima, Secretaria-Executiva do Ministério da Educação e Ciência do Brasil.

 

 

 

 

La Convention Nationale

por josé simões, em 19.02.19

 

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Quando a excepção define a regra:

 

Escolas francesas vão acabar com a utilização das palavras "pai" e "mãe". Objectivo é impedir que os casais do mesmo sexo se sintam ofendidos. Legislação já foi aprovada.

 

A seguir mudam o nome dos meses para Brumário, Germinal, Termidor, etc. Oh, attendez...

 

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Andaram todos na mesma escola

por josé simões, em 29.01.19

 

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Nas declarações do novo ministro da Educação do Brasil à revista Valor Econômico os mesmo princípios e a mesma argumentação usada pela direita radical com Nuno Crato na Educação: os chumbos a eito e a urgência em desviar alunos, ainda que precocemente, para o ensino profissional e para o mercado de trabalho, deixando a universidade à elite como nos idos de Salazar e Caetano. Nunca tiveram foi a coragem para o dizer com todas as letras.

 

[Via]

 

 

 

 

Portugueses de primeira

por josé simões, em 03.01.19

 

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Diz o constitucionalista que, por serem três regimes diferentes consoante as regiões do país: um na Madeira, outro nos Açores e um terceiro no continente, não haver dúvidas sobre a inconstitucionalidade do regime de reposição salarial dos professores ou, como resumiu Marques Mendes na avença semanal, não pode haver professores de primeira e professores de segunda. E portugueses de primeira e de segunda, pode? Portugueses que nunca verão reposta a sua vida suspensa ou desfeita desde os anos de José Sócrates primeiro-ministro até aos anos do fim do Governo da troika, pode? Portugueses de todos os sectores da economia vs. portugueses da administração pública, pode? Portugueses que vão continuar a pagar do esforço do seu trabalho, via impostos, até ao próximo descalabro onde invariavelmente verão a vida outra vez suspensa e desfeita, pode? E recomeçar tudo outra vez, as reclamações e os protestos dos injustiçados da sociedade, todos lhes devem, incluindo as badges no peito com o número de anos, meses e dias em dívida, pode?

 

[Imagem de autor desconhecido]