Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais, Capítulo III

por josé simões, em 28.02.18

 

Communism is our banner..jpg

 

 

"Dívida pública cai mais: recuou para 125,6% em 2017"

 

É preciso recuar a 2011 para encontrar um rácio da dívida pública no PIB mais baixo

 

 

"INE confirma maior crescimento da economia em 17 anos"

 

Investimento sobe 9%, melhor marca de duas décadas. Exportações avançam 7,9%, mas importações também. Consumo estável nos 2,2%

 

 

"Taxa de desemprego no valor mais baixo desde 2004"

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou nesta quarta-feira os números finais do desemprego relativos a Dezembro de 2017 que dão conta de uma revisão face à estimativa provisória divulgada no mês passado

 

 

 

 

Só falta arranjar um título para isto. Ou não

por josé simões, em 18.01.18

 

vintage bra.jpg

 

 

A gente podia deitar-se a fazer um exercício simples: imaginar António Costa, na oposição, com Ana Catarina Mendes, Pedro Nuno Santos, João Galamba e mais uns habituais atrás, logo seguidos de um autocarro cheio de câmaras de televisão e de microfones esticados, a visitar as trabalhadoras na porta da fábrica Triumph, vai para 15 dias, faça chuva ou faça sol. Podíamos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Empregos a dar com um pau

por josé simões, em 22.07.17

 

Joe Suzuki (1).jpg

 

 

Aparece um senhor em nome da Altice, diz que é o dono, nas televisões a falar português de Portugal, a prova provada de que é possível ficar rico a trabalhar, ou a personificação do Tio Patinhas de Walt Disney, ganhou um tostão, guardou-o numa redoma e a partir daí foi um vê se te avias, até ficar dono de um império, que veio, vieram, para Portugal para fazer investimento, criar riqueza, para os bolsos quem, não disse, para criar emprego, mas os portugueses, esses madraços, com o Governo das esquerda à cabeça, socialista, estalinistas, trotsquistas e outras coisas terminadas em "istas", maléficos como o caralho, não querem. Não querem. Não querem. Sem que nenhum "jornalista", entre aspas e fora de aspas, lhes pergunte "ó faxavor, então se vêm para Portugal para criar emprego porque é que vão despedir três mil?".

 

[Imagem]

 

 

 

 

Não é defeito, é feitio

por josé simões, em 29.04.17

 

expresso.jpg

 

expresso 2.jpg

 

 

[Via]

 

 

 

 

Descubra as diferenças

por josé simões, em 04.04.17

 

 

 

Portugal foi o terceiro país da Zona Euro em que o desemprego mais desceu

 

 

 
 
 
 

Como a direita mascarou o desemprego em Portugal

por josé simões, em 12.06.16

 

 

 

[Aqui]

 

 

 

 

||| Uma máxima que vale para sempre, desde sempre e em todas as ocasiões

por josé simões, em 07.03.16

 

economico.jpg

 

 

É o escudo, inatacável pelo senso comum, atrás do qual se escondem os patrões e os accionistas sem escrúpulos, que o exército de desempregados, mão-de-obra barata e força de pressão sobre quem trabalho e tem emprego razoavelmente remunerado, se dispõe a aceitar como dogma e que serve para manter largas franjas da[s] população[ções] no limiar da pobreza e da sujeição, porque a barriga vazia, a sua e a dos seus, vale o que vale e vale muito. Perguntem aos vossos pais e aos vossos avós e perguntem também o que já ouviam dizer aos pais deles e aos avós dos pais e assim sucessivamente, desde sempre, desde tempos imemoriais e em todas as ocasiões, perguntem.

 

 

 

 

||| Da série "Aliviar o peso do Estado na economia"

por josé simões, em 11.01.16

 

balloonboy.jpg

 

 

Com dinheiros públicos criar e subsidiar um Estado privado, paralelo ao Estado, que engorda com o comércio da miséria alheia e dos descontos sobre as remunerações da carreira contributiva de quem, um dia, pode ter a pouca sorte de cair nas malhas do "sector privado de emprego" e da "economia social". Não há respeito, não dignidade, nem respeito pela dignidade.


"Há 24 agências privadas à espera do concurso para gerir desempregados"


[Imagem]


"Aliviar o peso do Estado na economia"

 

 

 

 

||| «A Europa precisa de uma Primavera Europeia de renovação económica e política»

por josé simões, em 06.08.15

 

 

 

«Os salários caíram. A pobreza aumentou. O desemprego continua altíssimo. Muitos portugueses emigraram. Ajustando para a população activa que não tem trabalho e o subemprego, o FMI calcula uma redução do mercado de trabalho de 20%. O FMI também diz que as reformas portuguesas foram inadequadas e que ainda têm de produzir benefícios. Portugal é um país europeu relativamente pobre. Devia estar a aproximar-se dos mais ricos através de mais investimento e aumentando a produtividade. Em vez disso, está a posicionar-se para ser ultrapassado pela Polónia e outros. É trágico.»


[...]


«O programa falhado foi projectado pela troika dentro das limitações políticas definidas pela Alemanha. E foi entusiasticamente implementado pelo governo português, que tentou ser "mais alemão do que os alemães". Mas as consequências foram desastrosas: uma longa e desnecessária depressão da qual o país ainda não recuperou e que perversamente causou uma dívida pública tão alta que ultrapassa o produto interno bruto.»


[...]


«A narrativa alemã de que a crise é culpa de toda a Europa do Sul é falsa. A Europa está numa confusão por muitas razões. Empréstimos excessivos feitos por um sector financeiro mal regulado a mutuários insensatos. As políticas mercantilistas da Alemanha - baixar salários para subsidiar as exportações e acumular enormes superavits externos - que alimentaram maus empréstimos dos bancos alemães nos anos pré--crise e que agora exportam deflação. O poder dos interesses instalados em todos os países que reprimem as oportunidades e roubam o valor criado por outros. Decisões políticas catastróficas tomadas pelos decisores da zona euro, especialmente Angela Merkel.»

 

 

 

 

||| A propaganda já não é o que era

por josé simões, em 05.08.15

 

Study our heros and put that learning into action.

 

 

Metem os sobreviventes, os que escaparam ao apelo da emigração e os que desistiram de procurar o que quer que seja, em acções de formação pagas pelos fundos comunitários ou em empregos precários em empresas do zector privado, que são quem cria emprego e riqueza blah-blah-blah, subsidiados pelo Estado, que é um heterónimo bonito para dinheiro do contribuinte e, depois, ficam ofendidos com o pagode que não engole a patranha porque já não vai em cantigas.


A propaganda já não é o que era e o homem novo, criação do neoliberalismo, nos amanhãs que cantam, liberto da opressão do Estado, afinal só existe subsidiado e financiado pelo Estado.


[Cartaz chinês de propaganda na imagem]

 

 

 

 

||| Vergonha alheia [Capítulo II]

por josé simões, em 05.08.15

 

maçaes.png

 

 

[Via]


Capítulo I

 

 

 

 

||| Voltaram os "cursos da CEE"

por josé simões, em 17.06.15

 

sinal.jpeg

 

 

Agora em versão 2. 0, direita sabida, em véspera de eleições e apostada em manter o poder custe o que custar. Mistura-se uma pitada, q.b. , de "activos empregados", para dar gostinho à boca e compor o prato , pespega-se com os desempregados nas empresas, como gente grande a fazer o trabalho de gente empregada – formação em movimento, ainda se paga ao patrão para os ter lá e, no fim do dia, os números do desemprego baixaram, tipo uma ladeira com inclinação de 10%, toda a minha gente ganha dinheiro e vai para casa satisfeita e os partidos do Governo fazem um brilharete na campanha eleitoral. Siga a marcha.

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.05.15

 

sapatos palhaço.jpg

 

 

Antes ou depois dos 478,7 mil destruídos por 4 anos de Governo PSD/ CDS-PP com a cumplicidade de Cavaco Silva?


«O primeiro-ministro afirmou que, apesar da recessão, em dois anos foram criados cerca de 130 mil postos de trabalho, "quase tanto" como os 150 mil prometidos pelo PS no tempo da liderança de José Sócrates.»


[Imagem]

 

 

 

 

||| Da série "Aliviar o peso do Estado na economia"

por josé simões, em 20.04.15

 

yay.jpg

 

 

Ou as notícias da retoma no país do milagre económico:


«O governo vai pagar, durante seis meses, até 80% do valor do estágio às pequenas e médias empresas que contratem desempregados com mais de 31 anos e que estejam inscritos nos centros de emprego há mais de um ano. As outras empresas poderão receber 65%.»


[Imagem]

 

 

 

 

||| Vergonha

por josé simões, em 17.04.15

 

delete.jpg

 

 

José Manuel Durão Barroso:


"No me creo el paro en España. Son centroamericanos que quieren el subsidio"


[Imagem]