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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Todo o poder à iniciativa privada!

por josé simões, em 15.10.18

 

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Uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês uma empresa privada com lucros que cresceram 16% para 1.113 milhões de euros em 2017 face aos 961 milhões registados em 2016;

Uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês uma empresa privada cujo presidente aufere um vencimento-base de 984 mil euros, 52 vezes mais do que os trabalhadores;

Uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês uma empresa privada que até este ano recebia um subsídio do Estado português, ler dinheiro dos impostos dos contribuintes, no valor de 309 milhões € como garantia de potência paga às centrais eléctricas para estarem sempre disponíveis para produzir;

Uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês uma empresa privada que até este ano recebia um subsídio do Estado português, ler dinheiro dos impostos dos contribuintes, de 154,1 milhões € [os famosos CMEC - apoio à produção de 16 centrais hídricas da EDP - até 2027] ainda que um grupo de trabalho constituído pela REN - Redes Energéticas Nacionais e pela EDP Produção tenha chegado a um valor superior, de 256,5 milhões €;

Uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês uma empresa privada que recusa pagar ao Estado a contribuição extraordinária sobre a energia no valor de 69 milhões de euros;

Uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês uma empresa privada que precisa recorrer à mobilização do exército português, país membro da NATO, para repor o fornecimento de electricidade a 100 mil casas afectadas pelo furacão Leslie.

 

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O Noddy

por josé simões, em 24.07.18

 

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Quando isto tudo terminar Manuel Pinho não vai vestir a pele da Macaca Marta , como alguns esperam, nem tampouco interpretar o papel de Duende Mafarrico como outros prevêem, vai mais parecer o Noddy a ser repreendido pelo Senhor Lei:

 

"[...] Vítor Santos atribui aos Governos e a decisões políticas a criação e agravamento dos chamados custos de interesse económico geral, também designados de custos políticos ou rendas excessivas, e do seu impacto no preços da electricidade desde 2007. Ainda que estes custos, sobretudo os associados aos CMEC, só se tenham começado a fazer sentir a partir desse ano, quando este regime legal de remuneração das centrais da EDP entrou em vigor, Vítor Santos aponta a raiz do problema dos pagamentos em excesso à eléctrica ao diploma que criou os CMEC em 2004."

 

Esta legislação foi elaborada pelo Governo liderado por Durão Barroso e aprovada já com Santana Lopes ignorando o parecer negativo dado pela ERSE logo ao projecto de lei de 2004 [...]

 

 

 

 

A cambalhota do PS nas renováveis explicada num minuto

por josé simões, em 28.11.17

 

 

 

 

 

"Não se brinca com empresas cotadas"

por josé simões, em 08.06.17

 

 

 

não se brinca com empresas cotadas

 

 

 

 

 

Recapitulando...

por josé simões, em 08.06.17

 

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"Que fique bem claro que, no que respeita às rendas da energia, só houve um Governo em Portugal que cortou em quase quatro mil milhões de euros nas rendas da energia e quase metade desse valor recaiu sobre a EDP. Por acaso recaiu sobre a EDP".
 
 
 
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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 07.04.17

 

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||| Pornografia, Hardcore [1.º Escalão]

por josé simões, em 20.04.16

 

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"O presidente executivo da EDP, António Mexia, pode ganhar até 2,6 milhões de euros em 2016 [...]"


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||| Da série "Aliviar o Peso do Estado na Economia"

por josé simões, em 21.03.16

 

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"Estado chinês ganha quase €400 mil por dia na EDP"


No entanto "o peso do sector público em Portugal está a matar o privado". Social-democracia, sempre!

 

 

 

 

||| PAF!

por josé simões, em 29.06.15

 

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Portugal À Frente, a aliança que nos restituiu a credibilidade lá fora, arranjou dinheiro para pagar salários e pensões cá dentro e ainda encheu os cofres para fazer face a algum imprevisto, nos intervalos de andar nas televisões a pregar moral ao PS e a chamar de irresponsável o PCP e o Bloco.


«“a Parpública não assegurou que os consultores financeiros (seja para a avaliação prévia ou a assessoria no decurso do processo de venda) ficassem impedidos de assessorar posteriormente os potenciais investidores, no mesmo processo, o que veio a acontecer com a contratação do BESI no processo de (re)privatização da EDP e da REN”»


«Não só o banco de investimento do antigo BES prestou serviços ao Estado como avaliador, como depois foi consultor financeiro dos compradores: a China Tree Gorges, no caso da EDP, e a State Grid, compradora da REN.»


«[...] as avaliações económicas e financeiras da REN e da EDP couberam ao Millennium BCP, Caixa Banco de Investimento (CaixaBI) e BESI, entidades que já estavam pré-seleccionadas para o efeito. Mas os restantes trabalhos de consultadoria financeira foram efectuados conjuntamente pelo CaixaBI e pela Perella, que foi subcontratada pelo banco de investimento da CGD “com o consentimento tácito da Parpública, sem estar incluída na lista dos pré-qualificados para a assessoria financeira aos processos de privatização”.»


«[...] a Parpública “não poderia, por acção ou por omissão, consentir a subcontratação por um candidato pré-qualificado de outra entidade que não figurava na lista”. Um subcontratado que agiu “de forma interventiva e autónoma (…) com o assentimento da Parpública”»


«“dualidade de critérios” no processo de selecção dos assessores. É que para a escolha dos avaliadores e assessores jurídicos foram várias as entidades convidadas a apresentar propostas, mas para a assessoria financeira, “cujo valor foi largamente superior ao dos dois primeiros” só foi convidada uma entidade: o CaixaBI.»


«“falta de transparência” no que toca à “contratação de consultores externos associados aos processos de privatização”; acusa-a de incumprir as orientações da Direcção Geral do Tesouro e Finanças (DGFT) em matéria de contratação de consultadoria técnica e também contesta o entendimento da Parpública de que não está sujeita ao código de contratação pública (CCP) e de que não tem por isso de publicar os respectivos contratos no portal BASE.»


«Estas vendas geraram uma receita bruta de 3,2 mil milhões de euros, dos quais 2,7 mil milhões foram entregues pela Parpública ao Estado para amortização da dívida pública, refere o TdC. Apesar de considerar os modelos de privatização e os encaixes “adequados” e de referir o impacto positivo das operações nas avaliações regulares da troika, o Tribunal destaca que, “numa perspectiva de racionalidade financeira, o timing imposto” para a sua concretização representou para o Estado “um custo de oportunidade” por terem sido realizadas num “enquadramento económico muito negativo”, ao que se soma “a perda de dividendos futuros, anualmente distribuídos por estas empresas”»


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||| Ainda que mal pergunte

por josé simões, em 24.10.14

 

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O que é que leva um primeiro-ministro e um ministro do ambiente, insuspeitos de ligações ao maoísmo como muitos que por aí pululam, a fazer a defesa instrasigente dos interesses de uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês e que vende a energia aos portugueses e às empresas a preços proibitivos?


[Na imagem poster chinês de propaganda "Installing electric lights in the cooperative"]

 

 

 

 

||| Isto é maravilhoso

por josé simões, em 16.06.14

 

 

 

Lobby do nuclear à parte, isso são outros 500, esta frase resume na perfeição a anedota do que é, na generalidade, o investimento e a iniciativa privada em Portugal e o papel do Estado na economia, deste Estado, com estes protagonistas, paladinos da livre iniciativa privada e da liberalização e desregulação total:

 

"As afirmações do senhor Primeiro-Ministro correspondem à posição de interesses privados para justificar um dos maiores prejuízos infligidos à economia nacional - e simultaneamente vultuosos benefícios encaixados para si próprios"

 

Um Governo que emana duma maioria no Parlamento, eleita pelos cidadãos, com base na mentira e na deturpação da verdade, em eleições livres e democráticas, para defender interesses privados contra interesses privados em prejuízo da economia e dos cidadãos. Ninguém diria…

 

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||| Tudo isto é tão Estado Novo…

por josé simões, em 18.11.13

 

 

 

Tráfico de influências, vulgo cunha, em directo e em horário nobre; o célebre "portugueses de 2.ª" dos idos de Salazar, para classificar os nascidos nas "províncias ultramarinas", agora em sentido inverso; consultores de comunicação "para-quedistas", contratados pelo preço de um juiz e meio ou de dois professores; acesso privilegiado ao poder, como diria Jerónimo de Sousa, "daqueles que mais têm e mais podem". Tudo tão despudorado, tudo tão Estado Novo. O banqueiro Ul-rico já tinha avisado, "ai aguenta, aguenta!".

 

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|| Mateus 25-15: E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe

por josé simões, em 30.10.13

 

 

 

Da primeira página do Diário Económico [29 de Outubro de 2013]:

 

António Saraiva: "Medidas do OE para o crescimento económico são insuficientes"

Campos e Cunha: "Incerteza tem afundado mais a economia que austeridade"

 

Eduardo Catroga: "Taxa sobre energia retira credibilidade ao Estado"

 

Faria de Oliveira: "Reforma do Estado, em sentido amplo, continua por fazer"

Silva Peneda: "Falta visão estratégica à medida dos desafios"

 

 

|| Karl Marx, Crítica ao Programa de Gotha: "De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades". Substituir por venalidade e umbigo.

 

 

 

 

 

 

|| Alfaiataria fina

por josé simões, em 17.10.13

 

 

 

Impostos por medida e taxas de IRC por encomenda para criar emprego. Do Governo eleito pelo povo para as grandes empresas e corporações.

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

|| A voz de 6391 salários mínimos nacionais

por josé simões, em 21.09.13

 

 

 

«[…] as medidas que o Tribunal Constitucional tem vindo a chumbar, como os cortes nos subsídios de férias ou algumas medidas da requalificação da função pública, poderão vir a ter consequências para o país»

 

Das rendas da energia, que não escaparam à troika no Memorando de Entendimento –  "Esquemas de apoio à produção de energia em regime especial", e sobre o Governo, em dois anos, ter falhado todas as metas e objectivos a que se propôs, não tugiu nem mugiu.

 

Os funcionários das empresas chinesas nacionalizadas «no fundo, não têm em consideração o contexto». Nem querem saber. E adaptam-se facilmente às práticas da pátria-mãe: ausência total de direitos e garantias, debaixo da bandeira do partido e por cima de toda a folha.

 

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Ganho anual de Mexia equivale a 6400 salários mínimos