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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Antigamente "industriais" e "agrários", hoje "empresários"

por josé simões, em 06.09.18

 

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Quando vos disserem que em Portugal temos de trabalhar o dobro das horas dos alemães para produzir a mesma coisa, que a baixa produtividade é um entrave ao crescimento económico, à criação de riqueza e ao desenvolvimento do país, o item que impede Portugal dar definitivamente o salto para o pelotão da frente das economias mais desenvolvidas da Europa, por culpa dos trabalhadores que em França, no Luxemburgo, na Alemanha, na Suíça, na Bélgica, em Inglaterra, nos Estados Unidos, em qualquer sítio do mundo para onde emigrem, são considerados os melhores trabalhadores do mundo, lembrem-se disto:

 

 

"Patrão dos patrões despediu e também aderiu ao PER"

 

A Metalúrgica Luso-Italiana, de António Saraiva, presidente da CIP, recorreu ao PER. Promoveu um despedimento colectivo, vai vender as instalações fabris em Arruda dos Vinhos e promete pagar o que deve em 10 anos

 

 

 

"Tribunal decreta "liquidação e encerramento" da Associação Industrial do Minho"

 

O Tribunal de Vila Nova de Famalicão decretou hoje a "liquidação e encerramento" da Associação Industrial do Minho (AIMinho) depois de a assembleia de credores ter rejeitado um plano para recuperar a instituição da insolvência

 

 

Um tempo houve onde onde os pantomineiros fura-vidas eram agrupados por categorias consoante o ramo da actividade económica a que se dedicavam: ou industriais ou agrários. Depois, com a revolução de Abril, a coisa democratizou-se e e o termo "empresário" tornou tudo mais abrangente e ao mesmo tempo inócuo.

 

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O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais, Capítulo III

por josé simões, em 28.02.18

 

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"Dívida pública cai mais: recuou para 125,6% em 2017"

 

É preciso recuar a 2011 para encontrar um rácio da dívida pública no PIB mais baixo

 

 

"INE confirma maior crescimento da economia em 17 anos"

 

Investimento sobe 9%, melhor marca de duas décadas. Exportações avançam 7,9%, mas importações também. Consumo estável nos 2,2%

 

 

"Taxa de desemprego no valor mais baixo desde 2004"

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou nesta quarta-feira os números finais do desemprego relativos a Dezembro de 2017 que dão conta de uma revisão face à estimativa provisória divulgada no mês passado

 

 

 

 

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais

por josé simões, em 14.02.18

 

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Economia portuguesa cresceu 2,7% em 2017, o ritmo mais rápido desde 2000

 

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O excelentíssimo senhor Governador do Banco de Portugal

por josé simões, em 02.01.18

 

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O excelentíssimo senhor Governador do Banco de Portugal consegue gastar 8 561 [oito mil quinhentos e sessenta e um] caracteres na mensagem de Ano Novo onde perora desde o crescimento da economia à sustentabilidade do Estado social, passando pela dimensão do Estado que temos comparativamente com a riqueza que criamos [um "viver acima das nossas possibilidades" dito de outra maneira para não agitar fantasmas] até ao endividamento público e privado e aos baixos níveis de investimento empresarial, sem nunca referir a transformação da dívida privada em dívida pública ocorrida na Europa nos últimos 7 anos; sem nunca referir o resgate dos bancos privados pelos contribuintes [o maior e mais importante durante o seu mandato] através da carga fiscal e desviando recursos do Estado social, essenciais a sectores como a saúde, educação e a segurança social; sem nunca referir as privatizações ao preço da uva mijona de sectores estratégicos do Estado; sem nunca referir uma economia assente na distribuição de mais-valias milionárias aos patrões e accionistas, assente nos baixos salários e precariedade e sem investimento reprodutivo. Chapéu, excelentíssimo senhor Governador!

 

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O processo criativo

por josé simões, em 26.05.17

 

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Para não nos tomarem a todos por parvos, explicavam-nos, por A + B, relação causa-efeito, com números e gráficos, pode ser mesmo em economês, como é que as 'reformas' levadas a cabo pelo Governo da direita radical tiveram como consequência o crescimento económico e o aumento das exportações, e a gente até faz o favor de esquecer que as 'reformas' levadas a cabo pelo Governo da direita radical foram revogadas, 'deitadas abaixo' pelo 'Governo das esquerdas', segundo a narrativa da direita radical apeada do Governo.

 

[Imagem "The Creative Process" by David Lyle]

 

 

 

 

 

O regresso da múmia

por josé simões, em 24.05.16

 

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Dando como exemplo ele próprio – que não é político, nunca foi político nem nunca será político, e o mal-baratar de milhões e milhões em fundos comunitários – o novo ouro do Brasil, como lhe chamaram; uma rede de compadrio e corrupção, a destruição do tecido produtivo do país, com o sector da agricultura e o  das pescas à cabeça – pagar para abater e não produzir; a aposta no betão em detrimento do caminho-de-ferro; o investimento massivo em infra-estruturas no litoral do país e o abandono do interior; a criação e a engorda do "monstro". Realmente é preciso ter uma lata tamanho do mundo...


"a política económica é demasiado importante para ser deixada aos políticos" e "basta ver o que aconteceu na Grécia", depois da governação de partidos da minha [dele] área política, referindo-se à Nova Democracia das contas maquilhadas e do défice escondido.


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||| Descubra as diferenças

por josé simões, em 30.03.16

 

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Descubra as diferenças [ou o nosso homem no Banco de Portugal].

 

"Banco de Portugal piora previsões para a economia este ano"


"Índice de Produção Industrial manteve variação homóloga positiva"


"Vendas no Comércio a Retalho aceleraram"


"Os empresários portugueses continuam confiantes na evolução da economia portuguesa"


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||| As reformas que ficaram por fazer

por josé simões, em 29.02.16

 

 

 

Reduzir os custos do trabalho, cortar 600 milhões de euros nas pensões a pagamento, transformar a sobretaxa de IRS e os cortes nos rendimentos de temporários em permanentes.


"Mais consumo privado e público explica crescimento de 1,5% em 2015"


"Social-democracia, sempre!"


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||| Vem aí o comunismo

por josé simões, em 15.10.15

 

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«Lisboa em alta em dia de ganhos na Europa»


«Moody’s melhora perspectiva da banca portuguesa para "estável"»


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||| Notícias do "milagre económico"

por josé simões, em 06.10.15

 

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Agora que a campanha eleitoral já lá vai e que o pagode já pôs a cruzinha no quadradinho, notícias do "milagre económico" [*]:


«Um país a crescer pouco, onde o número de pessoas tende a encolher, mas com demasiados desempregados. O novo Governo vai herdar uma economia mais pequena do quem 2011, mas com mais dívida pública.»


«O futuro Executivo recebe uma economia mais pequena, com menos pessoas, mas mais endividado do que em 2011.»


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[*] Milagre económico

 

 

 

 

||| Agora com um desenho

por josé simões, em 17.07.15

 

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[Daqui]

 

 

 

 

||| Ensaio para um novo mito urbano

por josé simões, em 07.07.15

 

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Excluindo a acentuada baixa de salários e consequente perda do poder de compra, a precariedade e a perda de direitos e garantias, com a cumplicidade dos homenzinhos responsáveis da UGT, e uma vez que a teoria do "fizemos uma alteração estrutural da economia portuguesa" teima em ser desmentida pela realidade, Pedro Passos Coelho ensaiou, perante o aplauso da assistência, nas jornadas parlamentares PSD/ CDS-PP de Alcochete, um novo mito urbano, o de se a economia portuguesa é por natureza propensa ao consumo [que é como quem diz "o que é que querem que faça? só se os puser a todos a pão e água"] como é que ainda há quem defenda um incentivo ao consumo como estímulo para o crescimento? Aqui está o novo mito urbano, o do diz que disse da reforma estrutural da economia.


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||| A lição de Economia

por josé simões, em 06.07.15

 

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[Imagem de Yannis Behrakis]

 

 

 

 

||| "Só vamos sair da crise empobrecendo" [*]

por josé simões, em 21.05.15

 

 

 

"La OCDE advierte que la creciente desigualdad frena la economía"


[*] Pedro Passos Coelho em 25 de Outubro de 2011


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||| Um artista a brincar com as palavras

por josé simões, em 08.05.15

 

 

 

E acham que a economia cresce se retirarmos dinheiro às pessoas e o dermos ao patrão e/ ou accionistas por via da desvalorização do trabalho e consequente aumento da mais-valia sem que haja retorno para a economia, investimento reprodutivo?


"Acham que a economia cresce se dermos dinheiro às pessoas"


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