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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais, Capítulo III

por josé simões, em 28.02.18

 

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"Dívida pública cai mais: recuou para 125,6% em 2017"

 

É preciso recuar a 2011 para encontrar um rácio da dívida pública no PIB mais baixo

 

 

"INE confirma maior crescimento da economia em 17 anos"

 

Investimento sobe 9%, melhor marca de duas décadas. Exportações avançam 7,9%, mas importações também. Consumo estável nos 2,2%

 

 

"Taxa de desemprego no valor mais baixo desde 2004"

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou nesta quarta-feira os números finais do desemprego relativos a Dezembro de 2017 que dão conta de uma revisão face à estimativa provisória divulgada no mês passado

 

 

 

 

Das raras vezes que fala verdade as coisas até nem lhe saem mal

por josé simões, em 30.04.17

 

 

 

Curioso não é que enquanto haja quem se preocupe em encontrar uma solução para o problema da dívida pública e para o peso do serviço da dívida no bolso dos portugueses que a primeira reacção e o primeiro pensamento de Pedro Passos Coelho seja para o dinheiro que os países que nos emprestaram vão deixar de ganhar com um perdão, uma renegociação, or ever, curioso é que diga isto com a maior das naturalidades, de ar grave e voz de barítono, e nem jornalistas, nem outras forças políticas, nem comentadores, nem politólogos, nem ninguém reaja.

 

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Não me lembro de ter visto isto nos telejornais...

por josé simões, em 27.03.17

 

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O Governador do Banco de Portugal, que não vê motivos para abandonar o salário o posto,  reconduzido no cargo pelo primeiro-ministro, que não via necessidade de discutir em conselho de ministros o sector bancário, dos bancos resolvidos de cruz via e-mail com os pés de molho a partir do Algarve.

 

Portugal tem vindo a pagar a factura da decisão do Banco de Portugal sob a forma de juros mais altos na dívida soberana, dificuldade na venda de activos e maiores custos no financiamento da banca.

 

Não compramos Portugal. Não compramos dívida portuguesa. Vamos manter essa proibição com disciplina.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

De onde menos se espera sai um comunista

por josé simões, em 18.02.17

 

EL MARTILLO Y LA HOZ. Campesino extremeño en el v

 

 

Esta dívida tem que ser gerível. O problema é que temos uma enorme e pesada mochila às costas, chamada dívida pública, a par de outra, que é a dívida privada. Temos que tratar da dívida privada, reestruturando empresas, capitalizando-as, dando-lhes tempo, tornando viáveis as que são viáveis, mas que têm estruturas financeiras debilitadas neste momento, aliviando o [crédito] malparado da banca simultaneamente, e a dívida pública, que tem o peso de juros que estamos a pagar e tem que ser gerida

 

[Imagem "El Martillo y la Hoz, Campesino extremeño en el verano de 1936", Martín Santos Yubero]

 

 

 

 

"e que nos possamos reencontrar logo em Janeiro, esperando eu que nessa altura possamos ser visitados pelos três 'Reis Magos'"

por josé simões, em 02.01.17

 

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Dívida pública desceu 1,3 mil milhões de euros em Novembro


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

No dia em que Vítor Gaspar citou José Sócrates

por josé simões, em 06.09.16

 

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Que não é economista nem trabalha para o FMI, "E mais que isto, É [como] Jesus Cristo, Que não sabia nada de finanças”":


para pequenos países, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se


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||| O princípio do fim de uma narrativa

por josé simões, em 29.10.15

 

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Quando já era dado adquirido que não havia dinheiro para nada, nem para pagar a funcionários públicos nem para pensões nem para reformas, por causa da irresponsabilidade do despesismo socialista, e do viver acima das nossas possibilidades, que os mercados não dormem, antes pelo contrário, e são extremamente racionais na avaliação do risco, aconselhados pelas extremamente racionais, isentas e avaliadoras de risco agências de notação financeira.


"Com esta finalidade publicou vários artigos em blogs, sendo um deles associado a um jornal de referência mundial, no período compreendido entre Fevereiro e Abril de 2010. Os artigos de opinião tiveram impacto nas yields da dívida pública portuguesa, influenciaram os investidores, até porque o arguido era um académico prestigiado, doutorado em economia pela universidade de Harvard e os artigos foram publicados em contexto de grande instabilidade financeira, de receio de contágio com a dívida grega, estando os mercados em situação de elevada susceptibilidade".


"DIAP acusa académico de Harvard de manipulação de mercado com dívida portuguesa".

 

 

 

 

||| Notícias do "milagre económico"

por josé simões, em 06.10.15

 

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Agora que a campanha eleitoral já lá vai e que o pagode já pôs a cruzinha no quadradinho, notícias do "milagre económico" [*]:


«Um país a crescer pouco, onde o número de pessoas tende a encolher, mas com demasiados desempregados. O novo Governo vai herdar uma economia mais pequena do quem 2011, mas com mais dívida pública.»


«O futuro Executivo recebe uma economia mais pequena, com menos pessoas, mas mais endividado do que em 2011.»


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[*] Milagre económico

 

 

 

 

||| Pimenta no cu dos outros para nós é refresco

por josé simões, em 24.08.15

 

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«[...] os finlandeses estão a rejeitar o medicamento que, nos últimos anos, defenderam para o Sul da Europa»


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| O pantomineiro não se importa de explicar

por josé simões, em 31.07.15

 

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Deixem lá ver se bem percebemos... O pressuposto de que a dívida pública, que em 2011 estava em 110% do PIB, poderia ser insustentável, levou a que os custos do país no seu próprio financiamento disparassem [vulgo "especulação"] e obrigassem a um pedido de assistência financeira externa [vulgo "chamar a troika"], hoje, em 2015, com a dívida pública em 130% do PIB, ela passa, como por artes mágicas, a ser sustentável se... não descambar por via das dúvidas das agências de notação financeira quanto ao futuro Governo de Portugal [ler "votem coligação Portugal Á Frente"] já que a estabilidade das taxas de juro foi conseguida por via da entrada de investidores amaricanos [BCE é sigla para doença animal, tipo BSE, vacas loucas e assim].


O pantomineiro não se importa de explicar.


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||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.06.15

 

 

 

E deu como exemplo Vila Nova de Gaia, do presidente Luís Filipe Menezes, nomeado pelo PSD Conselheiro de Estado. E deu como exemplo Vila Nova de Gaia, do vice-presidente Marco António Costa, que aproveitou a vice-presidência para colonizar a câmara e as empresas municipais com boys e derivados? Não deu.


«Marco António Costa insiste com o PS no tecto constitucional para a dívida»


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||| Não há pachorra…

por josé simões, em 04.06.15

 

 

 

Se bem me lembro o problema era a dívida, insustentável, por isso era preciso chamar o FMI, para pôr ordem na casa, para pôr a casa em ordem e para pôr na ordem os socialistas despesistas. "Convém não diabolizar o FMI", dizia o penteado com voz, enquanto ia prometendo que não cortava nem acabava. Insustentável em 96% do PIB. Depois o FMI veio e foi a ordem que se viu. E que se vê. E depois da casa na ordem, da ordem na casa e dos socialistas despesistas na ordem, a dívida ficou sustentável em 130% do PIB, mais 35% em 4 anos.. É por isso que agora é necessário um compromisso com os socialistas despesistas «em relação à inscrição de um limite para a dívida pública na Constituição». Um limite em 165% do PIB, pelo seguro, o mesmo ritmo de crescimento dos últimos anos e caso ganhem outra vez as eleições? Ou um limite em 130% do PIB como álibi para depois arremeterem contra o Tribunal Constitucional e contra o Tribunal de Contas por “forças de bloqueio” à acção governativa? Ou um limite porque sim, porque tem de se dizer alguma coisa, para desviar as atenções do que é realmente importante, como por exemplo o silenciado corte nas pensões?


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||| "Portugal no caminho certo" ou as promoções do Minipreço

por josé simões, em 21.05.15

 

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O Minipreço fez mais uma campanha "Dívida pública volta a subir. Está agora nos 130,3% do PIB" mas não teve direito a cartaz nem a folheto promocional #PortugalNoCaminhoCerto.

 

 

 

 

||| Coisas que o primeiro-ministro devia explicar aos portugueses

por josé simões, em 20.05.15

 

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Somos lixo ou abaixo de lixo ou BB ou Ba1ou BB+ [gráfico] mas "pela primeira vez na sua história" Portugal faz "emissão de bilhetes do Tesouro a taxas negativas". Diz que é "um reflexo da confiança que o país angariou com as reformas feitas na sequência do programa de ajustamento".


Para sermos todos ainda mais estúpidos o primeiro-ministro, com a voz de barítono debaixo de penteado, ombros curvados e sem olhar os interlocutores olhos-nos-olhos, como é seu timbre, devia explicar esta 'malabarice' aos portugueses.


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||| Foi "inspiração da Nossa Senhora de Fátima"

por josé simões, em 11.02.15

 

 

 

Que é como o milho do Congresso - boa, e que soprou ao ouvido de miss Swaps, "vai e troca dívida com juros mais altos, emprestada pelo FMI para nos ajudar, por dívida de juros mais baixos, nos mercados que obrigaram o FMI a vir ajudar-nos, e depois vem para a televisão fazer um figurão e dar a entender que estamos mesmo a acabar com a dívida, que os jornalistas dizem que sim, abanam a cabeça e fazem câmara de eco sem questionar”.


"Quem diria há um ano atrás que Portugal não precisava de um segundo resgate, que Portugal não precisava de um programa cautelar e quem se atrevia a antecipar que Portugal ia pagar antecipadamente ao FMI os empréstimos que foi obrigado a contrair"


De qualquer das maneiras amanhã Cavaco Silva, o sonso, vai dizer que nunca falou em amortização da dívida mas em pagar antecipadamente, o que é diferente e só as más-línguas é que conseguem vê-lo a abrir a boca e a fazer fretes ao Governo e que nunca disse o que disse e que o que disse foi porque o Governo lhe disse e que o Presidente quando diz é depois de ponderar e porque tem os seus canais para lhe dizerem as coisas que há-de dizer.