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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 01.05.14

 

 

 

Pedro Passos Coelho consegue discursar para trabalhadores, ditos social-democratas, no dia do trabalhador, sem ser assobiado e vaiado.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| O gesto é tudo

por josé simões, em 01.05.14

 

 

 

Esta gentinha que pensa e fala em inglês também faz gestos em inglês para português ver.

 

E depois a frase assassina, dita e repetida ontem pela ministra das Finanças e por um dos vice-escudeiros do vice-trampolineiro, à frente do Ministério do Trabalho e da Segurança Social, nomeado para preencher a quota do CDS no desmantelamento e destruição do Estado social: "Mais impostos para aliviar pensões e salários no Estado", como quem diz "Estão a ver? Isto tudo é por causa  dos calaceiros dos funcionários públicos – o cancro, e daqueles que por lá passaram uma bela vida e agora vivem de papo para o ar na reforma – a peste".

 

O privado contra o público, os bons contra os maus. O discurso manhoso do ódio, revertido em votos nas urnas no dia das eleições: os "bons" porque acreditam piamente nos trabalhos por que o Governo passa para pôr os "maus" na linha, os "maus" porque acreditam, piamente também, que o Governo se preocupa genuinamente com eles, com a sua condição e com a condição das suas famílias. Ainda não perdi a fé na inteligência do povo português.

 

O que vale é que é de "estratégia orçamental" que se trata…

 

 

 

 

 

 

||| Reforma do Estado

por josé simões, em 30.04.14

 

 

 

Paulo Portas, vice-trampolineiro, vai dizer que a troika queria aumentar o IVA para 23, 50% ele, Viriato 2014, é que bateu o pé aos ocupantes estrangeiros, não deixou, vai ficar nos 23, 25%.

 

Pires de Lima, o soldado disciplinado, está a puxar lustro às botas para a formatura.

 

O que vale é que é de "estratégia orçamental" que se trata.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Da série "Que se lixem as eleições"

por josé simões, em 03.04.14

 

 

 

«Governo estuda descida da sobretaxa de IRS

 

A acontecer será em 2015, ano de legislativas»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| "A minha política é o trabalho". É isto, não é?

por josé simões, em 22.05.13

 

 

 

Um órgão constitucional [de Constituição, política], em que o presidente é eleito por dois terços dos deputados, políticos, não pode fazer apreciações, políticas, sobre as opções, políticas, e o desempenho de um Governo, político, saído das mesmas bancadas parlamentares, políticas, que elegeram o presidente do Conselho Económico e Social, e que se submeteram ao voto, político, livre e democrático, com uma agenda, política, escondida, exactamente a oposta às opções, políticas, implementadas e concretizadas, com reflexos, políticos, no normal funcionamento do Estado e do país. A minha política é o trabalho. Salazar está vivo nos nossos [deles] corações, políticos.

 

 

 

 

 

 

|| Esta gente não presta

por josé simões, em 09.05.13

 

 

 

Adoptam-se políticas que destroem a economia e as empresas, provocam a recessão e o desemprego [já são 952 200 oficiais e estão para chegar mais 30 000 provenientes da Função Pública, não contando com um êxodo bíblico para a emigração como não havia desde os idos do velho de Santa Comba], reduzem-se e eliminam-se as prestações e apoios sociais e, não contentes com isso, atacam as pensões e as reformas de quem, depois de velho e de uma vida inteira de trabalho e privações, vê de volta a casa os filhos e os netos, vitimas do desemprego, do subsidio de desemprego que acabou, da renda da casa que não se consegue pagar. Esta gente não presta.

 

[Na imagem "Dracula" de BramStoker]