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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O triunfo da imbecilidade

por josé simões, em 08.04.21

 

 

 

Andamos desde Abril de 1945 a elaborar teses e teorias filosóficas sobre como foi possível na Alemanha pós República de Weimar um bando de energúmenos, com um neurónio cada, ter capturado o Estado alemão e levado a nação e a Europa para a barbárie e destruição. Lei de Godwin à parte, porque ao que se assiste é que a cada discussão em beco sem saída a direita sair a invocar o comunismo, a China, a Coreia, o Vietname, Cuba, a Venezuela, e o caralho e ainda não ter aparecido um Godwin qualquer a elaborar uma lei justificativa para aplicar aqui, como é que esta farsa é possível, 80 anos depois da queda de Berlim e 47 a contar do 25 de Abril de 1974?

 

 

 

 

O porco na chafurda, II

por josé simões, em 29.12.20

 

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O candidato que consegue a proeza de entrar na história ao ser o único político português a faltar a um debate eleitoral na televisão para comentar futebol e, depois de eleito, ser o único partido a faltar a uma audição com o Ministro das Finanças para debater o Orçamento do Estado  enquanto, com a falta de comparência na Comissão de Orçamento e Finanças, impede a discussão parlamentar sobre a realização de uma nova auditoria ao Novo Banco, argumenta agora que se o Parlamento chumbar o seu pedido de suspensão de mandato o vai obrigar a interromper a campanha para as presidenciais por constantes deslocações à Assembleia da República, passando um atestado de estupidez aos portugueses que não sabem que o que está em cima da mesa é a duplicação do tempo de antena, o Ventas nas Presidenciais 2021 e Amorim, o fascista-colonialista e ex terrorista-bombista assumido, no Parlamento.

 

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O porco na chafurda, Capítulo I

 

 

 

 

O porco na chafurda

por josé simões, em 22.12.20

 

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O Ventas do Chaga chamou as televisões as rádios e os jornais para anunciar que por ser candidato presidencial pediu a suspensão do mandato de deputado e que já tinha enviado o pedido ao presidente da Assembleia da República e que se Ferro Rodrigues recusar o pedido vai recorrer para o Tribunal Constitucional e o caralho ficando subentendido, por antecipação, que o Ferro, um socialista, é um manhoso do caralho que vai empatar a coisa, que ele já está tomado de ponta na sua luta contra o sistema a corrupção os pretos os ciganos os imigrantes e  o caralho também. E as televisões e as rádios e os jornais reproduziram tintim por tintim o que o Ventas do Chaga quis que elas reproduzissem sem se preocuparem em perguntar ao manhoso do caralho do Ferro Rodrigues se era mesmo verdade o que o Ventas tinha acabado de dizer nem perguntado ao Ventas do Chaga porque é que Defensor de Moura, Francisco Lopes, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã, Basílio Horta, Carlos Carvalhas também foram candidatos presidenciais sem pedido de suspensão de mandato nem convocatória da televisões, rádios e jornais para a vitimização pública, e assim o Ventas teve mais 3 minutos de fama, vítima da democracia na sua luta contra a democracia e o caralho. E enquanto as televisões faziam o favor de dar mais 3 minutos de tempo de antena ao Ventas do Chaga na sua luta contra a democracia e o Estado de direito não falavam que caso o Ventas do Chaga veja o seu pedido de suspensão de mandato ser aceite pela Comissão de Transparência da Assembleia da República o acento [não é gralha] no Parlamento vai ser ocupado por Diogo Pacheco de Amorim, vice-presidente do Chaga, colonialista convicto e assumido, ex movimento fascista MIRN, ex MDLP dos bombistas terroristas de Spínola, adjunto de Ribeiro e Castro no CDS e de Manuel Monteiro no Nova Democracia. Um democrata como o[s] chefe[s].

 

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