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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Life goes on

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

André Villas-Boas responde a Jorge Jesus, Carrilho responde a Sócrates, Louçã fala de Alegre… Somos mesmo bons nestas merdas.

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

 

No país do “Excelentíssimo Senhor” (*)

por josé simões, em 16.05.08

 

(*) e do “Senhor Doutor”; e do “Respeitinho é muito bonito”; e do “A antiguidade é um posto”.

 

Prefácio: “Quem não tem nada para fazer, faz colheres”. (Quem não tem nada para dizer, fala mal “do Sócrates”)

 

Vasco Guedes, ou melhor o Sr. Vasco Valente Correia Guedes está revoltado (ou indignado?! não percebi…). Então não é que “os poderosos do Ocidente” (Sr. Vasco Valente Correia Guedes Guedes; dixit; Público sem link) desataram a tratar-se pelo nome próprio? Bush é o George; Blair é o Tony; Durão Barroso é o José Manuel; Aznar é o José Maria. Pior. Chávez (Hugo para os amigos) teve o desplante de tratar José Sócrates por José, e de lhe gabar o “socialismo”. Ainda se fosse Senhor Engenheiro José, ainda vá que não vá; agora José!

 

Escreve o Senhor Vasco Valente Correia Guedes que “Na véspera da I Guerra Mundial, o imperador da Alemanha mandava telegramas ao czar da Rússia, que assinava “Willy”: e o czar da Rússia respondia com telegramas, que assinava “Nicky”. Isto, como se sabe, não trouxe a paz”.

 

Ora uma vez que o Nick e o Willy fizeram a I Grande Guerra; uma vez que o George e o Tony, assistidos pelos mordomos Zé Manel e Zé Maria fizeram a guerra do Iraque; todo eu tremo só de pensar qual é a guerra que o Huguinho e o Zézinho estão para tramar!

 

“Agora, os poderosos do Ocidente também deram em se tratar pelo nome próprio, como se pertencessem a uma casta à parte”

 

Wrong number! A casta à parte são aquela meia-dúzia de peneirentos, que fazem questão de serem tratados pelo nome de família, precedido do(s) nome(s) próprio(s); e se houver um Dom ou um Doutor a preceder o nome próprio, tanto melhor.

 

Esta conversa do Senhor Vasco Valente Correia Guedes Guedes, faz-me lembrar a anedota do Zé Merda. Descontente com o nome que o padrinho lhe tinha dado, e o senhor padre confirmado, foi à Conservatória e tratou de preencher a papelada para mudar de nome. Mudou para João Merda.

 

Adenda: Quando era pequenino tratavam-no por Vasquinho? Ou já que estamos numa de anedota, “em pequenino não vale”?)

 

(Foto fanada no jornal Público; mas no de Espanha)