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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Onde é que pára o PS de esquerda?

por josé simões, em 28.11.19

 

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Onde é que pára o PS de esquerda que levou os anos da troika, que foram os anos do "poucochinho" Tó Zé Seguro, um quase cúmplice, a gritar que a austeridade estava a matar a Europa e a aprofundar o fosso, não só entre o norte e o sul, mas entre os mais ricos e os mais pobres dentro de cada país, enquanto fomentava o racismo e a xenofobia e era a responsável pelo ressurgimento dos fascismos no continente depois da II Guerra?

 

"Orçamento do Estado só deverá prever um aumento de um por cento para a Administração Interna. Cabrita exige 5% para fazer face às reivindicações sindicais e esvaziar o Movimento Zero."

 

Centeno nega a Cabrita 80 milhões de euros para forças de segurança

 

 

 

 

Agora por falar em "maioria absoluta"

por josé simões, em 03.08.19

 

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Uma semana passada e o expert em agit-prop empossado ministro da Administração Interna continua a fingir não perceber o que [lhe] está a acontecer e a atribuir culpas à imprensa.

 

Golas? Tudo não passou de “uma polémica lançada por uma notícia falsa”, diz Cabrita

 

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A Voz do Povo

por josé simões, em 28.07.19

 

 

 

Ao balcão do café: "Nas próximas legislativas em vez de andar pela rua a distribuir chapéus, isqueiros, esferográficas, lápis, aventais, o PS vai oferecer kits de incêndio a sério"

 

 

 

 

Um pantomineiro na Administração Interna

por josé simões, em 26.07.19

 

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António Costa, "o maravilhoso", "o optimista nato", "o fazedor de impossíveis", "o construtor de pontes", "o coise" assombrado pelos mortos de 2017 e com as eleições no horizonte de 2019, optou por um profissional da propaganda para o Ministério da Administração Interna sem perceber que tantos anos depois do 25 de Abril de 1974, quase tantos quantos o que António Costa, "o maravilhoso", "o optimista nato", "o fazedor de impossíveis", "o construtor de pontes", "o coise" leva de vida política, as pessoas não querem ver os cargos ocupados por marabalistas e chutadores para canto profissionais mas por competentes e profissionais que sabem dar a cara e assumir responsabilidades na hora e dizer "pedimos desculpa, metemos os pés pelas mãos, vamos de imediato corrigir e não se torna a repetir nunca mais, pelo menos enquanto eu [ele] ocupar este cargo". Se António Costa não percebe isto não percebe nada. Nem ele nem o ministro da propaganda a ainda viver no pior dos 80's da vida política nacional, só lhe falta um pin na lapela com a bandeira portuguesa. E alguém devia explicar a ambos o velho ditado português "quem brinca com o lume acorda mijado".

 

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Tem tudo para correr bem

por josé simões, em 10.04.18

 

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Vimos todos nas televisões o ministro Eduardo Cabrita em acção de agit-prop numa aldeia do interior do país, daquelas que ainda não está deserta, só semi-deserta, povoada pelos que restam, os velhos, a propósito da criação do "oficial de segurança", alguém responsável por dar o alerta e coordenar a retirada da população para um ponto seguro, previamente definido, até que os bombeiros cheguem ou que o fogo passe.

 

Pergunta o jornalista de microfone esticado "então a senhora se houver fogo a sério traz mesmo a galinha?" e a resposta pronta, claro, tenho de a trazer, porque e tal e tal e tal. E assim ficam os velhos esquecidos do interior, excepto quando são visitados pelo ministro do interior com um cortejo de câmaras de televisão atrás, no interior da igreja ou da colectividade, capitaneados pelo menos velho, a morrer à espera de outro velho que já morreu a tentar salvar uma galinha, um porco, um cão, uma ovelha, um gato ou o periquito na gaiola, a única companhia que lhes resta. Tem tudo para correr bem.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Descompressão

por josé simões, em 09.02.17

 

 

 

Depois de quatro anos de Governo da direita radical com a lengalenga do "fazer mais com menos", base de trabalho para cortar a torto e a direito sem olhar a quem e ao quê e para estrangular serviços e administração pública, entramos agora no laxismo esquerdalho-geringonço, na fase do pleno emprego e emprego para todos, do "fazer menos com mais", por cima de toda a folha, caduca ou persistente, que de cada vez que a cor da Câmara muda é imperioso mudar com ela a clientela e o séquito, até para equilibrar as contas e impedir o boicote da clientela cessante, mais que não seja pela inércia.  Haja quem pague.

 

O Governo comprometeu-se a mudar a lei, para que as autarquias passem a ter mais autonomia na gestão e na contratação de recursos humanos.