Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Tempos que correm

por josé simões, em 14.03.11

 

 

 

 

 

(Via Neatorama e depois de ter passado pelo blog do Paulo Henriques)

 

 

 

 

 

 

 

|| Relatório e Contas

por josé simões, em 12.03.11

 

 

 

 

 

A manif foi um sucesso. Ponto final. Os estados-maiores dos partidos devem parar para pensar. Ponto e virgula.

 

(Na imagem Lisboa no dia 1 de Maio de 1974)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

|| São as pessoas que fazem os movimentos ou são os movimentos que fazem as pessoas?

por josé simões, em 12.03.11

 

 

 

 

 

Ele há argumento mais fascista e anti-democrático do que aquele que questiona as verdadeiras intenções e motivações de cidadãos anónimos que se manifestam nas ruas só pelo facto de não estarem enquadrados por nenhuma organização politica e/ou sindical? Nos idos de Salazar era tudo corrido a comunista, o que no longo prazo foi bom para os comunistas.

 

 

 

 

 

 

 

|| No future. Os “anos de chumbo” estão de volta?

por josé simões, em 11.03.11

 

 

 

 

 

Isto está a ficar muito (demasiado até) parecido com a Europa dos anos do tatcherismo. E nem sequer falta o terrorismo, antes pelas Brigate Rosse, Baader Meinhof ou o IRA, agora em nome da Fé.

 

«(...) her fascist regime, it made you a moron, a potential H bomb (…) don't be told what you want, don't be told what you need, there's no future, no future no future for you»

 

(Na imagem cartaz da Class War)

 

 

 

 

 

 

 

|| Panic. A nova categoria do comentário político: Deolinda Expert

por josé simões, em 10.03.11

 

 

 

 

 

Se aquilo não tem ponta por onde se lhe pegue, como dizem, porque é que insistem em pegar aquilo pelas pontas, como fazem?

 

«Panic on the streets ofLondon, Panic on the streets of Birmingham, I wonder to myself, Could life ever be sane again...»

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

 

|| Discordando na forma e no conteúdo de tudo o que aí vem

por josé simões, em 09.03.11

 

 

 

 

 

Mas os comentários, de todos os quadrantes políticos e sectores sociais, à manif de dia 12 e à vitória dos Homens da Luta no Festival da Canção, fazem-me lembrar os comentários em 1977 dos instalados do sistema ao punk. Não tinham nada (de nada), não tinham maneiras, não sabiam escrever, aquilo não era nada, 3 acordes na guitarra e está a andar... Pois não, foi só o cataclismo total.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| Deolinda avant la lettre (Morra o fado, morra! Pim!)

por josé simões, em 07.02.11

 

 

 

 

|| Morra o fado, morra! Pim!

por josé simões, em 07.02.11

 

 

 

 

 

Não reclama nada, não protesta nada, não apela a nada, não incita a nada. Não é uma música de intervenção, é uma lamúria de resignação. O fadinho lamechas do destino, do português amorfo, do Estado Novo. Tudo muito cristão. Sofrer neste mundo. Só lhe falta a “vontade de Deus”.

 

Desgraçada da geração que tem como bandeira o fado da desgraçadinha com letra de chat do MSN. Morra o fado, morra! Pim!

 

(Sobre a imagem)