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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 10.07.18

 

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Durão Barroso, o mordomo da Cimeira das Lajes, de ir inventar guerra e miséria onde ela não existia, diz que não há ilusões, "é impossível controlar completamente os fluxos migratórios, a solução a longo prazo está no próprio desenvolvimento de África", quiçá onde as guerras inventadas têm um papel preponderante. "Temos de evitar a demagogia", concluiu.

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.09.16

 

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Durão Barroso, o português cuja nacionalidade não foi impedimento para chegar a presidente da Comissão Europeia, acusa a Comissão Europeia de discriminação por ser ele, um português, a "assinar" pela Goldamn Sachs.


[Imagem de Thomas Michael Alleman]

 

 

 

 

O inimigo do povo

por josé simões, em 14.09.16

 

Li Zhensheng – Contact Press Images 12.set.1966.

 

 

Curioso, ou nem por isso, ver um maoista passar-se para o outro lado, para o lado da Goldman Sachs que lucrou milhões – custou milhões aos contribuintes europeus durante a maior crise financeira de que há memória desde a Grande Depressão; para a Goldman Sachs que maquilhou as contas públicas gregas – custou milhões aos contribuintes gregos e aos contribuintes europeus, passar-se para o lado dos inimigos do povo, sem o reconhecer – a mui famosa auto-crítica, um dos pilares do maoismo, antes pelo contrário, vitimizando-se qual Calimero. Para ele reeducação pelo trabalho – outro dos pilares do maoismo.


[Na imagem Li Fanwu, governador de Heilogjiang, com o cabelo cortado por membros da Guarda Vermelha numa praça de Harbin, após ser acusado de se tentar parecer a Mao. Li Zhensheng, Contact Press Images, 12 de Setembro de 1966]

 

 

 

 

Palhaçada

por josé simões, em 12.09.16

 

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Como se a questão não fosse o privilégio que Durão Barroso teve em ser presidente da Comissão Europeia; como se a questão não fosse o conhecimento privilegiado adquirido por Durão Barroso enquanto presidente da Comissão Europeia; como se a questão não fosse a agenda de contactos metodicamente preenchida por Durão Barroso presidente da Comissão Europeia.


Durão Barroso vai tornar-se no primeiro ex-presidente da Comissão Europeia a ver retirados os chamados "privilégios de passadeira vermelha" por Bruxelas, na sequência do cargo que ocupa na Goldman Sachs [...]


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

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||| Jornalismo de qualidade

por josé simões, em 06.05.16

 

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Ricardo Costa: "Como é que reage quando lhe lembram a Cimeira das Lajes e o papel que teve na Cimeira das Lajes [...]?"


Durão Barroso: "Bom... como é que reajo... ouço as críticas, conheço as críticas, [...] aaa... aliás na altura com o apoio [o rosto ilumina-se-lhe com um esboço de sorriso] do Parlamento português e com o apoio do Presidente da República de Portugal doutor Jorge Sampaio [...]"


Durão Barroso não foi o mordomo das Lajes. O mordomo das Lajes foi Jorge Sampaio. O mordomo das Lajes foi Durão Barroso porque Jorge Sampaio e o Parlamento disseram que sim. O mordomo das Lajes não foi um foram dois, foram Jorge Sampaio e o Parlamento português com Durão Barroso no papel de mordomo do mordomo, se calhar até contra vontade.


Obrigado SIC, obrigado Expresso.


[Durão Barroso na imagem]

 

 

 

 

||| Valeu a pena conduzir a luta no "sentido correcto"

por josé simões, em 28.10.15

 

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E lutar contra o ensino burguês, "anti-operário e anti-popular".


«Durão Barroso acumula 22 cargos após a Comissão»


[Cartaz de propaganda chinês na imagem]

 

 

 

 

||| E no fim bateram todos muitas palmas [Capítulo III]

por josé simões, em 26.08.15

 

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Agora os meninos e as meninas vão escrever 50 vezes no caderno "não foi a troika que criou a crise, foi a crise que criou a troika", disse Durão Barroso na Universidade [cof, cof] de verão do PSD com um sorriso eureka de orelha a orelha e sem que ninguém na sala de aulas lhe tivesse perguntado quem é que afinal criou a crise, já que não aparece explicado na charada para T. P. C. .


Era mais, muito mais, honesto terem posto o Matt Groening a discursar.


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Capítulo I e Capítulo II

 

 

 

 

||| «Ninguém ousa chamar os bandidos pelos nomes»

por josé simões, em 19.07.15

 

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«Em causa negociatas, tentativas de branqueamento e enriquecimento ilícito e figuras públicas, políticos, estruturas partidárias, altos funcionários do Estado e firmas privadas. É esta a índole dos envolvidos. São Pedro da Cova, crime ambiental, corrupção, branqueamento, fraude fiscal e tráfico de influências que já duram há quase 20 anos. Crimes que continuam por investigar. Cavaco Silva, Durão Barroso, Valentim Loureiro, Nuno Melo, Assunção Cristas e Marco António Costa são as personalidades que, directa ou indirectamente, estão ligadas a esta sucessão de acontecimentos.


O processo-crime para apurar estas suspeitas foi arquivado»


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||| Hoje era um bom dia no “Jornal das 9” da SIC Notícias, entrevistado por Mário Crespo

por josé simões, em 14.06.15

 

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«El hombre detrás de los negocios-fiasco de los portugueses en Colombia

 

El eurodiputado Mario David aprovechó el TLC para beneficiar socios suyos y a su hijo, con el apoyo del gobierno Santos. La hermana de la canciller terminó de gerente de uno de las firmas lusitanas»


«Conflicto de intereses. Tráfico de influencias. Lavado de dinero»


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||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 22.05.15

 

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Durão Barroso, que o povo grego mentiu e deu instruções para mentir, sem nunca falar em Nova Democracia. Aliás o Syriza que se desenmerde. Durão Barroso preocupado com uma possível saída da Grécia do euro que leve por arrasto Portugal e Espanha. Vai daí o bullying, de "sentido de Estado", à Grécia por parte dos governos português e espanhol, desde o primeiro dia, não da vitória do Syriza mas da derrota da Nova Democracia. A Nova Democracia que recebeu ordens do povo grego para dar instruções ao banco central e ao tribunal de contas para manipular os dados e agora povo grego está a pagar um enorme preço por isso e por ter votado no Syriza. Aliás o Syriza que se desenmerde.


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||| Vergonha

por josé simões, em 17.04.15

 

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José Manuel Durão Barroso:


"No me creo el paro en España. Son centroamericanos que quieren el subsidio"


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||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 19.02.15

 

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"Pecámos contra a dignidade dos povos, especialmente na Grécia, em Portugal e também na Irlanda. Eu era presidente do Eurogrupo e pareço estúpido em dizer isto, mas há que retirar lições da história e não repetir os erros"


"A troika é pouco democrática, falta-lhe legitimidade democrática e devemos rever essa questão quando chegar o momento"


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||| Quem é afinal o candidato de Pedro Passos Coelho?

por josé simões, em 04.11.14

 

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Um meeting de fiéis discípulos da "escola alemã" e fervorosos crentes na teoria neocon do efeito dominó da democracia espalhada por toda uma região a partir de uma guerra inventada num país distante, no lançamento da candidatura presidencial do candidato de Cavaco Silva, ex-mordomo de W. e Angela. Passos Coelho, mais uma vez, muito bem sobre a paróquia reunida, "Isto mostra o paroquialismo para não dizer outra coisa na sociedade política". Quem é afinal o candidato presidencial dilecto de Pedro Passos Coelho? E, não menos importante, qual é o candidato escolhido por Pedro Passos Coelho e que vai obrigar a que o vice-pantomineiro, Paulo Portas, indique ao ex-futuro partido do táxi quem apoiar?


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||| Também já é gozar com o pagode

por josé simões, em 31.10.14

 

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Que Cavaco Silva queira condecorar um seu dilecto dos anos áureos do cavaquismo, porque sim ou porque lhe apetece ou porque acha que deve condecorar ou o que lhe der na presidencial gana, é lá com ele e é uma das funções do Presidente da República, distribuir medalhas e comendas a eito. Agora que venha atirar areia para os olhos dos cidadãos e condecorar por "serviços de extraordinária relevância" para Portugal o mordomo de uma guerra inventada a 5 mil km de distância, que desestabilizou uma região inteira e cujas ondas de choque ainda hoje abalam o mundo; que tenha depois abandonado o Governo e o país, fugido para Bruxelas para ser yes man alemão na Comissão Europeia duma Europa debaixo da maior crise financeira dos últimos 80 anos e deixado como herança a Europa do Norte contra a Europa do Sul e do cada um por si e fé em Deus e ainda ser condecorado por "serviços de “extraordinária relevância" para a Europa, também já é gozar com o pagode.


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||| Todos inocentes...

por josé simões, em 17.10.14

 

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O Sol¹ publica hoje excertos da gravação de uma reunião do conselho superior da família Espírito Santo. A peça arranca assim: «O aumento de capital do BES decorria e aparentemente tudo corria bem. Mas a holding do grupo estava em falência técnica há muito — mais de seis mil milhões de passivo — e os investidores queriam ser reembolsados. A família tenta tudo para arranjar capital.»


Durante a reunião, os presentes tomam conhecimento de que a Procuradoria-Geral da República do Luxemburgo tinha acabado de anunciar que três sociedades do Grupo Espírito Santo com sede no grão-ducado estavam sob investigação. A reacção de Ricardo Salgado dá uma ideia do ambiente que se gerou na sala: «Isto agora vai piar mais fino, temos aqui um problema sério. Pode ser dramático para o BES. Vai ser muito difícil segurar o grupo nestas circunstâncias».


Impunha-se uma actuação mais célere. André Mosqueira do Amaral defende a necessidade de uma linha de crédito extraordinária, que só poderia vir de um auxílio público. Sugere para tanto que uma comitiva do clã faça «um pedido de ajuda às autoridades», numa «narrativa de humildade».


Mas a situação de emergência obriga a saltar formalidades. Decide-se que Ricardo Salgado telefone ao governador do Banco de Portugal para que este convença a Caixa Geral de Depósitos a abrir os cordões à bolsa. Carlos Costa não aceita apoiar a iniciativa, com justificação de que era preciso evitar o contágio do sistema financeiro.


É então que José Manuel Espírito Santo sugere baterem a outra porta: «O Moedas, o Moedas! Eu punha já o Moedas a funcionar». Salgado liga-lhe no mesmo minuto: «Carlos, está bom?» Pressuroso, o então secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro pôs-se mesmo a funcionar: diz a Salgado que não só se predispõe a falar com o presidente da CGD como vai tentar pô-lo em contacto com o ministro da Justiça do Luxemburgo, de quem é «amicíssimo». O telefonema acaba com Ricardo Salgado a agradecer ao Moedinhas: «Obrigado, Carlos, um abraço».

 

Acontece que a ordem de trabalhos da reunião do conselho superior da família Espírito Santo continha um outro ponto explosivo: a sucessão de Ricardo Salgado. Na abertura dos trabalhos, o então presidente do BES leu uma carta que havia enviado, a 31 de Março, ao governador do Banco de Portugal. Nessa carta, que, segundo o Sol, estava escrita «num tom claro de chantagem», alertava-se para «os riscos sistémicos» que o banco e a banca portuguesa enfrentariam se a família fosse afastada da governação do BES antes do aumento de capital — que só terminaria a 9 de Junho.


Foi então que Ricardo Salgado fez questão de recordar aos presentes que «tem acesso a uma rede de contactos políticos conceituados». «Essa carta li depois ao presidente da República, ao primeiro-ministro, à ministra das Finanças e ao José Manuel Durão Barroso».


A reunião do conselho superior da família Espírito Santo decorreu no dia 2 de Junho de 2014.


À luz deste relato da reunião, como é que o Presidente da República, o alegado primeiro-ministro, a ministra das Finanças, «o José Manuel Durão Barroso», «o Moedas» e o governador do Banco de Portugal puderam depois continuar a sustentar que o BES estava sólido? E como é que Cavaco Silva pôde afirmar e reafirmar que apenas teve acesso a informação através de Passos Coelho?


[Miguel Abrantes, Câmara Corporativa]


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¹ A Newshold de Álvaro Madaleno Sobrinho controla o i e o Sol, que estão a sobreviver à custa do caso BES.